
Com a LOMAN, uma constituição federal da magistratura, esta e as corporações equiparadas transformam-se em noblesse, como na pré-revolução francesa. A veste igual passa a cobrir um homem diferente, vergado ao peso do privilégio, deformado pela arrogância, ilha inexpugnável no arquipélago de semelhantes – a metáfora da ilha diz sobre os ministros do STF, durante e pós Lava Jato. Se exemplo ajudasse, teríamos seguido o que o Brasil imita na forma e rejeita na substância, a Suprema Corte dos EUA. Se o texto der problema, salva o blog da irrelevância, na esperança do indulto presidencial.
