Manoel Carlos Karam é escritor e jornalista. Trabalhou nos anos 70 com teatro, fundador do GRUPO MARGEM, escreveu e encenou textos como “O velório de Joaquim Silvério dos Reis”, “Hotel Luar do Sertão”, “Doce primavera”, “Fulano de Tal”, “Urubu”, “Esquina de 7 de Setembro com 31 de Março” e outros. Naquela mesma década foi co-roteirista e assistente de direção do filme “Aleluia, Gretchen”, de Sylvio Back. A partir dos anos 80 passou a dedicar-se aos livros. Publicou “Fontes murmurantes” (Marco Zero, Rio de Janeiro, 1985), “O impostor no baile de máscaras” (Artes&Ofícios, Porto Alegre, 1992), “Cebola” (Prêmio Cruz e Souza de Romance – FCC Edições, Florianópolis, 1997), “Comendo bolacha maria no dia de são nunca” (Ciência do Acidente, São Paulo, 1999), “Pescoço ladeado por parafusos” (Ciência do Acidente, São Paulo, 2001), “Encrenca” (Ateliê Editorial/Imprensa Oficial do Paraná, São Paulo/Curitiba, 2002) e “Sujeito Oculto” (Editora Barcarola, São Paulo 2004). Retornou ao teatro em 2003 com a leitura da peça “Duas criaturas gritando no palco”.
“Manoel Carlos Karam é um desses criadores de universos estranhos. Escreve como poucos. “Poucos” porque ele pertence a um time reduzido na literatura brasileira. Gente que escreve livros que, acima de tudo, são sempre uma homenagem à inteligência do leitor. Um time pequeno, mas de grandes escritores. Um time de primeiro time.”
MARÇAL AQUINO
“Manoel Carlos Karam, também autor de teatro, é um grande cultivador do solilóquio. (…) Desveladores da crise do indivíduo na sociedade de consumo, livros de Karam sempre levam à reflexão, enquanto nos divertimos. Mas a diversão que ele nos propicia será sempre uma diversão reveladora, daquelas que retiram o véu a ocultar o mundo, para assim podermos vê-lo em sua totalidade, íntegro.”
JOCA REINERS TERRON
ACT- Ateliê de Criação Teatral
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