Memória Analógica.

Esta bonita mulher que está sendo cortejada pelo irreverente Paulo Francis (1930-1997) chama-se Angélica Vieira, eficiente produtora do Manhattan Conection, que raramente aparece no ar. Esta foto foi feita dois meses antes da morte de Francis, nos estúdios de gravação do programa, quando ainda funcionava nas instalações da Reuters na 3ª. Avenida. Eu trabalhava no mesmo edifício, tocando a redação do SBT, na época chefiada por Roberto Cabrini, o Louco.

Angélica era (espero que ainda seja) casada com o músico Zé Luiz, um saxofonista de mão cheia e no espírito da música. Assisti muitas gigs do e de outros músicos brasileiros (Pedro Baby, filho de Pepeu Gomes, Vanessa Fallabela) nos subterrâneos mitológicos do Café Wha!, no Village, onde um dia tocou Hendrix.

Bem, de todas estas lembranças ocasionais, a única que se salva como elemento purificado e antropológico é a Angélica, cujo nome lhe cai à perfeição. Esta madrugada, vasculhando a gaveta conhecida como Vertigo, achei mais de 20 fotos feitas no estúdio, com Lucas, Nelsinho, etc…

Toninho Vaz, de Santa Teresa

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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2 respostas a Memória Analógica.

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