
Licença, Don Luiz? So… amanhã procuro teu Bob Marley. Pedirei se posso levar os pratos pro Brasil pra você lavar, já que lava como ninguém. A fotinho em anexo é do palco do Stand Up NY Comedy Club, quase esquina com a Broadway (tudo faz esquina com a Broadway). Uma porrada de caras (contei uns seis) revezam o microfone com piadas que vão do Obama a um passarinho que tem preguiça de voar e pega o subway pra viajar 3 quadras. Seinfeld mora bem em frente e de vez em quando pinta lá pra dar uma canja. Não foi dessa vez.
Tem sessão às 8, 10 e 12 pm. Fiquei imaginando os caras contando as mesmas piadas três vezes numa mesma noite. E no dia seguinte… na semana seguinte. Ok, eles dão umas recauchutadas, como nós, cartunistas, que pegamos de vez em quando (de vez em quando???) uma piada velha e passamos uma tintinha nova e… imprima-se! Foi divertido – melhor ainda se tivesse legenda. Dos seis caras, metade era meio ruinzinho, metade no nível do Diogo Portugal. Well, wait for your Bob. Recchia, desde los EEUU.
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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