O governo Lula prepara proposta para proibir militares em cargos civis. Lembrando que Jair Bolsonaro fez isso às pamparras, quase chegando a diminuir o efetivo do Exército, sua força preferida. O governo Lula está enganado, exato pelo que Bolsonaro fez e pelo que os militares fizeram – ou deixaram de fazer. A lei tem que proibir militares em cargos militares, isso sim, pelo menos por uns vinte anos, o tempo da ditadura. Nesse período as escolas militares continuariam a funcionar, mas com currículos atualizados, diferentes desses que utilizam, do tempo da Guerra Fria, da luta entre democracia e comunismo, duas coisas que nem existem mais e não raro são aliadas.
Enquanto na escola, os militares contariam tempo de serviço, teriam promoções e, findos os vinte anos, assumiriam os postos – ou eventualmente seriam reformados. Se a alguém causa horror esta ideia, que avalie o que os militares fizeram no governo Bolsonaro – ou deixaram de fazer e acontecer de braços cruzados. As tarefas das forças armadas seriam assumidas por civis, essa gente safada do Centrão, a bancada da bala, a bancada da Bíblia e os abancados do orçamento secreto, que aprenderiam o patriotismo que os militares – ainda que com desvios, equívocos e exageros – sempre praticaram. Seria reeducação cívica, no estilo do exército de Mao Tse Tung.
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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