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Retrógrada|Fraga
(Paródia de Pasárgada, poema de Manuel Bandeira)
Vou-me embora pra Retrógrada
Lá sou amigo do reaça
Lá tem o atraso que eu quero
Na marcha à ré que acelero
Vou-me embora pra Retrógrada
Vou-me embora pra Retrógrada
Aqui perdi a vontade de eleger
Lá a existência é uma ditadura
De tal modo torturante
Que a mídia golpista do Brasil
Da safadeza é a gerente
Vem a ser a conspiradora
Da liberdade que já se teve
E como bordarei suástica
Andarei de blindado
Montarei no meu semelhante
Subirei no pau-de-arara
Tomarei banhos de sangue!
E quando estiver acostumado
Com a falta de direitos
Mando chamar a memória
Pra me contar as fantasias
Que no tempo de eu cidadão
Democracia vinha me contar
Vou-me embora pra Retrógrada
Em Retrógrada tudo é regressão
É outra anticivilização
Tem um retrocesso seguro
De impedir qualquer revolução
Tem caixa 2 no whatsapp
Tem fake news em profusão
Tem racismo e homofobia
Para a gente se divertir
E quando eu estiver mais triste
Saudoso de antigas eleições
Quando à noite pesadelo vier
Desejo de me matar ou à mulher
– Lá sou amigo do reaça –
Terei o fascismo que venero
Na cama que me arrependerei
Vou-me embora pra Retrógrada
Cody Bratt
Publicado em Sem categoria
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Reforma para retroceder
A lei de Recuperação Judicial e Falência está sendo revista na Câmara sob o argumento de acabar com brechas que beneficiam empresários que não querem pagar suas dívidas. Mas algumas mudanças podem resultar no contrário, disseram fontes que atuam nesse mercado.
Nos últimos 20 anos foram feitas alterações para combater a chamada máfia das falências, que fazia jogos de cartas marcadas para privilegiar um grupo de administradores judiciais. Esses profissionais trocavam serviços entre as empresas em recuperação ou falidas.
Como esses gestores podem ser formados em Direito, Contabilidade, Administração de Empresa, e profissões correlatas, há uma complementaridade entre eles.
Com as mudanças, administradores judiciais passaram a oferecer o serviço completo, via empresas, com profissionais de diversas áreas necessárias à gestão desses casos. Agora, o projeto relatado pela deputada Daniele Cunha faz com que esses profissionais sejam registrados como pessoa física.
Mesmo que um advogado também saiba contabilidade e/ou administração, e vice-versa, é impossível fazer todo o trabalho sozinho. Isso abre brecha para que o sistema de dados viciados volte, com gestores judiciais subcontratando empresas de outros profissionais que atuam na mesma área.
A mudança ajuda a aumentar os preços cobrados por esses profissionais. Também facilita, quando somada ao mandato trienal imposto a administradores judiciais, a perda de controle sobre os ativos das empresas falidas ou em recuperação.
Há ainda o problema da escolha dos gestores fiduciários, que serão os “administradores judiciais” das falências. A escolha desses profissionais caberá às assembleias daqueles com dívidas a receber das companhias.
A regra dá mais poder aos grandes bancos, maiores detentores de créditos de empresas falidas. Fontes afirmam que a tendência nesses casos é que os maiores credores se imponham sobre os menores e os prejudiquem.
As mudanças na Lei de Recuperação Judicial e Falência foram parcialmente analisadas na última quinta (21), no plenário da Câmara. Mas a conclusão da discussão sobre o projeto ficou para a próxima semana, devido à inclusão de emendas ao texto original. Leia o substitutivo aqui.
Publicado em O Bastidor, Sem categoria
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Cruelritiba
Esse não
Publicado em Rogério Distéfano - O Insulto Diário
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E se Daniel Alves e Robinho fossem seus amigos?
Só essa frase já me fez perceber que recorremos a um erro bem comum que é nos colocarmos como bússola moral da sociedade, achar que o que pensamos e fazemos está acima dos outros apenas porque é o jeito que nos vemos e acreditamos que todos devem se comportar.
Claro que é perturbador constatar que uma mulher opta por manter um casamento com um homem condenado por estupro, como no caso do jogador Robinho e agora de Daniel Alves, que foi para casa e tinha a mulher a sua espera. Ou se casar, por livre espontânea vontade, com alguém nas mesmas condições, como aconteceu com o médico Roger Abdelmassih, acusado de dezenas de crimes sexuais. Assim como o sentimento é de indignação ao saber da suposta oferta que teria sido feita pelo pai de Neymar de pagar a fiança, como foi noticiado (e negado), de Daniel Alves, garantiria sua liberdade até que os recursos da defesa sejam todos julgados.
Dar às costas a criminosos parece a decisão mais natural para qualquer um que preza pela ética e pela moral, mas o fato é que amigos permanecem fiéis a assassinos, ladrões, pedófilos, estupradores. Pais não abandonam filhos presos por crimes hediondos. Familiares acreditam na inocência de parentes mesmo quando há provas robustas que mostram o contrário. “Mães que denunciam filhos à polícia, em geral, não o fazem por ódio, mas por impotência”, diz Krause.
O silêncio e o apoio são sempre lidos como conivência e sinal de (falta de) caráter. Talvez seja um pouco de tudo ou nada disso. Krause acredita é que diante da possibilidade de tirar um amigo, filho, pai, irmão da cadeia, a grande maioria das pessoas o faria e faz. E relativiza o crime, seja ele qual for. “Não se trata de justiça, valores morais elevados, atinência aos princípios éticos mais elementares, é uma questão de afeto e comportamento gregário de proteção ao bando ao qual eu pertenço e no qual me sinto incluído.”
Ele explica que, amigos, e quanto mais próximos forem, fazem parte de uma família eleita, não consanguínea, mas considerada como tal. São eles que vão nos proteger, acolher, defender e lutar conosco contra os inimigos que porventura venham nos atacar. “É perfeitamente natural que favoreçamos e ajudemos quem está conosco. Existe o velho ditado, de índole pra lá de duvidosa, mas indiscutível em termos de como as coisas acontecem no mundo real: “Aos amigos tudo, aos inimigos o rigor da lei”.
Apontar misoginia e reclamar do patriarcado talvez resolvam em parte as nossas dores e confortem nossos sentimentos de impotência, injustiça e indignação, quando vemos tantos casos de violência contra mulher serem resolvidos por meio de privilégios, corporativismo e Pix. Mas precisamos entender como combater os alicerces que mantêm a roda da impunidade girando, o que envolve nossos valores como sociedade que ampara os crimes relacionados ao machismo, além dos valores fixados pelo judiciário para aqueles que deveriam ser inafiançáveis, aqui ou em qualquer lugar do mundo.
Enquanto isso não acontece, parece que nos resta escolher melhor as amizades e até os parentes a ter esse tipo de dilema ético e moral para enfrentar. Como me disse Krause, “a vida não é justa”.
Tou pouco me lixando
Publicado em O Insulto Diário - Rogério Distéfano
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