"Vi vocês no blog do Solda!"

Os ciclistas Marcos Recchia e René Scholz – irmão do José Willeurbenautas noturnos acabaram no Bacacheri ontem à noite, devidamente trajados. Eu estava cochilando e quem fotografou os heróis foi a Vera, em frente à minha casa. É isso aí, rapaziada! Pedalar é preciso. E como! Grande abraço aos dois! Solda.
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E viva a vovó!

Não sei se o leitor ficou sabendo, mas sábado (não ontem, mas dia 27/7) foi o Dia das Avós. Como estive fora, também não sei se a data foi comemorada nesta paróquia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Muito provavelmente, não. Todo mundo diz gostar da vovozinha, mas homenageá-la com um dia especial, acha uma “uma cretinice”, como achava o jornalista Sérgio Porto, o imortal Stanislaw Ponte Preta.

Lalau afirmava que só no Brasil colava uma idiotice dessas: “Se já se comemora o Dia das Mães, por que o Dia das Avós?” E indagava, com alguma razão: “Acaso alguém consegue a proeza de ser avó sem ter sido mãe?” Sérgio Porto não entendeu que, apesar do apelo comercial, era apenas (como ainda é) mais uma maneira de reverenciar e dar carinho às velhinhas, que tanto merecem.

Mãe é a coisa mais importante desta vida, mas avó é uma coisa especial, única, quase celestial, que apenas aqueles que têm ou são conhecem. Por isso, na condição de auto-proclamado porta-voz dos avós sem coluna, transcrevo aqui um belo texto que me foi enviado pelo avô Renato Mazânek. É uma ode à arte de ser avó, uma composição que será perenizada pela beleza, capaz de comover até mesmo aqueles que ainda não receberam a suprema glória de se tornar avó (ou avô): perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu: “Eu gostaria de ser avó!”.

Ao ser interrogada do porquê dessa decisão, respondeu:
— Porque os avós escutam, compreendem. E, além disso, a família se reúne todinha na casa delas.

E continuou: “

Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Leva os netos para passear e conversa com eles.

“As avós não fazem nada e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como elas são velhinhas, não conseguem rolar pelo chão nem correr. Mas não faz mal. Elas nos levam ao shopping e nos deixam olhar tudo até cansar. Compram chocolate e sorvete. Na casa delas tem também um vidro com balas, outro com bolachas e outro cheio de suspiros.

Elas contam histórias de nosso pai ou de nossa mãe quando eles eram pequenos, histórias de uns livros bem velhos com muitas fotografias. Passeiam conosco, mostrando as flores, ensinando seus nomes e fazem-nos sentir os seus perfumes.

“Avós nunca dizem “depressa!’, “já pra cama!’ ou “se você fizer isso, vai ficar de castigo!’. Quase todas elas usam óculos e eu já vi algumas tirando os dentes e as gengivas.

“Quando a gente faz uma pergunta, as avós não dizem “menina, não vê que eu estou ocupada?!’. Elas param o que estão fazendo, pensam e respondem de um jeito que a gente entende.

“As avós sabem um bocado de coisas. E elas não falam com a gente como se fôssemos bobos. Nem se referem a nós com exclamações tipo “que gracinha!’, como fazem as visitas.

“O colo das avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste.
“Todo mundo deveria ter uma avó, porque, com os avôs, são os únicos adultos que têm tempo para a gente.”

Eis aí por que as avós são as mais doces criaturas deste mundo. Duplamente mães, suprem com um sorriso, um olhar carinhoso e um gesto de puro afeto as lacunas deixadas pelos atarefados país.

Merecem, pois, não apenas um dia especial, mas todos os dias da nossa existência.

E agora, se me dão licença, vou dar um beijo na vovozinha que tenho lá em casa.

Célio Heitor Guimarães (3/8/2008) O Estado do Paraná.
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Puizés!

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Quaxquáx!

Foto sem crédito.
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Sacolinhas de plástico? Necas de pitibiriba!

Foto de Beto Bruel, da Patagônia.
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Figuras de Teresina

Foto de Soruda-san.
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Deu no jornal

Folclore

Lerner vai a Paranaguá participar da campanha de Joaquim Vanhoni a prefeito pelo PDT e na comitiva está o arquiteto Allan Jacobs que não fala uma palavra em português. O mote do comício era ”Paranaguá Já” gritado em coral. No retorno o motorista se descuida nas lombadas e Lerner, Gerson Guelmann e o arquiteto batiam a cabeça no teto a cada freiada brusca. O americano, a cada obstáculo, gritava ”lombada já!”

De tanta lombada, falou português.

Luiz Geraldo Mazza (31/7/2008) Folha de Londrina.


O fato relatado pelo Mazza deu-se nas eleições municipais de 1996, à época do 1º mandato do Jaime no governo. Lembro que antes do comício fomos visitar o Professor Vidal Vanhoni, pai do candidato. Chegando na Vila Guarani, local do comício, logo percebemos que a multidão, como sói acontecer, não tinha o menor interesse no discurso do governador e do candidato. Na realidade todos aguardavam o show da Sula Miranda. O animador do comício gritava a todo instante o slogan do Joaquim Vanhoni:
— “PARANAGUÁ!”
E os espectadores, em coro:
— “JÁ!”

Felizmente não ficamos para assistir a performance da “Rainha dos Caminhoneiros”. Na volta “demos com os cornos” no teto do carro um sem número de vezes, porque o velho Cecon, conhecido por pisar fundo, não enxergava todas as dezenas de lombadas na saída da cidade. De uma certa altura em diante o Allan Jacobs encarregou-se de dar o alerta, e quando “pressentia” a proximidade de outra armadilha, gritava:
— “LOMBADA JÁ!”
Demos boas gargalhadas nessa noite, não só por isso. O Jacobs, arquiteto de renome mundial e uma figura humana ímpar, não acreditava que estava vivendo aquela experiência, realmente inusitada.
Coisas que ainda vou colocar num livro.

Gerson Guelmann.

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Blog da hora: 10:17

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Propaganda eleitoral gratuita

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Uaus!

Foto sem crédito.
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A guitarra e o pincel

Paulinho Teixeira, da banda Blindagem e o chargista Paixão. Cara a cara. Foto de Daniele Régis.
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De bermuda e chinelão

Sugar Minott, coleção HeartBeat, 1988. Tenho
dito. E feito. Solda.
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Contra el estereotipo femenino

Lugares comunes. Frente al obturador, las mujeres retratadas se rebelan contra el lugar común que propone que lo femenino es sinónimo de vulnerable, y posan ante el objetivo con fuerza, asumiendo incluso un aspecto masculino, en ocasiones, un tanto agresivo. En la imagen una fotografía de una mujer con máscara de gato de Wanda Wulz. – EFE – El País.
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Poemas sem cheiro de naftalina

Editado pela Lagarto Editores, anos 80. Estilo batatinha quando nasce morre pela boca e se esparrama pelo chão. Cunhado não é parente, mas eu queria Marcos Prado pra Presidente. Foi muito cedo morar em Alhures do Sul. Solda.
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Estreno como directora

La cantante estadounidense Madonna se ha estrenado como directora con un documental sobre los huérfanos de Malawi, titulado ‘I am because we are’. Ayer lo presentó, junto a su hija Lourdes Maria, en el Festival de Cine de Ciudad Traverse en Michigan, EE UU. EFE – El País.
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