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El deseo de Cameron Díaz: un culo gordo
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Habemus libro de Madonna… otra vez
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Debate entre candidatos
Marta Morfose, sexóloga, tem tudo para vencer o debate de hoje, Dia Internacional do Orgasmo. Ela, como ninguém, sabe como fuder com o povo de São Paulo.
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Quaxquáx!
A vida de ascensorista
é cheia de altos e baixos.
Alberto Centurião.
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Dibujo
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Soruda-san
Toda família curitibana tem um cartunista trancado
na edícula. Foto de Vera Solda.
Conheci Solda em 1622, numa pequena aldeia da Normandia. Ele se chamava então Geneviève e era uma encantadora moçoila de seus dezoito anos, rosto afogueado, cujo caso com um oficial inimigo provocara um escândalo sem precedentes na história da província.
Aos 24 anos, acusada de bruxaria, Solda (aliás Geneviève), foi condenada à fogueira, ao lado da abadia de Cerisy-La-Forêt, consumindo, além de um vestido novo que custara vinte francos, uma vida toda dedicada a minar a resistência dos exércitos invasores. Depois de ser índio sioux e vampiro na Transilvânia, volto a encontrá-lo, já no século XIX, como aventureiro no Mississipi. Lembro-me ainda hoje da maneira como seu corpo foi atirado no rio e engolido pelas rodas do vapor, ao roubar descaradamente no pôquer.
Novo desaparecimento e eis que, em 1936, Solda marcha ao meu lado na campanha da Abissínia. Era um italiano da Sardenha, chamado Bertollucio, cuja maledicência não poupava nem o próprio Mussolini. Morreu no campo de batalha, praguejando, com uma flecha espetada no sub-solo.
Reencontro-o, muito tempo depois, com uma certa surpresa, na Sala de Imprensa da Prefeitura. Finjo que não o conheco (ele me deve uma ficha de pôquer há mais de cem anos). E ele, aliviado, retribui com igual e fingida indiferença.
Para quem não acredita em reencarnação, informo o seguinte: este último Solda nasceu em Itararé, São Paulo, em 1952 e igual aos seus avatares anteriores, é um sujeito que muito promete. Isto se não encontrar uma fogueira, o General Custer, uma estaca de madeira, um parceiro de pôquer violento ou uma flecha etíope pela frente.
O que eu, particularmente, acho pouco provável.
Jamil Snege (1973)
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Do blog do Kenard Kruel
Foto de Vera Solda.
Kenard: “A amizade, é o maior de todos os bens; tão necessária à vida quanto a água, o fogo e o ar, ela é para o homem o que o sol é para a natureza; enfim, é tão agradável, tão honesta (essa palavra nada significa para mim), que os próprios filósofos a puseram entre os maiores bens. Pois bem, e se eu vos provasse que sou eu ainda que dou nascimento e vida a todas as amizades? Nada mais fácil, posso prová-lo de forma tão clara quanto o dia; mas para isso não empregarei nem dilemas, nem silogismos, nenhum desses raciocínios capciosos de que se servem geralmente nossos lógicos sutis; contentar-me-ei de seguir as luzes do senso comum. Fechar os olhos para os desregramentos dos amigos, iludir-se sobre seus defeitos, imitá-los, amar neles os maiores vícios, admirá-los como se fossem virtudes, não é isso o que se chama entregar-se à loucura? O amante que beija amorosamente uma mancha que percebe na pele de sua amante, o outro que cheira voluptuosamente o pólipo de sua Inês, o pai cujo filho é zarolho e que acha seu olhar terno, tudo isso não são puras loucuras? Sim, dizei quanto quiserdes que são loucuras, e loucuras das mais mais completas; mas admiti, no entanto, que são essas loucuras que formam e mantêm as amizades”. Erasmo, em O elogio da Loucura.
Albert Piauí veio aí de Teresina aqui pra Curitiba para me levar ao Salão Internacional de Humor do Piauí. E há sete anos vou até o Piauí para esse grande evento que reúne chartunistas (cartunistas + chargistas) de todo o Brasil. Eu e Albert somos como irmãos. Minha casa é uma espécie de consulado do Piauí em Curitiba. Conheço todos os filhos do véio Albert e me dou com todos eles, principalmente com Albert Nane, com quem encontro freqüentemente. Digo mais: a amizade é o maior patrimônio que nós possuímos. Carros, casa, geladeira, computador, tudo a gente compra. Menos as amizades. Não se encontra Kenard Kruel em supermercado. Nem Fred Ozanan. Nem Solda.
Solda e Vera.
Albert Piauí veio aí de Teresina aqui pra Curitiba para me levar ao Salão Internacional de Humor do Piauí. E há sete anos vou até o Piauí para esse grande evento que reúne chartunistas (cartunistas + chargistas) de todo o Brasil. Eu e Albert somos como irmãos. Minha casa é uma espécie de consulado do Piauí em Curitiba. Conheço todos os filhos do véio Albert e me dou com todos eles, principalmente com Albert Nane, com quem encontro freqüentemente. Digo mais: a amizade é o maior patrimônio que nós possuímos. Carros, casa, geladeira, computador, tudo a gente compra. Menos as amizades. Não se encontra Kenard Kruel em supermercado. Nem Fred Ozanan. Nem Solda.
Conte sempre comigo, véio. Este ano queremos uma festa para calar a boca dos que deixaram de colaborar no Salão do ano passado. Certo?
Solda e Vera.
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Figuras de Teresina
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Aviso aos velhacos:
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Rettamozo, el Retta
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