Trafegando no pântano político

Foto sem crédito.

Aviso aos navegantes: sempre fui
grouchomarxista convicto. Solda.
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Álbum

Foto enviada por Annaterra Viana. Uebas!
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Rá!

Passe ao largo. Ou você estará caminhando vigorosamente em direção ao passado. Solda.
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Solda

O Estado do Paraná.
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De lá

No lusco-fusco do botequim-manjedoura, almas de borracha trafegam na contramão da própria vida, ao lado do convento das Mercês. Foto de Toninho Vaz, de São Luís do Maranhão.
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Benett

Gazeta do Povo.

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Mais um livraço de Alcy e Bel

A venda nas livrarias e boas casas do ramo.
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Homenagem ao “canhoto” da guitarra

Foto sem crédito.

O Maxixe Machine volta ao palco do Jokers (R. São Francisco, 164), nesta quinta-feira, dia 31, às 22 horas para celebrar este 40 anos de vida artística de seu violonista solo, Walmor Douglas Wisloski Góes, o Walmor Góes, ou como preferem os amigos mais chegados, simplesmente o “Frank”. O show “Somos Fãs do Frank”, presta uma justa e merecida homenagem a este que é um dos melhores guitarristas da cidade. Para esta apresentação o Maxixe promete se empenhar na execução de canções divertidas de várias fases da banda, garantindo uma noite agradável no palco de um bar que tem se destacado pela qualidade do som. O Maxixe Machine é formado por Rodrigo Barros (violão /voz), Luiz Ferreira (cavaquinho/voz), Walmor Góes o “homenageado” (violão/voz), Alberto Lins (baixo/voz) e Rodrigo Genaro (bateria e percussão).

Frank

Dotado de grande musicalidade. O canhoto Walmor ‘Frank’ Góes aprendeu sozinho a tocar violão com o detalhe de nunca ter invertido as cordas, o que lhe garante a peculiaridade de tocar o instrumento “de cabeça para baixo”, uma pegada raríssima até mesmo entre canhotos.

Exímio guitarrista, Walmor Góes iniciou sua carreira em 1968, então com oito anos, nos programas televisivos Mini-Chance, produzido por Didier e Newton Deslandes, levado ao ar pelo Canal 6, Tv Paraná e Gurilândia, produzido por Emerentino Paca e levado ao ar pelo Canal 12, Rede Paranaense de Televisão. Os programas, produzidos em Curitiba, eram levados ao interior do Paraná, reproduzindo-se os programas, sempre ao vivo, em palcos das cidades. O repertório era baseado na Jovem Guarda.

Num passado nem tão distante, após passar pelo grupo de rock Kamassutra, conheceu os integrantes do Beijo AA Força, na época com a Contrabanda, começaram um caso de amor à música que dura até hoje, no Maxixe machine. Walmor toca em outras bandas emblemáticas da cidade, o Gruvox e especialmente no Opinião Pública.

Maxixe Machine

A banda, com 10 anos de carreira e cinco álbuns gravados, encontra-se no melhor de sua forma, com um repertório afiado e muito bem ensaiado, mostrando que ainda tem muita lenha pra queimar na música brasileira.

Atualmente estão trabalhando um repertório extenso formado por composições próprias e reinterpretações de clássicos de Noel Rosa, Geraldo Pereira, Sérgio Sampaio e outros grandes da nossa MPB. O Maxixe Machine é seguramente uma das bandas mais importantes da cidade.

Serviço:

Show “Somos Fãs do Frank” com a banda Maxixe Machine. Nesta quinta-feira, dia 31, a partir das 23 horas, no Jokers (R. São Francisco, 164). Ingressos: R$10. Informações e reservas: (41) 3324-2351

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Todo dia é dia

amor tecido

amor de mãe
a mordomia
amor de criança
a mordida
amor de criatura
a mordaça
amor de extenuado
a morbidez

amor de fruta
amoreira
amor de máquina
amortecedor

amor de freguês
a mortadela
amor de dívida
a moratória
amor de verão
a moringa
amor de estruturalista
a morfologia

amor de bóia-fria
amornado
amor de mulata
amorenado

amor de sedativo
a morfina
amor de suíno
a morcela
amor de humorista
a mordacidade
amor de violácea
amor-perfeito

solda

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Dibujo

Desenho de Orlando, el Pedroso.
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Vista a carapuça

Pra mim, velhaco

não fede nem cheira.

Mas tem alguns

que cheiram!

Solda
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Aquele beijo que te dei

Britney Spears e Madona. Foto sem crédito.
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Um tarado no tablado

(à maneira de um famoço musgo inglês assassinalado nos Estalos Uníssonos, num ano não muito pródigo em dezembros)

A janela acesa despintava no peitoril sinequanon. Eustáquio Teustáquio procurava um empalhador de palavras.

Eustáquio Teustáquio, sabem como é, o Nossostáquio, estava parafernaliando entre as postetutas da Rua Chuelo, aquela infestada de Mariaposas. Nostácio não andava bem do patíbulo e enroscava o balaústre nas pérgulas do pároco. Parábolas mirabolantes lhe atravessavam o mirante desabotoado, empinando coitos nas páginas amarelecidas dos Alfa Rábius.

Não cabendo em si, entrol no barboteco e pediu dois dedos de cedilhas, ao alegrete. O barçom estranhou o trigode que escondia metade do resto de Nostácius, mas acabou servindo o pratinho feio de cedilhas, das importadas, aos solavancos e solevantes.
— Por Tutatis! Barbituricou Bosstácius.

— Por Tutatis! Homeopáticus!
Estas cedilhas cedilham esôfago abaixo saltitontas, como nas fábulas fantastibulosas de toldos os ambrosebierces e millôres da riodondeza!

Restros de luz embelheciam o barboteco àquela hera da madrugadália. Foi quando entrol Heptandria, num vestido e havido como gerúndio, embora a desconfiança fosse geral do galvão ferraz, impávido na montanha de Fócida – dessas consagradas a Apolo, Parnaso, se me entendem – repartindo o cabelo entre o paroxismo e a rubrica mal desenvolvida.

Heptandria brilhava de posméticos e ledosivos. Saiu de trás do biombro e salcudiu o açúlcaro, como se pretendesse emporcalhar o chafé soçaite. Teustáquio abalroou uma mariaposa e desferiu-lhe o supersério, acenando-lhe bipétalo. A mariaposa, rubirosa, chamou dois esmagas que faziam a renda da rendondeza e correu para os braços de Morfeltro. Formou-se a confuciozão. Heptandria fugiu para o bardel e truncou-se em ásdecopas, dando uma de joão-de-bruços. Uma cirene argentina desatou em marlombrandos, dos magros. E vieram as leziras e os lamarões de água parada e decomposta ao sol. Tonto, embora zorro e lúcido, Nostácius estendeu todos os tentáculos e desceu a Rua Chuelo e seguiu os padrões geraes da leiteratura brazilianista actual. Um empulhador de próstatas passava pelo logar – minto muito pra não dizer palavrório e para não dizer nada – e seguiu Nosvócius pelas imperícias guindadas às bagatelas empasteladas de genialidade, entre veraneios líquidos irresponsáveis, fórmulas escravizadas, campos de estrobérri, nevralgias retrospectivas e demais desenlapeamentos.

Enquanto isso, num bardelima, dois hímens passam em revista as contradicções empostadas, os impasses, as artimanhãs do poder, a exportação do polvo e a injustiça na Nica D’água.

Teustáquius passa numa biga. É o altista, criador de coisas belas, a antena da raça, a porcelândia chinesa, a madre tertúlia lutando contra a mesmice das Ruas Chuelos da Cruelritiba. Artychewski foi jogado na arehiena e devorado pelos leomansos paranistas.

A jaunela acesa despintava no peitoril sinedie.
Bêbado, quem me compreenderá?

Solda

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Frutos do mar de pobre

Foto enviada por Juarez Matter.

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Solda

O Estado do Paraná.
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