Faça propaganda e não reclame

Ilustração de Benício, el maestro.
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Uebas!

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Todo dia é dia

Reflexões acerca do violeta

roxo é cor da terra do norte
diz-se roxo de quem é muito corintiano
porque roxo é cor de quem sofre
roxo é cor de fim de ano

é a cor do corpo na morte
roxo é cor de quem está nervoso
é a cor do sangue visto de longe
diz-se da cor do saco de quem nasce homem

é a cor do cu de qualquer um
roxo é um azul distante
um vermelho para quem o viu mais adiante
roxo é cor do néon que inebria

é a cor que anuncia o dia
a que mais apetece
é a cor da manhã
e de quando anoitece


Flávio Jacobsen
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Anvisa cancela registro do Prexige; consumidor deve substituir medicamento

Pronto. O presidente Lula não pode mais fazer discurso inflamado. He! He! Foto sem crédito.
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Teatro Guaíra, 24 a 27 de julho

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Figuras de Teresina

Foto de Albert Piauí.
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MÊS DE FÉRIAS: Sessão "A FAVOR", no Cineclube Contramão

A teta e a lua (ESP, 1994) Bigas Luna 19h.

Local: Espaço Cinevideo da Video 1, Rua Padre Anchieta, 458. Curitiba/PR – Fone: (41) 3223-4343 – Data/Horário: 26/07/08 – 19h – Programação do Contramão: Tom Lisboa – Entrada Franca. Sobre o diretor: O realizador e guionista Juan José Bigas Luna nasceu em Barcelona a 19 de março de 1946. Começa a sua carreira cinematográfica nos anos 70, rodando curtas metragens. A sua primeira longa metragem data de 1976 e chama-se Tatuaje. Mas será em 1978 com o filme Bilbao que conseguirá prestígio internacional, com a sua selecção no Festival de Cannes. Os seus filmes são rodados em castelhano e em catalão, e contam sempre com uma grande carga de erotismo. É considerado um grande descobridor de talentos como Ariadna Gil, Javier Bardem, Penélope Cruz e Jordi Mollà.
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Figuras de Teresina

Foto de Albert Piauí.
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MÊS DE FÉRIAS: Sessão "A FAVOR", no Cineclube Contramão

A teta e a lua (ESP, 1994) Bigas Luna 19h.

Local: Espaço Cinevideo da Video 1, Rua Padre Anchieta, 458. Curitiba/PR – Fone: (41) 3223-4343 – Data/Horário: 26/07/08 – 19h – Programação do Contramão: Tom Lisboa – Entrada Franca. Sobre o diretor: O realizador e guionista Juan José Bigas Luna nasceu em Barcelona a 19 de março de 1946. Começa a sua carreira cinematográfica nos anos 70, rodando curtas metragens. A sua primeira longa metragem data de 1976 e chama-se Tatuaje. Mas será em 1978 com o filme Bilbao que conseguirá prestígio internacional, com a sua selecção no Festival de Cannes. Os seus filmes são rodados em castelhano e em catalão, e contam sempre com uma grande carga de erotismo. É considerado um grande descobridor de talentos como Ariadna Gil, Javier Bardem, Penélope Cruz e Jordi Mollà.
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Bah!

Foto sem crédito.
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11 de setembro, 2001.

Pra ninguém esquecer. Foto sem crédito.
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Os Viaros

Constantino Viaro, filho do artista italiano Guido Viaro (1897 –1971), inaugura até o fim do ano um espaço para guardar e divulgar a obra do pai.

Diante da falta de iniciativas públicas que valorizem o legado deixado por estes que – cada um ao seu modo – figuram entre os mais representativos artistas do estado, foi preciso que os herdeiros pusessem a mão no bolso para proporcionar aos acervos a visibilidade que merecem.

Com recursos próprios e a ajuda dos três filhos, que rasparam suas poupanças, Constantino Viaro comprou e está reformando o casarão de 1930, à Rua XV de Novembro, 544, que abrigará o acervo de 300 óleos sobre tela, 700 desenhos e 300 gravuras da coleção familiar. Além destas obras,

o filho do artista ítalo-brasileiro Quirino Campofiorito (1902 – 1993) doará 45 gravuras de Viaro que pertenciam ao pai.

O acervo de Constantino era o cerne do antigo Museu Guido Viaro, inaugurado em março de 1975 e fechado durante a administração de Rafael Greca. “Havia um abandono total. Roubaram 40 desenhos, o local não tinha desumidificador, chovia dentro. Então, retirei os quadros e levei pra casa”, conta o filho do artista. Desde então, não recebeu nenhuma proposta, seja do governo municipal ou estadual, para reabrir o museu ou criar um novo espaço. Chegou a cogitar vender o acervo
. “Recebi propostas de uma galeria norte-americana e de industriais europeus que pretendiam levar a obra de meu pai de volta à Itália (Guido Viaro nasceu em Badia Polesine, província de Rovigo, no Vêneto).”

Os filhos convenceram-no a criar um espaço próprio para as obras. Iniciada no início deste ano, a reforma atrasou por conta de inúmeros entraves burocráticos com a prefeitura e o corpo de bombeiros. Mas Constantino pretende abrir a casa até o fim deste ano, possivelmente com o nome de
Centro Cultural Guido Viaro.

Os 600 metros quadrados do prédio, que antes abrigava seis apartamentos, comportarão espaço para exposição nos dois andares, auditório, terraço e um sala de reserva técnica climatizada. O acervo será exibido no segundo andar – com acesso por uma escadaria original, restaurada, e um elevador de vidro transparente para idosos e cadeirantes. “Como são muitas obras, faremos exposições alternadas, com o apoio de curadores convidados”, explica.

Estarão em exibição permanente o documentário sobre a atrajetória do artista, feito pelo neto Túlio Viaro, e um CD com 1,1 mil obras catalogadas e fotografadas por Juliano Sandrini.

No térreo, os painéis removíveis pendurados no teto abrigarão mostras de outros artistas. O espaço também comportará uma loja para venda de souvenirs, gravuras e livros. “Dalton Trevisan já disse que vai pôr seus livros ali”, diz Constantino.

O projeto de iluminação recebe os palpites de Beto Bruel, que também sugeriu a criação de um pequeno palco para abrigar peças de câmara e pequenos shows musicais.

Proposta já aceita, diga-se de passagem.

No quintal, um café com administração terceirizada será, com a loja, fonte de renda para o espaço. Constantino também pretende arrecadar fundos com a criação de um estacionamento em um dos dois terrenos que adquiriu ao redor do casarão. No outro, planeja um espaço para ofertar cursos que tenham como ponto em comum o desenho como linguagem.

“Acho que a criação de espaços privados como este e o de Poty, por exemplo, são um caminho que serve, inclusive, para abrir os olhos do poder público. Será um sacrifício, mas estamos fazendo e vai valer a pena”, diz o herdeiro do acervo de Viaro.

Enviado por Leila Pugnaloni.

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Os ipês nas bandas do Juvevê

Foto de Alberto Melo Viana.
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Enquanto isso, na Patagônia…

Betina e Beto Bruel, en vacaciones.

Reginas Bastos com frio, muito frio. He! He!
Fotos de Misquici.
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Álbum

Pablo, el Leminski. Foto de Nani Gois.
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