Chamando o garçom

O escritor Toninho Vaz e Áurea Leminski, em encontro na livraria Ghignone, 2001, para lembrar que a semana do cachorro-louco (24 de agosto) vem ai… Uebas!
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Leonardo da Jandra

Estimados amigos en OaxacaLes compartimos la invitación de nuestros amigos de la Proveedora Escolar y Editorial Almadía, para la presentación del libro La almadraba, del escritor Leonardo da Jandra. Será este jueves, 19 de junio, a las 20:00 horas en el Centro Cultural Santo Domingo, de la ciudad de Oaxaca. En la mesa estarán Javer García-Galiano y el autor. Esperamos verlos por ahí. Saludos.
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A China que não conhecemos

Foto sem crédito.
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Antes tarde do que nunca!

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Chamando o garçom

O escritor Toninho Vaz e Áurea Leminski, em encontro na livraria Ghignone, 2001, para lembrar que a semana do cachorro-louco (24 de agosto) vem ai… Uebas!
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Desenhando no Restaurante Capitu – 6 de junho

Orlando, el Pedroso, o sensato, escreveu neste guardanapo a data em que devo parar de fumar. É uma péssima notícia para mim, mas ótima para vocês. Não ficou estabelecido o ano, mas creio que deve ser em 2008 mesmo. Solda.
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Traduções que os autores traduziriam

Desperdiçar o precioso sêmen numa greta
Debilita o esbanjador e vitamina a luxúria.
E a luxúria em ação é deliberadamente proxeneta,
Perversa, pérfida, perjura, espantadora, espúria.
Tão logo abatida quanto de pronto descartada,
Ídolo abandonado ao ódio do adorador,
Luxúria volta ao seu disfarce de isca armada
Para prostituir o próximo propício pescador.
Loucos de água na boca: enfim dois
(e pensar que este fato pode gerar um feto).
Nada de nada sobra, depois do depois.
Antes o sonho mais querido, no final, um espectro.

Tudo isso sabem todos, mas ninguém sabe ao certo
Evitar o paraíso que antecede o inferno.


William Shakespeare

Antonio Thadeu Wojciechowski
e Sérgio Viralobos
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Original Beto Batata – 28 de maio

Foto de Kraw Penas.
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Charge antiga

Publicada n’ O Estado do Paraná.
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Tudo de novo debaixo do soul

Foto sem crédito.

A cantora inglesa Joss Stone se apresenta hoje no Teatro Positivo. A garota é considerada uma revelação da soul music e já vendeu mais de sete milhões e meio de discos em todo o mundo. Os ingressos custam entre R$ 200 e R$ 400. Você pode compra-los apenas com dinheiro nos quiosques do Disk Ingressos nos shoppings Mueller e Curitiba. O Teatro Positivo fica na rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300.
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Uebas!

Multidão observa corrida de estudantes nus, na celebração dos 100 anos da Universidade das Filipinas, ao norte de Manila. Aaron Favila/AP.
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100 anos da imigração japonesa no Brasil

Foto sem crédito.

No Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, o Imin 100, mais do que a própria saga da imigração, as festividades ressaltam a integração conquistada pelos japoneses no País. Integração que foi acontecendo aos poucos, já que costumes se mantiveram e a adaptação de língua, alimentação e hábitos locais, na maioria das vezes, não foi fácil.

Foi no dia 18 de junho de 1908 que chegou ao Brasil o Kasato Maru, navio que trouxe os primeiros 781 imigrantes japoneses (165 famílias) ao Porto de Santos, em São Paulo, para trabalhar nas lavouras de café.

E, como parte das homenagens ao Imin 100, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança no próximo domingo uma versão em inglês da obra Resistência e integração -100 anos de imigração japonesa no Brasil. O lançamento em português aconteceu ontem, em São Paulo, e a partir da próxima semana o IBGE disponibiliza o livro para venda.

Histórias de pioneiros, fotos e imagens históricas enriquecem os relatos que relembram os avanços e retrocessos da política de abertura dos portos ao imigrante japonês e analisam a dinâmica demográfica desse grupo no Brasil. O fenômeno dekassegui (retorno ao Japão de alguns descendentes) e a construção da identidade dos nipo-brasileiros são outros temas ressaltados na obra.

Com um capítulo destinado à imigração no Paraná, as autoras Alice Asari e Ruth Youko Tsukamoto retomam costumes e informações sobre os primeiros japoneses a se instalarem no Estado. “Nas décadas de 1920 e 1930, o grande fluxo de imigrantes japoneses para o norte do Estado foi decorrente das mudanças na política de colonização do governo japonês, quando foram criadas as companhias colonizadoras”, diz o texto.

População
O censo de 1920 foi o primeiro a contabilizar a população japonesa no Brasil. A contagem mostrou que, 12 anos após a vinda dos primeiros imigrantes, havia 28 mil pessoas que compunham a população japonesa. Desse total, 95,3% dos japoneses encontravam-se na região sudeste, marcadamente em São Paulo, no município de Iguape, onde o governo estadual distribuía terras às famílias imigrantes. Dos primeiros japoneses, havia 141,5 homens para cada 100 mulheres.

De acordo com o IBGE, a maior participação dos japoneses na sociedade brasileira aconteceu pela educação e pelo trabalho. Um povo atento às novas oportunidades trazidas pela melhoria das condições de vida no campo e pelo crescimento urbano acelerado, principalmente a partir dos anos
1950s.

Oitenta anos depois, o número de residentes de origem japonesa pulou para 71 mil, segundo o IBGE. Desses, quase oito mil vivem no
Paraná.
No Estado
O Paraná abriga hoje a segunda maior comunidade nikkei do País, com mais de 141 mil pessoas. Essa história começou com a primeira colônia japonesa, ainda na década de 1910, em Cacatu, na região de Antonina, litoral do Estado. Em Curitiba, por mais de 15 anos viveu o pioneiro da imigração japonesa no Brasil, Ryu Midzuno. Após sua morte, que aconteceu em São Paulo, em 1951, a viúva Maki Midzuno fixou residência na cidade, onde faleceu em 1996, deixando filhos e netos.

Luciana Cristo [18/06/2008]O Estado do Paraná.
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Dalcio – Correio Popular.
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Blog da hora: 8:54

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Parodiando Lina Faria

Baixo retrato. Joss Stone se apresenta descalça e com as unhas coloridas no Rio de Janeiro. A cantora de 21 anos de idade, disse que quer conhecer as brasileiros e noite paulistana. AgNews.
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