Bah!

Foto sem crédito.
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Traduções que os autores traduziriam

Desperdiçar o precioso sêmen numa greta
Debilita o esbanjador e vitamina a luxúria.
E a luxúria em ação é deliberadamente proxeneta,
Perversa, pérfida, perjura, espantadora, espúria.
Tão logo abatida quanto de pronto descartada,
Ídolo abandonado ao ódio do adorador,
Luxúria volta ao seu disfarce de isca armada
Para prostituir o próximo propício pescador.
Loucos de água na boca: enfim dois
(e pensar que este fato pode gerar um feto).
Nada de nada sobra, depois do depois.
Antes o sonho mais querido, no final, um espectro.

Tudo isso sabem todos, mas ninguém sabe ao certo
Evitar o paraíso que antecede o inferno.

William Shakespeare

Antonio Thadeu Wojciechowski

e Sérgio Viralobos
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Aonde fica essa cidade?

Foto sem crédito.
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Original Beto Batata – 28 de maio

Foto de Kraw Penas.
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Provocação

Ivetão – Foto de Lucilia Guimarães.
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Charge antiga

Publicada n’ O Estado do Paraná.
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Reflexões à beira do abismo

Khlestakov, sozinho no quarto, aproveita para refletir. Afinal de contas, é nas horas difíceis que um homem deve ter força moral para avaliar a sua situação e crescer interiormente. “Mas que fome desgraçada!” Ele havia dado um passeio para ver se a monotonia da cidade e a visão do lixo nas ruas lhe tirariam o apetite. Mas não havia jeito. Se não fosse aquela maldita farra, teria dinheiro ao menos para voltar para casa.

“Onde é que errei, meu Deus.” E continuava a fazer sua corajosa autocrítica. Aquele capitão de infantaria tinha um estranho poder: era capaz de fazer o milagre da multiplicação dos ases. E ainda riu como um bárbaro, um verdadeiro animal, quando, em menos de 15 minutos, arrancou o couro de Khlestakov, praticamente o deixando pelado na sarjeta. Mesmo assim, o rapaz estava ávido por voltar a jogar com ele. Por azar, havia acabado justamente em Babuska. Uma cidadezinha chata, de gente que não quer vender fiado, um bando de canalhas que economiza até o tempo em que poderia ter alguma conversa interessante.

— É isso mesmo! Descobri! O meu grande defeito, o meu maior erro é ser um grande, um tremendo de um azarado.

(Trecho de O inspetor geral, de Nicolai Gógol, versão de Roberto Prado, editora FTD, SP

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Tudo de novo debaixo do soul

Foto sem crédito.

A cantora inglesa Joss Stone se apresenta hoje no Teatro Positivo. A garota é considerada uma revelação da soul music e já vendeu mais de sete milhões e meio de discos em todo o mundo. Os ingressos custam entre R$ 200 e R$ 400. Você pode compra-los apenas com dinheiro nos quiosques do Disk Ingressos nos shoppings Mueller e Curitiba. O Teatro Positivo fica na rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300.
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Feliz aniversário, Dona Marina!

Marina Solda, mãe, que só tem uma, do cartunista que vos digita. Foto de Vera Solda.
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Uebas!

Multidão observa corrida de estudantes nus, na celebração dos 100 anos da Universidade das Filipinas, ao norte de Manila. Aaron Favila/AP.
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Mário Schoemberger – 1952/2008

Dante Mendonça, Soruda-san, Beto Bruel e Mário Schoemberger. Foto de Lina Faria.
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Marcha da Maconha 2009

Fumando, espero.
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100 anos da imigração japonesa no Brasil

Foto sem crédito.

No Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, o Imin 100, mais do que a própria saga da imigração, as festividades ressaltam a integração conquistada pelos japoneses no País. Integração que foi acontecendo aos poucos, já que costumes se mantiveram e a adaptação de língua, alimentação e hábitos locais, na maioria das vezes, não foi fácil.

Foi no dia 18 de junho de 1908 que chegou ao Brasil o Kasato Maru, navio que trouxe os primeiros 781 imigrantes japoneses (165 famílias) ao Porto de Santos, em São Paulo, para trabalhar nas lavouras de café.

E, como parte das homenagens ao Imin 100, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança no próximo domingo uma versão em inglês da obra Resistência e integração -100 anos de imigração japonesa no Brasil. O lançamento em português aconteceu ontem, em São Paulo, e a partir da próxima semana o IBGE disponibiliza o livro para venda.

Histórias de pioneiros, fotos e imagens históricas enriquecem os relatos que relembram os avanços e retrocessos da política de abertura dos portos ao imigrante japonês e analisam a dinâmica demográfica desse grupo no Brasil. O fenômeno dekassegui (retorno ao Japão de alguns descendentes) e a construção da identidade dos nipo-brasileiros são outros temas ressaltados na obra.

Com um capítulo destinado à imigração no Paraná, as autoras Alice Asari e Ruth Youko Tsukamoto retomam costumes e informações sobre os primeiros japoneses a se instalarem no Estado. “Nas décadas de 1920 e 1930, o grande fluxo de imigrantes japoneses para o norte do Estado foi decorrente das mudanças na política de colonização do governo japonês, quando foram criadas as companhias colonizadoras”, diz o texto.

População

O censo de 1920 foi o primeiro a contabilizar a população japonesa no Brasil. A contagem mostrou que, 12 anos após a vinda dos primeiros imigrantes, havia 28 mil pessoas que compunham a população japonesa. Desse total, 95,3% dos japoneses encontravam-se na região sudeste, marcadamente em São Paulo, no município de Iguape, onde o governo estadual distribuía terras às famílias imigrantes. Dos primeiros japoneses, havia 141,5 homens para cada 100 mulheres.

De acordo com o IBGE, a maior participação dos japoneses na sociedade brasileira aconteceu pela educação e pelo trabalho. Um povo atento às novas oportunidades trazidas pela melhoria das condições de vida no campo e pelo crescimento urbano acelerado, principalmente a partir dos anos 1950s.

Oitenta anos depois, o número de residentes de origem japonesa pulou para 71 mil, segundo o IBGE. Desses, quase oito mil vivem no
Paraná.

No Estado
O Paraná abriga hoje a segunda maior comunidade nikkei do País, com mais de 141 mil pessoas. Essa história começou com a primeira colônia japonesa, ainda na década de 1910, em Cacatu, na região de Antonina, litoral do Estado. Em Curitiba, por mais de 15 anos viveu o pioneiro da imigração japonesa no Brasil, Ryu Midzuno. Após sua morte, que aconteceu em São Paulo, em 1951, a viúva Maki Midzuno fixou residência na cidade, onde faleceu em 1996, deixando filhos e netos.

Luciana Cristo [18/06/2008]O Estado do Paraná.
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Tchan!

Desenho de Cesar Marchesini.
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Dalcio – Correio Popular.
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