Dibujo

Desenho de Cássio Loredano.
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Para os polacos de todas as colônias

Nas livrarias e boas casas do ramo.
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O Mundo

Basta a seqüência de créditos iniciais para uma primeira constatação a partir de O Mundo: Jia Zhang-ke está buscando novas formas, materiais, ambições – nova estatura. Acostumado a rodar na clandestinidade, utilizando suportes baratos e leves – a exemplo da mini-DV com que Yu Lik-wai (seu diretor de fotografia e braço direito) produziu uma textura única e fez dois grandes ensaios sobre o espaço da China contemporânea em Prazeres Desconhecidos –, Jia vem agora com um filme feito em digital de alta definição e preenchendo a tela de lado a lado, num formato 1:2.35 suntuoso e exuberante – muitas vezes até opulente.

Enquanto os nomes que compõem a ficha técnica vão aparecendo aos poucos, sempre ocupando o mínimo de espaço possível na imagem, mas sempre participando da sua plástica, o filme já propõe a flutuação delirante de uma imagem para outra, o que em O Mundo pode significar flutuar de um regime de imagem a outro. A dançarina Zhao Tao percorre os bastidores perguntando se alguém tem um band-aid, a câmera na mão a acompanhando de perto, até que ela se senta e cola o adesivo no calcanhar.

Uma música surge do fundo e, antes que aquele plano que tão-somente documentava a personagem pondo um curativo no pé vire cena de ficção científica, ocorre o corte para o palco com o espetáculo de dança já em andamento, a música agora em alto volume. O que se segue é uma breve cena musical, momento mágico em que o artista expande sua mise en scène para um “palco” maior.

A ambição do novo filme de Jia vem acompanhada da boa notícia: grande esteta que é, ele remete o princípio de asfixia do plano de seus filmes anteriores a uma vocação de movimento que se dá de forma ao mesmo tempo estável, fluida e majestosa

O Mundo (2004,CHI) Jia Zhang-Ke 19h– Local: Espaço Cinevideo da Video 1, Rua Padre Anchieta, 458. Curitiba/PR Fone: (41) 3223-4343 Data/Horário: 14/06/08 – Entrada Franca.
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Original Beto Batata – 28 de maio

Foto de Kraw Penas.
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haicara

Leila Pugnaloni – Foto de Ana Barrios.
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Ouiés.

Foto sem crédito.
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Porque o Ogro Vermelho Chorou

Da busca e do vazio humanos. Foto sem crédito.

Mergulhar no passado para discutir questões contemporâneas. Essa é a proposta da Companhia de Teatro PalavrAção com o espetáculo Porque o Ogro Vermelho Chorou. A peça, inspirada no conto que empresta nome ao espetáculo – de autoria do escritor japonês Hirosuke Hamada – discute, por exemplo, o consumismo.

“O ser humano tenta preencher o vazio consumindo. Mas, uma vez de posse do produto, o vazio continua e se busca outro produto. O ciclo não tem fim”, verbaliza Paulo Marques, o diretor da montagem – concebida coletivamente com a participação dos sete atores que compõem o elenco. Porque o Ogro Vermelho Chorou também discute a busca humana. O ogro vive no alto de uma montanha, vai em busca de seus desejos e é considerado “feio” por fazer o que deseja. Os aldeões são o contrário: habitam a parte inferior da montanha, reprimem as pulsões e, devido a isso, são tidos como modelares, a regra, o padrão. “O ogro é ético consigo mesmo. E a montagem tem um subtexto que trata de ética, uma questão atualíssima”, teoriza o diretor do espetáculo, salientando que o grupo contou com assessoria de psiquiatras e filósofos durantes as discussões que antecederam a montagem da peça. Marques ainda sublinha que o texto foi idealizado originalmente para crianças, mas o espetáculo é direcionado ao público adulto.

A montagem, com duração aproximada de 80 minutos, tem no elenco os atores Gilmar Rodrigues, João Winch, Marcos Trindade e Roger Batista e as atrizes Josiane Maia, Letícia da Rosa e Rita Sales, todos integrantes da Companhia de Teatro PalavrAção – que recebe subsídios da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Marques acrescenta que há nuances poéticas na peça, anunciadas num breve texto, assinado pelo elenco: “Um ogro, um lugar nenhum, uma sociedade: seu mito vermelho. Inseridos em um universo único e ao mesmo tempo comum, veremos a transformação da vida pacata de um ogro ao conquistar a confiança de seus peculiares vizinhos”.

Serviço
Porque o Ogro Vermelho Chorou. Mini-Guaíra (R. Aminthas de Barros, s/nº), (41) 3304-7900. Estréia 12 de junho. De quinta-feira a sábado, às 21 horas. Domingos às 19 horas. R$ 10 (inteira). R$ 5 (meia), para estudantes, idosos e portadores do cartão Teatro Guaíra. Até 29 de junho.

Marcio Renato dos Santos/Gazeta do Povo.

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Tchan!

O local é a simpática esquina da Saldanha com Visconde do Rio Branco – Data: nesta sexta-feira 13 de junho, a partir das 19h00 – Traje preto e vermelho (como todo vampiro que se preze) Informações: Bar Ao Distinto Cavalheiro – Tel.: 3019-4771
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Original Beto Batata – 28 de maio

Foto de Kraw Penas.
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Bah!

Foto sem crédito.
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haicaras

Milzi Digiovanni Guiz e Sandra Solda.
Foto de Soruda-san.
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Hoje tem!

As Improváveis. Espaço Cultural É -Rua França Pinto 498 – Vila Mariana (próximo ao Metrô Ana Rosa) Meia entrada 15 reais! – para estudantes (com carteirinha) e classe artística (com DRT ou OMB) Informações e reservas: 5572 5363 – Horário: 21:30h
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Parodiando Lina Faria

Baixo retrato – Foto sem crédito.
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Figuras de Teresina

Foto de Albert Piauí.
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haicara

Fabiula Nascimento – Foto de Soruda-san.
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