Desenhando no Restaurante Capitu – 6 de maio

Amely, a Mulher de Verdade,
by Orlando, El Pedroso.
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Uaus!

A modelo que abalou a Diretoria do Coxa,
Suzana Pittelli. Foto de Anderson Tozato.
Publicado em Sem categoria | 1 comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Tchan!

Desenho de El Baxo, Cesar Marchesini.
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Tricornetas

Desenho de Rafa Camargo.
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Pancho – Gazeta do Povo.
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Desenhando no Restaurante Capitu – 6 de maio

Desenho de Orlando, el Pedroso. Uebas!
Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Uaus!

The Heptones – Earl Morgan, Leroy Sibbles & Barry Llewelyn – formação original. CD de 1992, Sonic Sounds. Tudo o que você sempre quis ouvir dos Heptones. Kingston, Jamaica W1. Sentiu, Benett?
Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Renato Scarpin no Motel

“Motel Paradiso” foi considerada uma das três melhores comédias de São Paulo em 2007. A peça conta estórias de traição no casamento, a busca incessante pelo dinheiro, gravidez precoce, entre outras coisas. Trata-se de duas famílias. Uma riquíssima (onde o pai é o dono de banco) e outra classe média (onde o pai é bancário).

Em comum apenas os casos de traições conjugais. Os filhos é que aproximarão as famílias através de uma gravidez precoce e que pelos pais é indesejada. Uma comédia inteligente, mas popular. Diálogos corriqueiros mas absolutamente interessantes e ágeis. Personagens tão humanos quanto nós ou nossos parentes e amigos. Enfim, “Motel Paradiso” é uma comédia que fará pais, filhos, casais, solteiros rirem do começo ao fim, sem que as gargalhadas lhes poupem a reflexão de suas próprias vidas.

Hoje, último dia! Teatro Fernanda Montenegro, às 19:00 hrs.

Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Foto sem crédito.

A morte recente do escritor e ativista curitibano Austregésilo Carrano, autor de Canto dos Malditos, livro em que foi inspirado o filme Bicho de Sete Cabeças, com Rodrigo Santoro, é – que mais não seja -, uma perda incalculável para a luta anti-manicomial no Brasil. Mesmo atingido por um câncer hepático, Carrano esperneou até o fim contra o descalabro que constitui, em grande parte, a psiquiatria brasileira.

Claro, como em tudo, há altas e honrosas exceções, mas a regra, sabemos, é ainda a de uma visão medieval do que sejam desajustes emocionais, perturbações de personalidade e outros “transtornos” da sempre complexa natureza humana. Pré-Freud, pré-Charcot, as chamadas enfermidades mentais são tratadas ainda à base de porrada, eletrochoque, contenções – físicas ou medicamentosas. Uma vergonha!

Pasmem, senhores, mas em pleno século XXI ainda se isolam em celas psicóticos de toda natureza. E coitado do neurótico eventual que caia nas garras da máfia de branco. Será logo convertido em psicótico da pior espécie. Sim, gentil leitor, da “pior espécie” porque a visão médico-psiquiátrica é moralista, canhestra, antiquada e namora com o nazismo de um Mengele sem nenhum pudor. Os exemplos são inúmeros e só não vê quem não quer.

Carrano foi internado num desses “nosocômios” aqui de Curitiba, porque pego em flagrante, aos 17 anos, fumando maconha. Daí à sedação por drogas pesadas, a contenção e o isolamento em celas individuais foi um pulo. Quando a família percebeu o desatino, já era tarde – Carrano passou dos policialescos psiquiatras para as mãos da própria polícia.

Não nos esqueçamos, senhores, de que estamos falando de 1974, na vigência plena do Horror Médici, a mais sanguinária ditadura de nossa história. É flagrante a correspondência aí entre o hospital psiquiátrico e as celas do

DOI-CODI.

Asssustador é que os nosocômios continuaram praticamente os mesmos, com o agravante de que a ditadura já se foi, com seus protagonistas, para o inferno, enquanto o cenário psiquiátrico-hospitalar segue inalterável na
República das Bruzundangas.

Carrano gritou na imprensa, se acorrentou aos portões dessas prisões com fachada hospitalar, esbravejou, foi processado, e quanto mais perseguido, mais gritava, e esperneava. Não calou um só instante de sua breve vida e chegou a ser condecorado pelo Presidente da República como combatente da chamada luta
anti-manicomial.

Morreu cedo, muito cedo. O Brasil perdeu um guerreiro de estirpe. Fui seu amigo e o apoiei, desde a primeira hora, no jornal Nicolau. E agora, quem se habilita a continuar a luta? O “maluquinho” que chega a Curitiba contido por sete voltas de corda? O ignorantaço que chama o pronto socorro psiquiátrico ao flagrar o filho “tomando” maconha, que é como eles dizem?

Morreu o bicho de sete cabeças, mas morreu de pé, sem permitir que nenhuma delas fosse cortada pela nazi-psiquiatria de plantão.
Wilson Bueno (08/6/08) O Estado do Paraná.
Publicado em Sem categoria | 2 comentários
Compartilhe Facebook Twitter

Aquele beijo que te dei

Quem não lembra da famosa cena do casal se beijando na praia em “A Um Passo Da Eternidade”? Deborah Kerr e Burt Lancaster. Foto sem crédito.
Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Ouiés!

Publicado em Sem categoria | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Salão Carioca de Humor

Charges – segundo colocado. Duke.
Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Dibujo

Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Álbum

Passeio lateral no pátio interno do Solar dos Câmara- Rua Duque de Caxias/Porto Alegre. Foto de Liz Kasper.
Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Desenhando no Restaurante Capitu – 6 de maio

Desenho de Juliana Radaelli, ainda não
querendo ir embora.
Publicado em Geral | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter