Memória em sépia

Toninho Vaz, nosso correspondente em Santa Teresa, com o guitarrista Pat Mathenney, num apartamento do Leblon. 1991. Fotógrafo desconhecido.
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Gael García Bernal en la presentación de su primera película como director –AFP – El País.
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Jurássicas

Quem nunca usou Violeta Genciana
para os machucados? Foto sem crédito.
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Desenhando no Restaurante Capitu – 6 de maio

Amely, a Mulher de Verdade,
by Orlando, El Pedroso.
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Uaus!

A modelo que abalou a Diretoria do Coxa,
Suzana Pittelli. Foto de Anderson Tozato.
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Tchan!

Desenho de El Baxo, Cesar Marchesini.
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Tricornetas

Desenho de Rafa Camargo.
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Pancho – Gazeta do Povo.
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Foto sem crédito.

A morte recente do escritor e ativista curitibano Austregésilo Carrano, autor de Canto dos Malditos, livro em que foi inspirado o filme Bicho de Sete Cabeças, com Rodrigo Santoro, é – que mais não seja -, uma perda incalculável para a luta anti-manicomial no Brasil. Mesmo atingido por um câncer hepático, Carrano esperneou até o fim contra o descalabro que constitui, em grande parte, a psiquiatria brasileira.

Claro, como em tudo, há altas e honrosas exceções, mas a regra, sabemos, é ainda a de uma visão medieval do que sejam desajustes emocionais, perturbações de personalidade e outros “transtornos” da sempre complexa natureza humana. Pré-Freud, pré-Charcot, as chamadas enfermidades mentais são tratadas ainda à base de porrada, eletrochoque, contenções – físicas ou medicamentosas. Uma vergonha!

Pasmem, senhores, mas em pleno século XXI ainda se isolam em celas psicóticos de toda natureza. E coitado do neurótico eventual que caia nas garras da máfia de branco. Será logo convertido em psicótico da pior espécie. Sim, gentil leitor, da “pior espécie” porque a visão médico-psiquiátrica é moralista, canhestra, antiquada e namora com o nazismo de um Mengele sem nenhum pudor. Os exemplos são inúmeros e só não vê quem não quer.

Carrano foi internado num desses “nosocômios” aqui de Curitiba, porque pego em flagrante, aos 17 anos, fumando maconha. Daí à sedação por drogas pesadas, a contenção e o isolamento em celas individuais foi um pulo. Quando a família percebeu o desatino, já era tarde – Carrano passou dos policialescos psiquiatras para as mãos da própria polícia.

Não nos esqueçamos, senhores, de que estamos falando de 1974, na vigência plena do Horror Médici, a mais sanguinária ditadura de nossa história. É flagrante a correspondência aí entre o hospital psiquiátrico e as celas do DOI-CODI.

Asssustador é que os nosocômios continuaram praticamente os mesmos, com o agravante de que a ditadura já se foi, com seus protagonistas, para o inferno, enquanto o cenário psiquiátrico-hospitalar segue inalterável na
República das Bruzundangas.

Carrano gritou na imprensa, se acorrentou aos portões dessas prisões com fachada hospitalar, esbravejou, foi processado, e quanto mais perseguido, mais gritava, e esperneava. Não calou um só instante de sua breve vida e chegou a ser condecorado pelo Presidente da República como combatente da chamada luta
anti-manicomial.

Morreu cedo, muito cedo. O Brasil perdeu um guerreiro de estirpe. Fui seu amigo e o apoiei, desde a primeira hora, no jornal Nicolau. E agora, quem se habilita a continuar a luta? O “maluquinho” que chega a Curitiba contido por sete voltas de corda? O ignorantaço que chama o pronto socorro psiquiátrico ao flagrar o filho “tomando” maconha, que é como eles dizem?

Morreu o bicho de sete cabeças, mas morreu de pé, sem permitir que nenhuma delas fosse cortada pela nazi-psiquiatria de plantão.

Wilson Bueno (08/6/08) O Estado do Paraná.
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Ouiés!

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Desenhando no Jokers – 5 de maio

Desenho de Orlando, el Pedroso.
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El Gobierno de Cuba aprueba las operaciones de cambio de sexo

Consuelo Castro, ex- Raúl Castro.

La medida beneficiaría a cerca de 30 transexuales.- Desde 1988 sólo se ha realizado una operación de este tipo en la isla EFE – La Habana – El Gobierno de Raúl Castro ha aprobado mediante una resolución del Ministerio de Salud cubano las operaciones de cambio de sexo para los transexuales, según ha confirmado una fuente del Centro Nacional de Educación Sexual (Cenesex).

La resolución ministerial, en la que venía trabajando el Cenesex, que dirige Mariela Castro, hija del presidente cubano, beneficiaría a cerca de 30 transexuales que podrían acceder, en caso de así desearlo, a una operación de cambio de sexo en la isla, donde sólo se ha practicado una cirugía de este tipo en 1988.

El pasado mes de enero, Mariela Castro aseguró que se estaba entrenando un equipo de médicos cubanos para proceder a las operaciones “tan pronto quede establecido por resolución del Ministerio de Salud Pública”. La directora del Cenesex afirmó que tras la operación la persona podrá presentarse ante un tribunal municipal y solicitar el cambio de identidad.

Modificación del Código de Familia

La atención a personas transexuales en Cuba comenzó en 1979 y en 1988 se hizo la primera y hasta ahora única operación de cambio de sexo, de hombre a mujer. El Cenesex tiene pendiente de aprobación en el Parlamento un proyecto de ley para modificar el actual Código de Familia al introducir aspectos relacionados con la transexualidad y homosexualdad, pero según ha explicado Mariela Castro, el Partido Comunista ha recomendado “trabajar con la población” previamente. El País.
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Uebas!

Foto sem crédito.
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Novas alianças

Foto sem crédito.
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José Maria santos

José Maria Ferreira Maciel dos Santos, mais conhecido como José Maria Santos, Zé Maria, ou simplesmente “Véio”, nasceu em Guarapuava, em 12 dezembro de 1933, mas preferia dizer para todo mundo que era lapeano, já que foi muito cedo com a família para a Lapa.

Com 12 anos acabou em Curitiba, onde continuou seus estudos até o ginásio. Em 1954, começou a a estudar na Escola Dramática do Sesi. Sua carreira paralela de vendedor fez com que ele trabalhasse em diversas empresas, entre elas, Tecelagem Imperial, White Martins e Sidney Ross. Em 1958, junto com o amigo Ruben Valduga funda a Cia. Dramática Independente. Casou com Ruth Wolski em 1959, com quem teve 4 filhas e 1 filho.

Em 1971, depois de uma apresentação de “Lá”, na Escola Técnica, oferece-se ao diretor da ETFPR para criar um grupo de teatro com alunos daquela instituição. O diretor Ivo Mezzadri, contrata-o logo em seguida como professor. Nesta escola, ele permanece até morrer em 3 de janeiro de 1990.

Primeiro e único ator paranaense a receber uma premiação do cinema nacional sem jamais ter abandonado o Paraná. Foi “Kikito de Ouro” de melhor ator coadjuvante, no Festival de Cinema de Gramado por sua atuação como Dr. Aurélio, no filme “Aleluia Gretchen” de Silvio Back. Recebeu inúmeros outros prêmios em festivais pelo Brasil inteiro.

Mas ficaria conhecido pelo inconfundível Dr. Raul da peça “Lá” de Sérgio Jockymann, onde ficava preso, num toalete, durante um fim de semana inteiro. Zé encenou “Lá”, mais de 1800 vezes durante quase 20 anos de temporadas. Certamente este é um recorde digno do Guinness e dificilmente alcançado no Brasil.

Ulisses Iarochinski.

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