Workchopp no Jokers, 5 de maio

Orlando, el Pedroso, tenta entender a dialética de Carlos Fernando Mazza, o Mazzinha. Mazza explica a Orlando porque os pássaros da Igreja dos Passarinhos o seguem, enfileirados, inclusive um manco. Foto de Vera Solda.
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Benett – Gazeta do Povo.
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Tchan!

Desenho de Cesar Marchesini.
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Salão Carioca de Humor

Jota A (Teresina), terceiro colocado,
categoria Charges. Brazil Cartoon.
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Bah, tchê!

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Desenhando no Restaurante Capitu

A família Amely, a mulher de verdade.
Desenho de Orlando, el Pedroso.
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Desenhando no restaurante Capitu

Desenho de Orlando, el Pedroso, ontem a noite.
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Uebas!

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Solda – O Estado do Paraná.
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Uebas!

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Desenhando no Restaurante Capitu

Desenho de Tiago Recchia, de próprio punho. Rá!
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Rá!

Desenho de Cesar Marchesini.
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Soy loco por Flu, América.

Foto sem crédito.

Vou corrigi-lo, você que é um Waldo virtual, E-Waldo. O time de 59, brilhante campeão carioca, era formado por Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmilson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho. Zezé Moreira o treinador.
Sim, foi bonito de ver o espetáculo de quarta-feira. Foram mais de 40 anos de desgostos brasileiros enterrados no fundo do gol azul e amarelo. Muitos mais que os “20 años dibujando Dieguitos e Mafaldas” cantados pelo poeta espanhol Joaquin Sabina em seu belo hino de homenagem ao Boca. Não conhecem a canção? Youtube para vocês.
O que começa como tango, como se o primeiro gol do Boca fosse o único do jogo, termina como conga. Conga? Melhor que o poeta modifique a letra. Conca, xeneize, Conca.
Dieguitos e Mafaldas cairam perante nossos almirantes Nelson, Rodrigues e Motta. Nossa esquadra tricolor foi formidável. Faltam dois jogos. Formaremos cá em Curitiba defesa intransponível. Nego Pessoa, goleiro que foi, no gol. Tataio Bettega, Ewaldo Schleder, Vinicius Coelho e Ernani Buchmann na linha. Como só seremos cinco, chamaremos para treinador o presidente da Federação de Futebol de Salão, Dias Lopes, tricolor desde os tempos de Batatais.
Assim sobrevivemos à altitude do Equador, aos condores dos Andes, às cinzas dos vulcões. Assim seremos campeões de las Américas. Campeões como volveremos a ser até o final dos tempos.
Ernani Buchmann.
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Poluicéia desvairada!

Paulicéia fanática. Seu João, o porteiro do
meu edifício, é o super-homem.

Foto de Douglas.

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Ela

Leila Pugnaloni, vermelho em Paraty.
Foto sem crédito.
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