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Figuras de Curitiba
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3º Mandato/TV Estatal
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Assim, tem negado sistematicamente que deseja mais um mandato quando do término do atual, alegando que isso não seria bom para o fortalecimento da democracia no País.
Ora, se está a afirmar isso, é porque realmente sonha com a eleição para um 3º mandato e é de se suspeitar que a alteração da Constituição que abrir a possibilidade para isso, já estabelecerá que poderá haver tantas re-eleições quantas os eleitores apoiarem. É lógico que o Sr. Da Silva não desejará ficar atrás do Sr. Hugo Chávez, da Venezuela, que tanto admira e que instituiu esse sistema em seu país.
Diga-se de passagem que aqui no Brasil isso será tão fácil como o foi na Venezuela; afinal, os programas assistencialistas introduzidos aqui, que são responsáveis pelo notável apoio popular de que o Sr. Da Silva continua a desfrutar, havendo lugar não só para a melhoria desses programas como para a criação de novos, de toda e qualquer espécie, levarão os parlamentares a aprovar emenda constitucional nesse sentido.
Ademais, sabe-se também e é indiscutível que oposição neste País só existe quando algum partido outro que não o PT e seus permanentes caudatários, como PC do B, PSB, PDT, etc. estiver governando em qualquer nível de governo (estados e municípios), ou seja, aí haverá ferrenha oposição, especialmente por parte do PT, que levará os demais a acompanharem esse partido.
Não é exagero afirmar que tanto os petistas como os filiados aos demais partidos que o apóiam aceitariam tranqüilamente apoiar a emenda constitucional, pois isso lhes permitiria empregar mais e mais partidários para que mamem nas tetas do governo.
Como, inversamente, como o “povão” não tem internet e em geral não lê jornais ou revistas, e quando o fazem é para ler as matérias sobre futebol, de pouco adiantarão todas as manifestações da “zelite”, seja em que veículo de informação for, alertando contra essa situação.
Tristemente, é de se constatar que a América Latina está gradativamente voltando a uma situação em que a maioria dos países será governada por caudilhos/ditadores (Cuba, Venezuela, Peru, Bolívia, e certamente Argentina e, em seguida, Brasil, com uma possível omissão minha de algum outro país, como República Dominicana e Panamá). É de se esperar para ver.
De nada adiantarão as bravatas dos EUA de que “não aceitam e não permitirão” que isso aconteça.
E assim, nosso Sr. Da Silva continuará nas agradáveis viagens a bordo de seu Aerolula 51, desfrutando do bom e do melhor, na certeza de que o Brasil vencerá a Copa do Mundo de 2014 (afinal, ele foi a Zurich para convencer a FIFA a definir como a sede desse evento nosso País, do qual ele, então, continuará a ser Presidente).
Quanto à TV Estatal.
Era um assunto tão urgente e relevante que foi criada por Medida Provisória. Deverá ser rebatizada como TV Lula, como nos adiantou a excelente socióloga Maria Lucia Victor Barbosa, em magistral artigo de 26 do corrente.
Nada terá de pública. E, para que o Brasil precisa de mais uma empresa de comunicação social ?
A Presidência da República já tem um veículo de comunicação social (aliás, criado quando da ditadura de Getúlio Vargas, nosso democrata de mais pura linhagem…), hoje designado como a Voz do Brasil, diga-se de passagem, muito ouvido no País por ser uma emissora de rádio, considerando que a maioria do povo nos assim chamados grotões, que não assistem a TV, ouvem rádio); ademais, pode requisitar o tempo que quiser para divulgar em rede de rádio e de TV, na hora em que o governo determinar, matérias que o governo julgar importantes.
Além disso, o STF já tem seu canal de televisão, o mesmo ocorrendo com o Senado e a Câmara de Deputados. Isso se repete em muitos estados e, mesmo, em municípios.
Para que mais um canal de televisão.? Com todos seus dirigentes (Conselho, Diretoria e todos os demais penduricalhos) nomeados pelo Presidente da República, de acordo com rígidos interesses partidários ?
É de se prever que o atual Ministro Franklin Martins se torne o Goebbels brasileiro, e seu título seja alterado para Ministro da Propaganda. A máxima de que “u’a mentira repetida continuamente se transformará em verdade”, já bastante adotada no Brasil se tornará a regra. Nosso malfadado e execrado DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) criado na época ditatorial getuliana e seu primeiro diretor, Lourival Fontes, talvez sirvam de exemplo tupiniquim para o Ministro Martins…
Alguns milhões (ou mais) de reais serão torrados sem a menor necessidade, ao invés de serem aplicados em objetivos mais nobres, como saúde (quase perfeita, conforme o Sr. Da Silva), educação, estradas (enfim, em quase tudo de que nosso País necessita com urgência).
Realmente, o deslumbramento acaba ofuscando as pessoas; isso é evidente na pessoa de nosso Presidente, Sr. Da Silva. O ato em frente ao Palácio da Alvorada no sábado passado, em comemoração ao 62º aniversário do Presidente, evidenciou isso claramente.
Peter Wilm Rosenfeld/pwrosen@uol.com.br
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Figuras de Curitiba
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Deu no jornal
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Ruth Bolognese (02/11/2007)Folha de Londrina.
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Parece que foi ontem…
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Crist
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Álbum
Foto sem crédito.
Joe Zawinul, fundador do grupo Weather Report, um mês antes de morrer, no dia 11 de setembro de 2007. Foto histórica… Enviada por Marilia Giller.
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Mural da História
Foto sem crédito.
Democrata no poder. Em 3 de novembro de 1992 os norte-americanos elegem Bill Clinton como novo presidente do país. Ele coloca fim a 12 anos de governo republicano ao ser eleito com 43% dos votos contra 38% de George Bush e 19% de Henry Ross Perot.
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Ele apavora!
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Bico de pena
Desenho de Trimano, especial para o Solda Cáustico.
Este desenho chamado “dois retratos” faz parte da série Diários, que o artista desenvolve quase compulsivamente, todos os dias, por não poder deixar de trabalhar, de desenhar. Assim postulados, os diários são infinitos… como infinitas são as possibilidades de interpretação deste universo criativo e radical. Gestos políticos, sempre. Repito: os quadros originais são pra mais de metro.
Toninho Vaz, de Santa Teresa
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Tudo foi festa na Pedreira Paulo Leminski
Foto de Beto Bruel.
No Dia das Bruxas, tudo foi festa na Pedreira Paulo Leminski. Ao contrário das edições de São Paulo e Rio, anteriormente, a bruxa não assolou a noite curitibana na edição deste ano do Tim Festival. Pelo contrário. Correu tudo bem. Os shows não atrasaram, começando com incrível pontualidade. Não houve problemas no som que provocassem descontentamento a quem estivesse em qualquer parte.
Ainda estava claro quando o Hot Chip subiu ao palco, às 19 horas. A fila, quilométrica, dava volta até a rua de trás da Pedreira. Muita gente acabou perdendo a curta performance do quinteto inglês, considerado um dos principais nomes da new rave, tendência que mistura guitarras, melodias e batidas dançantes e um visual apurado em cores vivas, berrantes, fosforescentes. Over and Over, o grande hit do álbum The Warning (considerado pela imprensa inglesa como um dos melhores do ano passado e só agora posto nas lojas brasileiras, via EMI) encerrou um repertório de sete músicas. Mas o que mais chamou a atenção foi o rodízio dos integrantes, que se dividiam entre diversos teclados e um intrumento alheio para cada (bateria, percussão, guitarra, baixo).
Já à noite, Bjork entrou para transformar a Pedreira em um local lúdico. Ela estava cercada por dez instrumentistas islandesas (com trompas, tuba, trumpetes), três instrumentistas e o talentoso engenheiro de som Mark Bell (que pilotava uma inacreditável mesa digital, os efeitos sonoros se combinavam com os jogos de luzes e cores do telão e dos estrobos) e trazia um set que misturava as inspirações africanas de seu último álbum, Volta.
Burocracia
Os quatro shows internacionais empolgaram bastante o público. E, sim, Curitiba provou que voltou a ter uma platéia ávida por novidades e rock’n’roll. Afinal, o público era bem maior do que o evento do ano passado. Estimativas extra-oficiais davam conta que havia entre 15 e 20 mil pessoas presentes, o que praticamente é um trunfo certeiro a realização do Tim no ano que vem, com boas chances de ter o tão desejado
Radiohead como headliner.Ainda estava claro quando o Hot Chip subiu ao palco, às 19 horas. A fila, quilométrica, dava volta até a rua de trás da Pedreira. Muita gente acabou perdendo a curta performance do quinteto inglês, considerado um dos principais nomes da new rave, tendência que mistura guitarras, melodias e batidas dançantes e um visual apurado em cores vivas, berrantes, fosforescentes. Over and Over, o grande hit do álbum The Warning (considerado pela imprensa inglesa como um dos melhores do ano passado e só agora posto nas lojas brasileiras, via EMI) encerrou um repertório de sete músicas. Mas o que mais chamou a atenção foi o rodízio dos integrantes, que se dividiam entre diversos teclados e um intrumento alheio para cada (bateria, percussão, guitarra, baixo).
Já à noite, Bjork entrou para transformar a Pedreira em um local lúdico. Ela estava cercada por dez instrumentistas islandesas (com trompas, tuba, trumpetes), três instrumentistas e o talentoso engenheiro de som Mark Bell (que pilotava uma inacreditável mesa digital, os efeitos sonoros se combinavam com os jogos de luzes e cores do telão e dos estrobos) e trazia um set que misturava as inspirações africanas de seu último álbum, Volta.
Burocracia
Hora dos Arctic Monkeys, o primeiro grande fenômeno de massa produzido pelos sites de música da internet. Os garotos de Essex entraram no palco, fizeram um mix de seus três discos (dois álbuns e um EP, todos lançados de janeiro do ano passado até hoje) e mostraram que música dançante pode, sim, ser pesada ao vivo. Contudo, foi uma hora bastante esquisita. O quarteto chegou, pegou os intrumentos, tocou igualzinho do jeito que foi gravado e foi embora. Pouco falou entre as músicas e com o público, quase nada de gestos ou expressões faciais que pudessem parecer algo espontâneo.
Já o Killers parecia o time do São Paulo. Entrou com o campeonato na mão e nem de longe estava lá cumprindo tabela. Em uma hora, desfilou todas as principais canções dos dois álbuns e fez Curitiba testemunhar como se pode fazer um rock de arena inteligente, sem vícios e clichês e ainda abusar da autoironia. Afinal, a banda vem de Las Vegas, terra conhecida pelo excesso de luzes, cassinos e cafonices. Brandon Flowers, mestre de cerimônias assumidamente kitsch, mostrou que sabe reger uma platéia e tê-la na mão, inclusive na hora da única faixa nova
(a ultradançante Shadowplay, cover do Joy Division, da coletêa de b-sides e raridades Sawdust, que chega às lojas brasileiras nos próximos dia). No final das contas, o que mais valeu foi a oportunidade de ver três bandas estrangeiras, ainda em seu auge, coisa com a qual Curitiba nunca foi muito acostumada e uma cantora cult que deu a volta por cima e está novamente em ótima forma criativa. Que venha o Radiohead no próximo ano.Abonico R. Smith/Especial para o Almanaque [02/11/2007]O Estado do Paraná
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