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Tudo foi festa na Pedreira Paulo Leminski
Foto de Beto Bruel.
No Dia das Bruxas, tudo foi festa na Pedreira Paulo Leminski. Ao contrário das edições de São Paulo e Rio, anteriormente, a bruxa não assolou a noite curitibana na edição deste ano do Tim Festival. Pelo contrário. Correu tudo bem. Os shows não atrasaram, começando com incrível pontualidade. Não houve problemas no som que provocassem descontentamento a quem estivesse em qualquer parte.
Ainda estava claro quando o Hot Chip subiu ao palco, às 19 horas. A fila, quilométrica, dava volta até a rua de trás da Pedreira. Muita gente acabou perdendo a curta performance do quinteto inglês, considerado um dos principais nomes da new rave, tendência que mistura guitarras, melodias e batidas dançantes e um visual apurado em cores vivas, berrantes, fosforescentes. Over and Over, o grande hit do álbum The Warning (considerado pela imprensa inglesa como um dos melhores do ano passado e só agora posto nas lojas brasileiras, via EMI) encerrou um repertório de sete músicas. Mas o que mais chamou a atenção foi o rodízio dos integrantes, que se dividiam entre diversos teclados e um intrumento alheio para cada (bateria, percussão, guitarra, baixo).
Já à noite, Bjork entrou para transformar a Pedreira em um local lúdico. Ela estava cercada por dez instrumentistas islandesas (com trompas, tuba, trumpetes), três instrumentistas e o talentoso engenheiro de som Mark Bell (que pilotava uma inacreditável mesa digital, os efeitos sonoros se combinavam com os jogos de luzes e cores do telão e dos estrobos) e trazia um set que misturava as inspirações africanas de seu último álbum, Volta.
Burocracia
Os quatro shows internacionais empolgaram bastante o público. E, sim, Curitiba provou que voltou a ter uma platéia ávida por novidades e rock’n’roll. Afinal, o público era bem maior do que o evento do ano passado. Estimativas extra-oficiais davam conta que havia entre 15 e 20 mil pessoas presentes, o que praticamente é um trunfo certeiro a realização do Tim no ano que vem, com boas chances de ter o tão desejado
Radiohead como headliner.Ainda estava claro quando o Hot Chip subiu ao palco, às 19 horas. A fila, quilométrica, dava volta até a rua de trás da Pedreira. Muita gente acabou perdendo a curta performance do quinteto inglês, considerado um dos principais nomes da new rave, tendência que mistura guitarras, melodias e batidas dançantes e um visual apurado em cores vivas, berrantes, fosforescentes. Over and Over, o grande hit do álbum The Warning (considerado pela imprensa inglesa como um dos melhores do ano passado e só agora posto nas lojas brasileiras, via EMI) encerrou um repertório de sete músicas. Mas o que mais chamou a atenção foi o rodízio dos integrantes, que se dividiam entre diversos teclados e um intrumento alheio para cada (bateria, percussão, guitarra, baixo).
Já à noite, Bjork entrou para transformar a Pedreira em um local lúdico. Ela estava cercada por dez instrumentistas islandesas (com trompas, tuba, trumpetes), três instrumentistas e o talentoso engenheiro de som Mark Bell (que pilotava uma inacreditável mesa digital, os efeitos sonoros se combinavam com os jogos de luzes e cores do telão e dos estrobos) e trazia um set que misturava as inspirações africanas de seu último álbum, Volta.
Burocracia
Hora dos Arctic Monkeys, o primeiro grande fenômeno de massa produzido pelos sites de música da internet. Os garotos de Essex entraram no palco, fizeram um mix de seus três discos (dois álbuns e um EP, todos lançados de janeiro do ano passado até hoje) e mostraram que música dançante pode, sim, ser pesada ao vivo. Contudo, foi uma hora bastante esquisita. O quarteto chegou, pegou os intrumentos, tocou igualzinho do jeito que foi gravado e foi embora. Pouco falou entre as músicas e com o público, quase nada de gestos ou expressões faciais que pudessem parecer algo espontâneo.
Já o Killers parecia o time do São Paulo. Entrou com o campeonato na mão e nem de longe estava lá cumprindo tabela. Em uma hora, desfilou todas as principais canções dos dois álbuns e fez Curitiba testemunhar como se pode fazer um rock de arena inteligente, sem vícios e clichês e ainda abusar da autoironia. Afinal, a banda vem de Las Vegas, terra conhecida pelo excesso de luzes, cassinos e cafonices. Brandon Flowers, mestre de cerimônias assumidamente kitsch, mostrou que sabe reger uma platéia e tê-la na mão, inclusive na hora da única faixa nova
(a ultradançante Shadowplay, cover do Joy Division, da coletêa de b-sides e raridades Sawdust, que chega às lojas brasileiras nos próximos dia). No final das contas, o que mais valeu foi a oportunidade de ver três bandas estrangeiras, ainda em seu auge, coisa com a qual Curitiba nunca foi muito acostumada e uma cantora cult que deu a volta por cima e está novamente em ótima forma criativa. Que venha o Radiohead no próximo ano.Abonico R. Smith/Especial para o Almanaque [02/11/2007]O Estado do Paraná
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