Playboy – Anos 60

1965|Sally Duberson. Playboy Centerfold

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Direitos dos usuários

O direito à locomoção segura dos ciclistas é um direito garantido pelo Código Trânsito Brasileiro (art. 24, inciso II).

No caso de ciclovias é necessária uma sobrelargura de 0,50 m em cada lateral. Assim, em cada lado deve haver cinquenta centímetros, além da própria ciclovia. (RICCARDI: 2010)

No caso de ciclovias com declive lateral repentino ou situação na qual estas larguras não existam, o poder público é responsável por eventuais acidentes que ocorram com os consumidores/usuários.

Toda obra pública deve conter projeto e especificações e, neste sentido, é fundamental para assegurar tranquilidade aos usuários que estas regras sejam respeitadas por quem é responsável pelas obras públicas.

Vejamos um exemplo de pista com risco aos ciclistas (Rua Jacy Loureiro de Campos, Centro Cívico, Curitiba, PR):

Neste caso, pelo acentuado declive lateral e a ausência das medidas mínimas, parte desta ciclovia não possui a medida de segurança correta e há risco de acidentes com os usuários quando da eventual tentativa de utilização da faixa lateral.

Ainda nesta foto, podemos verificar o rio poluído diante do descumprimento do dever de saneamento das companhias de saneamento e do município.

Os consumidores usuários pagam seus impostos municipais e suas taxas de saneamento, diretamente nas contas de água e, às vezes, encontramos nas paisagens urbanas o descumprimento destes deveres legais.

Consumidor/usuário exija seus direitos e, em caso de dúvida, procure um (a) advogado (a) de sua confiança.

Publicado em Claudio Henrique de Castro | Com a tag | Deixar um comentário
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Odiário

Eu, o Marcos Prado, o Thadeu Wojciechowski, o Bira Oliveira e o Roberto Jubainski editamos dois números de um jornal chamado Odiário. Um dos colaboradores era o Paulo Leminski, entre criaturas do quilate de Luís Cláudio Oliveira, Aníbal Marques, Luiz Rettamozo, Solda, Rodrigão Barros, Sérgio Viralobos, José Buffo, Vicente Meneghetti Jr (mais conhecido como O China), Arnaldo Cezar Machado, Alberto Centurião, Plínio Gonzaga e outras estrelas deste e de outros firmamentos. Pois é. Relendo o número 2 do Odiário me deparei com um poema do Leminski que, até onde eu sei, só tem esta publicação. Então, lá vai ele, para ver se os arqueólogos, exegetas, historiadores e fãs o incluem nas suas obras completas. Roberto Prado

(Ode como é que pode ao país
da redundância)
Um vice país governado por um vice
presidente que vice manda e desmanda
sobre um vice bando de vice gentes,
hoje, se diz constituinte.
Na Magna Assembleia, ainda não
apareceu nenhuma ideia.
Discute-se a propriedade da terra,
os meios de conter a CUT e os
interesses dos bancos, que,
nesta terra de brancos
todos os gatos são mansos.
A um povo que só diz sim, uma
elite com alma de pedinte oferece
a comédia de uma constituinte.
Esta pergunta, porém, é eterna:
quem contraiu a nossa dívida externa?
Quem sabe no ano dois mil
chegaremos ao século vinte.
Sim, senhores, o Brasil é o seguinte.
 
p. leminski 1987

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Eles

Os Mulheres Negras,  década de 1980. Formada por André Abujamra e Maurício Pereira, a banda se intitulava “a terceira menor big band do mundo”. O grupo gravou os álbuns Música e Ciência em 1988 e Música Serve pra Isso em 1990. Em 2010 Mauricio e André voltaram a trabalhar juntos. 

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Calai-vos, chacais!

Estava evitando falar no assunto, mas, infelizmente, isso é inevitável. A matilha petista e os idiotas de sempre, desesperados por um fato novo que possa abrigar o seu chororô vazio e inconsequente, agarra-se com unhas e dentes no vazamento de conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Dallagnol para desqualificar as autoridades e absolver o tri-condenado Lula da Silva. E o pior é que a imprensa nossa de cada dia lhes dá guarida e repercute a idiotice à saciedade.

Ainda que sejam verdadeiros os diálogos, captados de forma criminosa pela ativa quadrilha, não se prestam para o fim almejado por ela. Nada foi dito que possa desqualificar o trabalho da Lava-Jato e muito menos servir para tirar do xadrez os bandidos encarcerados.

Sérgio Moro “desgastado”?! Por que?! Por haver cumprido, com competência, coragem e correção, o seu dever?!

Ah, sim, ao dialogar com Dallagnol, Moro ofendeu a ética e expos a sua parcialidade como magistrado?! E para corrigir-se tamanha transgressão é preciso colocar Lula em liberdade, devolver o Palácio do Planalto à Dilma Rousseff, a presidência da Câmara a Eduardo Cunha e o governo do Rio a Sérgio Cabral; pedir desculpas e devolver o dinheiro aos empresários e doleiros que assaltaram o Brasil, e, como prêmio de consolação, entregar a presidência da Petrobras a José Dirceu…

Com todo o respeito, senhores aloprados!

Não estamos mais acostumados com autoridades dignas, probas e eficientes. Se alguma delas surgir em cena, será preciso desonrá-la imediatamente, antes que se torne respeitada e admirada.

Quem tem um mínimo de conhecimento do funcionamento do Judiciário brasileiro sabe ser comum, rotineiro até, conversas entre juízes e promotores ou procuradores de Justiça, sem que isso venha afetar a atuação de cada um ou macular o resultado final. Magistrados e membros do Ministério Público jogam no mesmo time. Ambos buscam a Justiça e a tem encontrado em conjunto. De igual modo, acontecem, sem maiores problemas, diálogos entre juízes/promotores e advogados. Assim funciona o sistema.

Como advogado, filho de promotor público e genro, sobrinho e bisneto de juiz, sei o que estou dizendo. Além do que, estive 35 anos dentro do Poder Judiciário, como servidor público. Conheço-lhe as virtudes e defeitos, a face exposta e os subterrâneos. Vi de perto muito patife de toga. Eles existem, e como! Na primeira, segunda e “terceira” entrâncias. Só não os comparem a Sérgio Moro e a Deltan Dallagnol e seus colegas.

Com todos os defeitos que possam ter, Moro, Dallagnol, assim como os demais procuradores da Lava-Jato e policiais federais – creiam ou não os seus detratores, alguns asfixiados pelo despeito e pela inveja – prestaram inestimável serviço ao Brasil. Expuseram as vísceras de um esquema qualificado de corrupção que consumia o país e aviltava os brasileiros. Políticos e empresários, que se julgavam intocáveis, acima do bem e do mal, foram recolhidos ao xilindró, como nunca antes acontecera na história deste país – como dizia um dos envolvidos –, lá continuam e lá devem continuar. Faltam alguns ainda, é verdade. Mas chegará a vez deles.

Não foi Moro e Dallagnol que mandaram e mantêm Lula da Silva no cárcere. Foi a Justiça, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o Superior Tribunal de Justiça, o Supremo Tribunal Federal e, sobretudo, a conduta delinquente do ex-sapo barbudo, que se imaginava dono do Brasil. E olha que, até agora, ele foi apanhado apenas nos confeitos…

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Site de relacionamento oferece assinatura vitalícia para ministra Damares Alves

Recentemente, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, tornou público o interesse em arrumar um namorado. Para atingir esse objetivo, a plataforma de Sugar Mommies e Sugar Daddies, Universo Sugar, decidiu oferecer para ela na semana do Dia dos Namorados, a data mais romântica do ano, uma assinatura Platinum vitalícia do serviço. Em entrevista à BBC Brasil, Damares chegou a cogitar entrar no ‘Tinder de milionários’, mas, a ministra, mostrou-se incapaz de manter o padrão financeiro exigido pelo aplicativo – um patrimônio anual mínimo de US$ 200 milhões de dólares.

“DIVORCIADA, QUERENDO CASAR”

“Eu, por exemplo, sou uma família atípica. Eu sou uma mulher solteira. Solteira não, divorciada, abandonada, querendo casar. Eu até já tirei a foto para ir para o Tinder. Cortei cabelo. Eu ia para o Tinder de ministro, mas aí vi que só sobra um (risos). E eu acho que ele é divorciado. Aí eu ia para o Tinder de milionário, não pode. Tem que ter no mínimo US$ 200 milhões de dólares no fundo”, disse Damares.

Para interagir com os homens, a Sugar Mommy tem que desembolsar até R$ 799 por mês. Contudo, a assinatura que dispomos para Damares, é a mais completa: inclui até checagem de antecedentes criminais.

SUGAR MOMMY

Como qualquer relacionamento, se houver atração e se for do desejo de ambos, o romance pode acontecer. A Sugar Mommy tem a possibilidade de fazer o papel de “mentora” na vida de alguém.

No cadastro a candidata preenche itens como altura, tipo de corpo, etnia, nível escolar, salário, renda anual, valor do patrimônio total, se tem filhos ou não, estilo de vida, localização e o que espera nos encontros. Em seguida, a equipe irá avaliar se está de acordo com os termos e valores e, então, a pessoa irá para uma fila de espera.

Atualmente, o Universo Sugar possui mais de 700 mil perfis ativos em todo Brasil, além de membros do exterior. No Distrito Federal, são mais de 20 mil – um número considerado significativo em relação as demais capitais.

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O Bandido Que Sabia Latim

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Modus operandi

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Asterix muda de casa

Quem é (ou foi) leitor de quadrinhos de boa qualidade certamente tem (ou teve) entre os seus heróis favoritos um baixinho bigududo, envergando um capacete alado na cabeça, cujas asas alteram-se com o humor do dono, que tem como companheiro inseparável um gorducho bom de briga e louco por um javali assado. Refiro-me, por certo, a Asterix e Obelix, criações imortais de René Goscinny e Albert Uderzo.

Por Tutatis!

Corre o ano 50 antes de Cristo. O poderoso Império Romano domina o mundo, inclusive a Gália, que na época compreendia a França, a Bélgica e a Itália… Quer dizer, toda a Gália, menos uma aldeia, situada na península na Armórica e habitada por gauleses que resistem bravamente aos invasores. A tribo é chefiada pelo majestoso Abracurcix, cujo único temor é que o céu caia em sua cabeça. Mas a resistência é liderada por Asterix e Obelix, graças à poção mágica preparada pelo venerável druida da aldeia, Panoramix. Ao redor, as guarnições de legionários romanos de Babaorum, Aquarium, Laudanum e Petibonum amargavam derrotas sobre derrotas para desespero de César.

Em tempo: Obelix está proibido de tomar a poção mágica, pois caiu dentro do caldeirão da poção quando era bebê e adquiriu super-força permanente.

Goscinny (argumento) e Uderzo (desenho) deram vida a Asterix em 1959. A primeira aventura foi publicada, em capítulos, na revista francesa Pilote, de 29 de outubro de 1959. Desde então o pequeno herói e seus companheiros protagonizaram uma das mais populares “bandas desenhadas” de todos os tempos, com mais de 370 milhões exemplares, em 111 idiomas. A série rendeu também filmes, desenhos animados e um parque temático, perto de Paris, com cerca de dois milhões de visitantes por ano.

No Brasil, Asterix chegou na década de 70, sendo publicado pelas editoras Bruguera, Cedibra, RGE, Salvat e Record, sempre em álbuns com tradução caprichada e impressão colorida primorosa.

Quando René Goscinny faleceu, em setembro de 1977, o desenhista Uderzo assumiu também o argumento das histórias. Em 2011, aos 84 anos de idade, depois de 52 anos de ininterrupta atividade, decidiu aposentar-se, mas continuou supervisionando as aventuras. Em 2013, com o álbum nº 35 – Asterix entre os Pictos” –, o personagem foi entregue a Jean-Yves Ferri (texto) e Didier Conrad (desenhos), que surpreendentemente mantiveram o estilo e a qualidade original de Goscinny e Uderzo.

No entanto, depois de “O Papiro de César”, datado de 2015, Asterix e Obelix sumiram das livrarias brasileiras. O álbum 37 deveria ser “Asterix e a Transitálica” (“Astérix et la Transitalique”, no original), mas não deu as caras por aqui. É que a Editora Record, editora no Brasil do gaulês desde 1983, perdera os direitos de publicação da série.

A frustração foi geral, embora se soubesse que um personagem da dimensão de Asterix, com o extraordinário apelo popular que tem, não ficaria ausente por muito tempo.

Assim é que o site Universo HQ está anunciando que o destino do material será a Panini – que já publica aqui os heróis da DC Comics, da Marvel e da Millarworld, além de Star Wars, The Walking Dead e de toda a turminha da Mônica, de Maurício de Sousa.

A multinacional italiana ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas há quem diga que o novo selo publicará em outubro o álbum 38, ainda sem título divulgado. E o 37? Não se esqueçam dele.

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A justiça do fim do mundo

AS CONVERSAS entre Moro e Dallagnol contêm ilegalidades? Pode ser que sim, desde que se comprove prejuízo à defesa, o chamado devido processo. Mas a ilegalidade não é o pior nas conversas e estratégias comuns, porque os dois não inauguraram o comportamento: ele acontece sorrateiro e discreto em todos os tribunais.

Pode chocar, mas o pior daquilo não é a ilegalidade. É o fiasco, continuado, completo, rematado e absurdo, que começa no tête-a-tête e resulta nas condenações. Antes de massacrar juiz e procurador deve-se perguntar: eles falsearam as provas, as sentenças não foram confirmadas no tribunal? No momento é o espetáculo, a encenação do escândalo.

O que fizeram é reprovável? Sim, mas diante dos precedentes, é pecado venial de juízes. O juiz deu força à acusação sem contrapartida isonômica à defesa, como recriminam agora os ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes (que mantinha encontros com Michel Temer quando este era processado, sem isonomia com Rodrigo Janot, que denunciava Temer).

Um caso explosivo, “nitroglicerina pura”, como disse Fernando Collor sobre o romance de sua ministra da Fazenda com o ministro da Justiça. A afobação de Moro e Dallagnol dará força aos ministros do Supremo para acabar com a prisão na segunda instância – levando a nada todo o trabalho depurador da Operação Lava Jato.

Juiz e procurador agiram no modo “faça-se justiça ainda que o mundo pereça”, como criticavam os romanos. Os dois tentaram acabar com o mundo da corrupção. As inconfidências e imprudências telefônicas, mais a ambição de Moro em ser ministro, levam o mundo da corrupção e aliados à tentativa de acabar com o mundo do juiz e do procurador.

No momento o Brasil vê-se novamente diante daqueles impasses de sua história: um passo adiante, dois passos atrás. A Operação Lava Jato foi um avanço, expôs a corrupção e a impudência, o despudor dos políticos. Agora esses mesmos políticos levam o Brasil a recuar os dois passos de sempre: o descrédito da Lava Jato e o “resgate” daqueles nela apanhados.

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Fraga

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© Leb Garanich – Reuters

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92 Graus

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Doutor em ciências ocultas e letras apagadas

Ozires Estrela tem diploma de Harvard psicografado por ele mesmo

Enquanto o Sol entra em conjunção com Plutão na casa da Mãe Joana e a Lua vai para a casa do Carvalho, lá na casa da astróloga ZelmaZaphyra e do paranormal Ozires Estrela começa mais um dia normal.

Durante o café da manhã, Zelma estava passando leite condensado numa fatia de pão enquanto lia seu horóscopo, escrito por ela mesma, no site da revista Urucubaca Moderna. Notou um erro de revisão, ficou muito injuriada e deixou cair a fatia de pão.

“Merda! O meu pão caiu no chão!”

Ozires perguntou: “Caiu com o lado do leite condensado para baixo ou para cima?”.

“Você não é vidente?”, gritou Zelma. “Adivinha!”

“Foi com o lado do leite condensado para cima”, arriscou Ozires.

“Errrrroooou!”, gritou Zelma. E continuou a tripudiar: “Ozires, acho que você deveria rasgar aquele seu diploma de doutor em ciências ocultas em Harvard, aquele que você mesmo psicografou e mandou emoldurar. Você tem que adotar métodos mais científicos. Já ouviu falar da Lei de Murphy? O enunciado fundamental dessa lei é: ‘Se algo pode dar errado, dará’.”

“Então o pão caiu com o lado do leite condensado para baixo?”, Ozires perguntou.

“É óbvio, ô idiota! E agora o tapete está todo cagado.”

“Zelma, depois eu limpo o tapete com o poder da minha mente. Mas, mudando de assunto, sei que você não leva fé nas minhas previsões, mas hoje eu tive um sonho premonitório: sonhei que em breve o Supremo Tribunal Federal vai ser composto por um ministro católico, um ministro evangélico, um judeu ortodoxo, um fundamentalista islâmico, um satanista e seis olavistas.”

“Mas não vai ter nenhum umbandista?”

“Nesse meu sonho o presidente disse que umbanda é coisa de preto e pobre.”

“E o que você tá rabiscando aí no guardanapo?”

“Acho que psicografei um desenho do René Magritte. Mas não sei o que quer dizer isso. Não entendo nada de francês. Meu pai achava que estudar francês era coisa de viado.

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Olga Kurylenko. © Devianart

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