alvíssaras
neste colo
pousa o poema
Eurus, de Sylvio Back, 7 Letras, 2004. “Não sei quem me manda a poesia nem se Quem disso isso a chamaria”. João Cabral de Mello Neto. O livro traz ainda “haitec”, poemas visuais executados pelo cartunista que vos digita. Dia desses eu posto um. Solda.
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
Esta entrada foi publicada em
Sem categoria. Adicione o
link permanente aos seus favoritos.