Pela melhor interpretação feminina, concorrem Drica Moraes, em “A ordem do mundo”, e Cristina Flores, em “Memória afetiva de um amor esquecido”. A interpretação de Marcelo Faria na peça “Dona Flor e seus dois maridos” lhe rendeu indicação na categoria Ator. Já no quesito Direção, os indicados são João Fonseca (“A falecida”), Ivan Sugahara (“Memória afetiva de um amor esquecido”) e Pedro Vasconcelos (“Dona Flor e seus dois maridos”).
Para cada edição do Prêmio Shell de Teatro são divulgadas duas listas de indicados. Os espetáculos selecionados nesta primeira fase estrearam no Rio de Janeiro entre os meses de janeiro e junho de 2008 e completaram o número de apresentações previsto no regulamento da premiação disponível no www.shell.com.br/teatro.
Os vencedores de cada categoria receberão uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni, com a forma de uma concha dourada, inspirada na logomarca da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais). Criado em 1989, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. Ele é oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo, separadamente, em nove categorias: Autor, Diretor, Ator, Atriz, Cenário, Iluminação, Música, Figurino e Categoria Especial.
O júri do Rio de Janeiro é formado por Bernardo Jablonski (professor e roteirista), Fabiana Valor (atriz e bailarina), Sérgio Fonta (dramaturgo, diretor e ator), Tania Brandão (pesquisadora e professora de História do Teatro Brasileiro) e Caique Botkay (instrumentista e compositor de músicas para teatro).
Confira a lista de indicados do 1° semestre ao Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro:
Autor: Carla Faour, por “A arte de escutar”
Diretor: João Fonseca, por “A falecida”, Ivan Sugahara, por “Memória afetiva de um amor esquecido”, Pedro Vasconcelos, por “Dona Flor e seus dois maridos”
Ator: Fernando Eiras, por “A noviça rebelde”, Marcelo Faria, por “Dona Flor e seus dois maridos”
Atriz: Cristina Flores, por “Memória afetiva de um amor esquecido”, Drica Moraes, por “A ordem do mundo”
Cenário: Daniela Thomas, por “Não sobre o amor”, Rogério Falcão, por “A noviça rebelde”
Figurino: Inês Salgado, por “O jardim das cerejeiras”, Rita Murtinho, por “A noviça rebelde”
Iluminação: Beto Bruel, por ”Não sobre o amor”, Paulo César Medeiros, por “Beatles num céu de diamantes”, Renato Machado, por “Nu de mim mesmo”
Música: Delia Fisher e Jules Vandystadt, pelos arranjos (vocal e instrumental) de “Beatles num céu de diamantes”, Marcelo Alonso Neves, pela direção musical e arranjos de “O homem da cabeça de papelão”, Tato Taborda, por “O jardim das cerejeiras”
Categoria especial: Adriano e Fernando Guimarães, pela concepção e realização do projeto “Resta pouco a dizer”, Aniela Jordan, Beatriz Secchin Braga e Monica Athayde Lopes, pela produção de “A noviça rebelde”, Charles Möeller e Claudio Botelho, pela expressiva contribuição ao gênero musical no cenário carioca
