
O regozijo será tamanho nas trevas dos pinhais que até a novena do falecido deputado Ervin Bonkoski voltará a nos acordar a caminho da igreja do Perpétuo Socorro. Bolsonaro saltou a amurada do barco de Ratinho Júnior e não o que aparentava quando este não embarcou no palanque do golpe de anteontem. (*Diria a ministra Anielle Franco, irmã da mártir, que José de Alencar era pretofóbico na imagem sobre os cabelos de Iracema; desta vez com carradas de razão. O autor mais chato de nossa literatura só celebrava o índio, à espera do título de barão, agarrado ao saco do imperador envergonhado de reinar no país escravagista. Desde que a ministra soubesse quem foi Alencar.)