
Filha de um ‘serial killer’ e dona de uma empresa de jogos eletrônicos, Michèle Leblanc mora sozinha e tem um dia-a-dia cheio de acontecimentos familiares. Enquanto está para lançar seu novo projeto, no qual uma mocinha é abusada por um horrendo monstro, sua vida imita a arte e Michèle é estuprada dentro de casa por um homem mascarado. Sabendo pelas pistas deixadas que seu algoz vive ao seu redor, ela tentadesvendar o crime.
Paul Verhoeven, França/Alemanha/Bélgica, 2016, 130m. Imperdível!
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br