Tese de doutorado

Lucky, Mauricio e Vade retro, ananás, o performer
(na outra extremidade do tridente tem um abacaxi
espetado).

Guilherme Zarvos, Toninho Vaz e o vocalista Lucky.
Abandonei a caverna para acompanhar a performance do meu amigo Guilherme Zarvos, poeta fundador do grupo CEP 20.0000, que defendeu tese junto a uma douta banca da PUC carioca. Depois, fomos até a loja penetrável chamada por eles de CEPensamento, no Flamengo, um lugar sensorial criado para provocar a produção de arte e pensamento. Lá encontrei as figuras que aparecem nas fotos, inclusive o Lucky, que conheci como Kiko, ou Luciano, na verdade, Paulo Leminski Neto.

Toninho Vaz, de Santa Teresa.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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