
A votação pela inelegibilidade do ex-presidente começou na quinta-feira com a leitura do relatório, mas foi adiada porque nem os ministros do TSE querem votar em Bolsonaro. Alguns pediram o adiamento da sessão porque queriam tempo para ler o voto impresso. Se a inelegibilidade for confirmada, Bolsonaro não poderá se candidatar nem a síndico do Vivendas da Barra.