
Caro Solda, bons e velhíssimos tempos. Sinal deles: em produção de foto para a Múltipla, cartão de Natal da Fundição Tupy, criação do grande Desidério, em ano que me escapa da memória, mas que calculo 1988 ou 1989. Arredores de Curitiba: um pastor, de branco imaculado, em campo verdíssímo com suas ovelhas. Na foto da esquerda para a direita: Júnior (por onde anda?) o faz tudo do estúdio, Nego Miranda, desconhecido, Carmen Lúcia e o cão, Arlindo Nascimento da Silva, de alcunha Nestor, desconhecido, meu saudoso sócio e amigo Márcio Cézar Santos, desconhecido e o homem que representou o pastor. Ao fundo, pastando, os outros modelos. Dois tripés compõem o primeiro plano. Éramos felizes e sabíamos. Saudações. Dico Kremer