Arquivo do Autor: Solda

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br

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Mamão na cabeça

©  Roberto José da Silva

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Conduzindo Miss Gleisi

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT por obra e graça de Lula, incorporou o espírito da ex-presidente Dilma Rousseff que reclamava da mansidão dos homens que a ajudavam a governar. Tal qual, Gleisi deu agora de reclamar da mansidão … Continue lendo

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1988|Eloise Broady. Playboy Centerfold

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A maré: o fluxo e o refluxo do mar. (Prof. Thimpor)

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Sérgio Cabral no Complexo Médico-Penal de Pinhais, Curitiba

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Cony ao piano

Ruy Castro – Folha de São Paulo Poucos sabem, mas, em matéria de música, Carlos Heitor Cony gostava mesmo era de ópera. Em música popular, no entanto, tinha dois amores – dois compositores dos anos 1930. Um, brasileiro, Ary Barroso … Continue lendo

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O Sabugo não era nada, apenas lixo. Não deram uma única nota sobre sua morte porque era um homúnculo irrelevante. Nada representava, a não ser uma pequena corja de amigos do Messias.  Foi presidente da Casa da Merda porque o … Continue lendo

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Arbustos no deserto.  © Andre de Dienes

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Clique!

Denise Stoklos. © Thais Stoklos

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Que país foi este?

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Agora, nem o passado é previsível (Ex-Ministro Pedro Malan)

Fernando Collor de Mello e Renan Calheiros. 24|8|2010.  © Myskiciewicz

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Farsa e chanchada

FERNANDO COLLOR e sua credencial para ser presidente: já foi presidente. Sim, e deu no que deu. Na campanha que o elegeu enfrentou candidatos fortes, de tradição política, como Ulisses Guimarães e Mário Covas. Na mesma eleição derrotou Lula, que … Continue lendo

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Poluicéia Desvairada!

“O sonho acabou. Mas ainda tem cuque”. Solda, década de 70. Lee Swain. © Myskiciewicz

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Flagrantes da vida real

Cabral é levado ao IML de Curitiba com algemas nos pés e nas mãos. © Giuliano Gomes|FolhaPress

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 Amor, solta os velames Ao furor do vento, Amor. Vagos meneios, o uivo da tempestade. Surdo o baque dos corpos n’água, D’aqua a argêntea lacrima. És a douda, a cabeça eriçada De pêlos, os cabelos de alga e sal. A … Continue lendo

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