Ao mestre LFV

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© Myskiciewicz

Luis Fernando Veríssimo é. No dia de seu 80º aniversário, quando mantém intacta a criança que há nele, foi homenageado em todo o país – mais merecidamente. Ele honra o sobrenome do pai – e este se sente honrado pelo que o filho fez, faz e fará por muito tempo. Uma historinha simples, mas que pouca gente conhece, é a singela homenagem deste blog ao gaúcho que só pecou no primeiro livro policial que escreveu (mas isso é outra história). Aconteceu no período que antecedeu uma das Copas do Mundo quando sempre era contratado pela revista Playboy para escrever o que quisesse. Ao encontrá-lo no aeroporto internacional de São Paulo, o fotógrafo paranaense Sergio Sade, que iria cobrir a disputa para a Placar, se ofereceu para carregar duas malas que tinham sido retiradas do carro e estavam ali, aos pés do escritor. Este não fez oposição, mas disse que era melhor achar um daqueles carrinhos de mão para facilitar o trabalho. Sade estufou o peito e esclareceu que não precisava. Veríssimo saiu na frente e quando Sade tentou levantar a bagagem… quase os dois braços separados do corpo, pois elas não saíram nem um milímetro do chão. Veríssimo com certeza ficou rindo lá na frente. Claro que o fotógrafo quis saber o que ele levava de tão pesado. LFV matou a curiosidade e abriu-as duas no meio do salão – estavam entupidas de livros. Saúde! Ontem, no Blog do Zé Beto

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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