Ministério da Defesa repassou R$ 1 bi para aliados de Bolsonaro

Orçamento duplamente secreto. Com articulação do general Braga Neto, o governo de Jair Bolsonaro usou ao menos R$ 1 bilhão do caixa do Ministério da Defesa, em 2021 e 2022, para irrigar o apoio de aliados no Congresso. Os parlamentares beneficiados direcionaram as verbas a seus redutos eleitorais por meio do Calha Norte, programa que faz repasses para obras de infraestrutura no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Braga Neto fez a gestão de um mecanismo que driblou a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) para barrar o orçamento secreto, considerado inconstitucional. Entenda a manobra.

O senador Davi Alcolumbre, articulador do orçamento secreto, foi o maior beneficiado na lista que inclui 24 senadores e deputados do centrão. Segundo levantamento com base em uma tabela da Defesa à qual o UOL teve acesso via LAI (Lei de Acesso à Informação), Alcolumbre indicou R$ 264 milhões em verbas do Ministério da Defesa (26% do total) a seus redutos eleitorais. O senador afirmou que apoia os investimentos da pasta “segundo os critérios legais e transparentes”.

Queda de avião no Amazonas mata 14 pessoas. O piloto que comandava o avião que caiu em Barcelos, no Amazonas, no sábado (16), tinha grande experiência no trajeto e também no uso da aeronave. O relato é da irmã de Leandro Costa de Souza, a médica Leidiane Costa Nobles.

Piloto, copiloto e 12 passageiros morreram na queda, durante o pouso no aeroporto de Barcelos. Chovia muito na hora. Segundo Leidiane, o piloto somava mais de 6 mil horas de voo naquele tipo de aeronave, e fazia a rota várias vezes por mês.

Bandido e refém com filhos caem no choro. No centro do Rio, Adriana Correia, 41 anos, planeja voltar ao trabalho nesta semana após viver uma experiência traumática de sequestro em fábrica de resistências elétricas. Um grupo armado havia invadido um banco ali perto e, na fuga, um dos homens fez Adriana refém.

“Ele disse para eu não correr, que ele me matava. E os policiais pediam o tempo todo para ele me deixar sair. Eu senti como se eu fosse morrer, tive um pressentimento de morte, só pensava na minha filha de 13 anos, que poderia ficar sozinha se acontecesse algo comigo.” Segundo a Polícia Militar, três assaltantes foram presos. Leia aqui.

Bolsa Família chega hoje para as vítimas do ciclone. O governo federal abriu uma exceção e antecipou o pagamento do Bolsa Família para as milhares de vítimas de chuvas e inundações do Rio Grande do Sul. As famílias que são beneficiárias do auxílio em 97 cidades gaúchas atingidas pela catástrofe ambiental já podem movimentar os valores a partir desta segunda (18) pelo aplicativo do programa.

Nos demais estados, o calendário de pagamento do Bolsa Família começa hoje e segue até o dia 29, em cronograma de acordo com o NIS (Número de Identificação Social). O programa é composto por seis diferentes tipos de benefícios. Veja o calendário.

Museu no Rio muda a vida de apenados. O Museu Memorial Pretos Novos, no Rio de Janeiro, foi incluído pelo Tribunal de Justiça na lista dos locais que recebem apenados cumprindo serviços comunitários. Dez meses depois da decisão, percebe-se que este lugar especial, cercado de cultura e respeito, beneficia quem cumpre penas com novos conhecimentos e ferramentas para a vida.

Reportagem de Ecoa conta quatro histórias de ressocialização, entre elas a de Ana Paula, vendedora que faz ali mais horas do que as cinco combinadas, semanalmente. Porque ela gosta de estar no refúgio. Um jovem apenado achou que varreria a rua no museu, mas foi convidado para fazer um curso de arqueologia.

Tênis de mesa leva o Brasil às Olimpíadas. Em Cuba, jogando no Campeonato Pan-Americano, as equipes brasileiras de tênis de mesa masculino e feminino conquistaram no domingo (17) as vagas para os Jogos Olímpicos de Paris, no próximo ano.

No masculino, a fase final do torneio teve a participação de Brasil, Estados Unidos, Canadá e Chile. Na equipe feminina, a conquista das vagas foi sofrida, escreve Demétrio Vecchioli.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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