Um lugar para Cappelli

Caso não fique na equipe do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli não vai acompanhar Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal. Nome do PSB para a futura disputa eleitoral no Distrito Federal (o partido ainda não bateu martelo para qual cargo), ele deve ocupar outro posto no governo Lula.

O PSB tentará negociar sua permanência no Executivo, ainda que em outra pasta ou secretaria ocupada pelo partido. A legenda acha importante mantê-lo em evidência para garantir uma projeção política até 2026, quando haverá nova eleição no DF.

Sua intervenção na Secretaria de Segurança do Distrito Federal, depois do 8 de janeiro de 2023, foi considerada muito bem-sucedida, mas até às eleições terá passado muito tempo para ficar na memória do eleitor.

Sem Dino, o partido fica com a pasta da Indústria e Comércio, tocada pelo vice-presidente, Geraldo Alckmin, e a da Micro e Pequena Empresa, comandada por Marcio França. O partido vai reivindicar mais espaço na reforma e é quando espera conseguir espaço para Cappelli.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
Esta entrada foi publicada em Sem categoria e marcada com a tag , , . Adicione o link permanente aos seus favoritos.
Compartilhe Facebook Twitter

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.