Tempo

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Juliana e Bárbara Kirchner, em algum lugar do passado.  © Lina Faria

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Já!

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Todo dia é dia

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Leia-se!

benjamimNa minha passagem por Parnaíba, durante o 30º Salão Internacional de Humor do Piauí, tive a oportunidade de conhecer Benjamim Santos, parnaibano, que morou muitos anos no Rio de Janeiro, no Solar da Fossa, com Wilson Bueno (está no livro do Toninho Vaz) e nos encontramos algumas vezes. A última quando fui entrevistado por ele sobre o Salão de Humor, para o jornal O Bembém, do qual é editor e colaborador.

Depois de muito bate-papo e diversos cafezinhos, ele me passou o livro Hemingway e Paris – Um Caso de Amor; Editora Griphus, 1999, com a seguinte dedicatória: “Para Solda e Vera, com o prazer de nos conhecermos e por nossas lembranças do Wilson Bueno. Benjamim Santos, Parnaíba, 2013”.

Na orelha do livro: A Editora Griphus, associada às comemoração do centenário de nascimento do prêmio Nobel de literatura Ernest Hemingway (1899|1999), lança a obra Hemingway e Paris – um caso de amor, de Benjamim Santos. É o próprio autor que conta a história deste livro delicioso, que vai prender sua atenção até a última linha: “Mesmo sem saber que estava sendo escrito, comecei a escrever este livro quando estive em Paris pela primeira vez, há dez anos. Para percorrer a cidade, tracei alguns roteiros não convencionais que me levaram a lugares que o turista apressado ignora. Um dos roteiros mais queridos foi mergulhar nos caminhos de Hemingway pela cidade.

Com agenda e caneta nas mãos, procurava, olhava, fazia anotações. Era como eu me sentisse o próprio Hemingway quando era pobre, subindo a montagne Saint Geneviève para chegar em casa no alto da colina, ou atravessando o Sena, depois de rico, quando passou a hospedar-se no Ritz. Escrevi para melhor entender Hemingway. Além das anotações de minhas viagens a Paris, debrucei-me sobre toda a obra dele. O resultado é que sigo seus passos por Paris desde dezembro de 1921, até 1959, quando esteve lá pela última vez”.

Nascido em Parnaíba, Piauí, Benjamim Santos estudou em Recife e Olinda, onde fez curso de Filosofia. Escrevendo para teatro infantil, recebeu duas vezes o Troféu Mambembe como melhor autor do ano, no Rio de Janeiro, onde dirige shows de música popular brasileira e escreve textos que são montados em praça pública pela Prefeitura e Arquidiocese. 

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Lula não pode dar entrevistas na prisão, diz Rachel Dodge

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedido feito pelos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, e Florestan Fernandes para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas dentro da prisão. As informações são da Agência Brasil.

No parecer, a procuradora defendeu a liberdade de expressão e de imprensa, mas ressaltou que, em algumas situações, há a possibilidade de proibir que presos concedam entrevistas.

Para Dodge, entre as finalidades da condenação de presos está o objetivo de cumprimento da pena “com discrição e sobriedade”. “O fato é que ele [Lula] é um detento em pleno cumprimento de pena e não um comentarista de política”, disse a procuradora.

“Conclui-se que a proibição de que Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas em áudio e/ou vídeo, apesar de ser restritiva da sua liberdade de expressão, é medida proporcional e adequada a garantir que as finalidades da pena a ele imposta sejam concretizadas, sendo, portanto, compatível com a ordem jurídica do país”, disse.

No início do mês, uma guerra de decisões liminares sobre os pedidos terminou com a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que impediu a concessão das entrevistas.

Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

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Tempo

34-Quando-as-maquinas-1979José Maria Santos dirige Beto Guiz e Regina Bastos em “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos. 1979, Tamaduá Produções. © Myskiciewicz

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Parnaíba, Piauí

SAM_1378Gameleira, árvore e propriedade tombados pelo Patrimônio Histórico. © Vera Solda

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Ova-se!

piauBlues do Piauí, Renato Piau, por quem esteve lá.

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Tempo

Mercedes-Sosa-1024x647© Myskiciewicz

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Guerra sofisticada – O PT acusa os aliados do Capitão de estar multiplicando grupos de WhatsApp em favor de Fernando Haddad. Nós, civis desarmados, não sabemos, mas é instrumento tanto de guerra quanto de espionagem: fingir-se de aliado para derrotar o inimigo, aquilo de dar o tapa e esconder a mão.

Pela teoria levantada pelo PT, o PSL, suspeito de alavancar a campanha de seu candidato com robôs no aplicativo de mensagens, impulsionou robôs em favor do candidato adversário. Com isso, existindo duas fraudes, uma delas atenuaria a outra. Uma sofisticada estratégia de guerra.

O partido, tão esperto e superior, acostumado a ganhar de virada, bastou pegar um capitão pela frente para devolver ao bivaque o grande marechal Lula. Os petistas aprendem rápido com o ex-ministro da Educação, agora candidato a presidente, que chora e lamenta as bolsonáricas maldades.

Ainda na semana Fernando Haddad sugeriu a prisão preventiva dos adversários que usam WhatsApp contra ele; para que no aperto da delação premiada entreguem a sujeira. Previsível; semana passada defendeu Sérgio Moro. Um pequeno passo para a humanidade, um salto de vara para o PT.

O punho fechado – O deputado André Vargas, vice presidente do PT, condenado a 14 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro, passou a cumprir a pena em 2015 e neste 2018 foi solto sob condicional; favor da generosa lei brasileira.

Vargas é o petista que ofendeu o ministro Joaquim Barbosa ao levantar o punho fechado ao recebê-lo na Câmara dos Deputados. Barbosa havia condenado o PT no processo do mensalão.

O ex-deputado sai da prisão com o punho íntegro. Lá dentro não o levantou no característico modo petista. Se fechou o punho, foi no apelativo movimento contra a privação sexual.

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Gleisi Hoffmann

as-fulanas© Lula Marques

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Desbunde!

a-bunda-mais-bonita-da-cidade8lilie-chicaLilie & Chica.  © IShotMySelf

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Fraga

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Tempo

O cartunista que vos digita e Alberto Centurião, brincando de estátua. Teatro Margem, 1974. © Beto Bruel

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Fake news

Millôr Fernandes. © José Medeiros

As inventadas por Otto, Cony e Millôr mereciam ser verdade

Em novembro de 1955, depois do “golpe preventivo” do então ministro da Guerra, general Henrique Teixeira Lott, para garantir a posse deJuscelino Kubitschek na Presidência, Otto Lara Resende foi entrevistar Lott para a revista Manchete. Mas o general era ruim de verbo e não estava sabendo contar a história. Daí, Otto, com as informações que apurara, escreveu-a ele próprio como se fosse Lott falando. Lott não se queixou. Ao contrário, adorou. E até passou à história como autor de uma expressão que Otto pusera na sua boca: a do “retorno aos quadros constitucionais vigentes” —querendo dizer que a Constituição era intocável. 

Vinte anos depois, em 1975, Carlos Heitor Cony, repórter da mesma Manchete, foi entrevistar o famoso falsário Walmir Vieira Azevedo, autor de grandes golpes em São Paulo. Mas, ao lhe ser apresentado na delegacia, Walmir não quis falar. Cony não se apertou. Inventou tudo e ocupou quatro páginas da revista com a genial “Entrevista de mentira com um falsário de verdade” —sem deixar o leitor saber se o texto era a sério ou não.

Nos anos 60, Millôr Fernandes escreveu uma peça de teatro sobre o bairro boêmio da Lapa. Numa passagem, o valentão Madame Satã enfrenta a polícia de Getulio Vargas. Bate em 20 soldados e só é levado preso porque o subjugam e amarram a um burro-sem-rabo, do qual sai de cena em triunfo. Essa história nunca aconteceu e a peça não foi encenada. Mas Satã ficou sabendo da passagem e gostou. Anos depois, o Pasquim entrevistou Satã e ele a contou como se fosse verdade. Um dos entrevistadores era o próprio Millôr —que não o desmentiu, para não desapontá-lo. Afinal, Satã acreditava mesmo que tinha batido na polícia.

Essa é a diferença. As fake news inventadas por Otto, Cony e Millôr mereciam ser verdade. As de hoje fedem à distância e só acredita nelas quem, além do olfato, perdeu a visão.

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Soy loco por Teresina!

Assaí Campello, 27º Salão Internacional de Humor, Teresina, 2009. © Joyce Vieira

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Tempo

paxa-paxa-12© Ademir Paixão

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© Myskiciewicz

Eu sou um chato, vocês todos são uns chatos; este livro é um livro chato; o chato é um animal político; o revisor deste blog é um chato de galochas; leitor é um troço chato paca; não há nada de novo sob a luz dos chatos; este chato para cima; o chato é uma caixinha de surpresas; há chatos que vêm para o bem, mas só pra chatear; gosto de chato não se discute; chato fechado pra balanço; não guardamos pacotes de chatos; conserve o chato em lugar fresco e seco, e chato; o importante é o chato; águas passadas não movem os chatos; chato é um chato; quem ama o chato, bonito lhe parece; proibido para chatos menores de 18 anos, bem chatos; à noite todos os chatos são mais chatos ainda; chato da Zona Franca; chato de casa não faz milagres; agite o chato antes de usar; o hábito faz o chato; chato que é bom já nasce chato; chato: preferência nacional.

Ao sucesso com o chato; o chato não é tão chato quanto se pinta; chato escreve certo por linhas tortas, e chatas; aceita-se cartão de chato; de grão em grão o chato enche o saco; quem diz o que quer, ouve o que não quer, dito por um tremendo de um chato; pelos dedos se conhece os chatos; chato tarda, mas não falha; um chato sozinho não tece uma manhã; chatos? Melhor não tê-los; chatos, chatos: dou um boi pra não me tornar um chato e uma boiada pra me livrar dos chatos; não pise na grama dos chatos, nem no chato; cesteiro que faz um cesto é um chato, e o que é pior, um cesto chato; chato é nascer de cabeça chata; não dê comida aos chatos; é proibida a entrada de chatos ao serviço, que é bem chato.

Até tu, Chatus? Quem desdenha quer comprar, e isso é muito chato; olhai os chatos do campo; o chato foi pro brejo; o chato é necessário, que chateação; quem é chato sempre aparece; mais vale um chato na mão do que dois voando; criança: não verás um país tão cheio de chatos.

É melhor tirar o chato da chuva; conversa pra chato dormir; lá onde o chato faz a curva; o bom chato não berra; depois da porta arrombada não adianta ficar chateado; casa de chato, espeto de chato; chato, chato como uma toupeira.

Que me importa que o chato manque; luz baixa ao cruzar com um chato; chato de livraria; chato atrás da orelha; chato cabeça-de-bagre; chato faz da uma; depois de mim, os chatos; não converse com o motorista chato; lotação: trinta e dois chatos sentados, um chateando o outro; saída de emergência para chatos; cuidado: cachorro de chato; ser amigo de chato é muito mais chato.

Muito mais chato do que comer o pão que o chato amassou; em caso de incêndio, chamem os chatos; não aceitamos cheques de chatos; mantenha distância dos chatos. Papai, não seja chato, não corra; mulher de amigo meu pra mim é uma chata; há algo de chato no reino da Dinamarca; proteja a chatice das placas de sinalização; chato também é dar com os chatos n’água; seja breve, mas não seja chato; passo de chato; abraço de chato; abraço de tamanduá é chato; cuidado: chatos na pista; chatice não se põe na mesa; carga máxima: 8 chatos, chatíssimos.

Quem semeia ventos, colhe chateação; a vida começa aos quarenta, mas é muito mais chata; não confie em ninguém que seja chato; o pão do chato cai sempre com a manteiga pra baixo; professora, o Juquinha tá me chateando; chato não morre, deixa de chatear; Deus salve a Rainha, e os chatos; chatos de todo o mundo, uni-vos!; quem dá aos chatos, empresta a Deus; mãe chata só tem uma; o pior chato é aquele que não quer ver que é um chato; em terra de cego quem tem um olho é um chato; o chato é o pior amigo do homem; vim, vi e me tornei um chato; quando ouço falar em chatos, levo logo as mãos à consciência.

Dos chatos, o menor; o chato é o lobo do homem; há mais chatos entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã e chata filosofia; espelho, espelho meu, existe alguém mais chato do que eu?

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