Que país foi este?

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Que país é este?

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Aviso aos navegantes

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Todo dia é dia

Andreia-BeltrãoAndréa Beltrão  © Gal Oppido

nada de novo
debaixo d’água
quero ver
a profundidade
da tua mágoa

solda

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Tempo

Certificado emitido pela Censura Federal, em 1973, para a apresentação da peça Por Falar Nisso, do cartunista que vos digita, com Vera Prado, Lincon Willian e Warly Martins; direção de Alberto Centurião; iluminação de Beto Bruel. Teatro de Bolso, Praça Rui Barbosa. Teatro Margem, liderado por Manoel Carlos Karam.

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Cucusclã

exposição-cu-na-mãoCom abertura prevista para hoje, a mostra “Políticos com o cu na mão”, no Palácio do Planalto. As fotos não dão nome aos boys, no entanto é fácil perceber os donos dos ânus expostos. Segundo a anuscêntrica Marcia Tiburi, o cu é laico. © Myskiciewicz (com o dele na mão também)

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Poluicéia Desvairada!

1170Luxo no lixo. Escadaria da Vila Madalena. © Lee Swain

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Pena…

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Elas

Domestic Nude in The Laundry Room. © Helmut Newton

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Tempo

Beto Bruel, Havana. Em Cuba, como os cubanos, em algum lugar do passado. © Regina Bastos

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Mães

Benjamin e Sandra Solda. © Geísa Borrelli

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Todo dia é dia

© Anderson Tozato

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Flagrantes da vida real

Minha casa, minha vida. © Maringas Maciel

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Dia das Mães

Carmen Silvia, Nadyr do Prado (1929/2016) e Vera Solda.  © Luana Todt

mãe
como a senhora pode notar
tudo está limpo e arrumado
só há alguma louça para lavar
e seu quarto zoneado
mas como tudo volta ao lugar
após mudar de estado
a sra. tem o direito de limpar
porque não foi sujo e sim sujado
agora, se estiver demais bagunçado
perdoe, que perdoar limpa
e é certo que o fedor não sinta
se chamas ainda Nadyr Prado

marcos prado (década de 80)

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Faça propaganda e não reclame

ABSOLUTÍSSIMA

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Mensagem devagar

A morte de Quentin Fiore prova que o mundo não ficou tão instantâneo assim

Em 1968, um professor canadense chamado Marshall McLuhan lançou nos EUA seu livro “The Medium is the Massage”. O “massage” do título era um trocadilho envolvendo a mensagem propriamente dita e a massagem —a surra— que já estávamos tomando dos meios de comunicação. E rimava também com “mass age”, a era das massas que julgávamos estar vivendo. McLuhan queria dizer que os meios pelos quais recebíamos a informação eram mais importantes do que a informação em si. Só isso já tornava o livro revolucionário.

Mas aí é que está. O que o fazia apaixonante era o seu incrível projeto gráfico, a cargo do designer Quentin Fiore. O importante não era o que o livro dizia, mas o livro em si. Algumas páginas vinham impressas de cabeça para baixo. Outras só podiam ser lidas se postas diante do espelho. E outras eram escritas em gótico arcaico ou eram reproduções de quadrinhos, manchetes de jornais, cartuns, cartazes, cenas de filmes. O meio era a mensagem.

Bem, isso foi há 50 anos e, hoje, várias de suas afirmações ficaram discutíveis. McLuhan dizia que os meios eletrônicos seriam extensões de nós mesmos. Mas não foi o contrário? O ser humano não se tornou uma extensão de seu celular? E o conceito da aldeia global, em que ficaríamos sabendo das coisas no momento que acontecessem e todos ao mesmo tempo? Realizou-se?

Será que, para pensarmos sobre isto, era obrigatória aquela barafunda visual? Eu, por exemplo, nunca li o que estava escrito nas páginas ao contrário, porque nunca as botei diante do espelho —e não fez diferença. O livro virou um produto típico de 1968, em que as coisas mais simples tinham de vir embaladas em fórmulas complexas, como o coquetel de camarão, o vestido tubinho e o concretismo.

Quentin Fiore morreu há um mês, aos 99 anos. Só agora a notícia circulou. O mundo, afinal, não ficou tão instantâneo assim.

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Marina Solda, a Paleta da Vida

Marina-Solda© Sandra Solda

”O que nunca morre é espaçotempo/Mas
pode chamá-lo de Mamãe/Quem nunca
abandona esta mulher/O Céu e a Terra
fecunda/Suave é o seu poder/Sempre
e sempre a nos amamentar/Desça – ela
estará lá/ Suba – ela tomará no colo.
(Lao Tsé, O Tao Feminino)

Marina Solda, natural de Itararé-SP, “Santa Itararé das Artes”, ela mesma uma grande artista, mãe de outros tantos grandes artistas; as tintas e tons e cores de sua paleta-vida “como palavras de sua alma rica”, sensível, enternurada, oriunda de descendentes de imigrantes, que foi morar em Curitiba e lá se tornou conhecida, amada, vencedora, personalidade cultural de destaque.

Marina da Conceição Nunes Vidal, filha da dona Alzira Nunes e do popular “Marinheiro”, irmã do boêmio Tio Jannys da Cantina do Tio de Itararé. Marina Solda, mais de 1000 (mil) telas já pintadas e algumas vendidas para o exterior, duas para a Itália. Exposições individuais:

Assembléia Legislativa do Paraná – Curitiba – Acrílico sobre tela de linho e óleo sobre tela de linho. Coletiva no Museu Alfredo Andersen. Coletiva na Galeria Andrade Lima e Escola de Arte. Cursos de desenho – desenho livre, desenho da figura humana, xilogravura, aquarela, cerâmica, escultura e pintura. Homenageada pela Câmara Municipal de Curitiba, importante cidade onde residiu por muitos anos, pelos trabalhos realizados nos mais diversos campos como Arte, Política (assessoria parlamentar qualificada), Educação e Jornalismo.

Artista plástica revisionista, Marina Solda evidencia em suas obras a ruptura com os conceitos tradicionais da arte, propondo uma nova linguagem artística, uma espécie de Revisionismo, posição ideológica preconizando a revisão de uma doutrina política dogmaticamente fixada.

A Artista Plástica Marina Solda expôs as telas “Arte Contemporânea Sem Fronteiras” no Espaço Cultural da Assembléia Legislativa do Paraná. Paulista de Itararé, onde é muito querida, morou na capital paranaense por mais há mais de 50 anos. Suas obras expressionistas são pintadas com tinta especial importada, e o diferencial dessas obras é que elas são expostas sem molduras, possibilitando ao comprador emoldurar a tela ao seu estilo. A exposição que fez em Curitiba foi parte das homenagens ao Dia Internacional da Mulher, ocorrendo a convite da deputada Cida Borghetti (PP).

A artista Marina Solda foi noticia no “Journal of the Senate” em janeiro de 2001, para orgulho do Clã dos Fanáticos de Itararé que têm na como a mais importante personalidade feminina de destaque, valorada na arte da histórica cidade da batalha que não houve, mas de uma batalha que ainda há para cultuar seus artistas como o mote “Sempre Haverá Itararé” por intermédio deles, entre os quais se destacam nomes como Maestro Gaya (itarareense que é nome de rua em Curitiba), Armando Merege, Rogéria Holtz, Jorge Chuéri e o próprio Luiz Antonio Solda, filho ilustre da Marina e o mais importante e premiado cartunista brasileiro. Como diz Fábio Luciano no site www.itarare.com.br:

“Marina Solda Itararé nasceu em 18 de junho de 1935 em Itararé, e faleceu em /Curitiba, dia 20 de fevereiro, 2009. “Artista de Itararé, Dona Marina, não nos deixa a sós, deixa na veia artista um belo traço de Itararé para o mundo(…) Luiz Solda cartunista e blogueiro de teclado e mouse cheio.”

Agora que a Pintora Marina Solda é uma estrela de Itararé no céu da saudade, seu nome ficará marcado pela paleta da vida que ela rebrilhou com suas tintas de presença marcante, matriarca de um clã forte e de nomes ilustres, pessoas inteligentes, criativas, porque, afinal todos os descendentes da Martina têm a quem puxar, por assim dizer; dela e do próprio patriarca da Marina, o popular Marinheiro que desenhou as matemáticas ruas de cacau quebrado de Itararé, a grande beleza urbana da Cidade Poema de Itararé.

Itararé costuma dar valor para os que a promovem em verso e prosa, artes e reinações de qualidade humanitária e ética, embora a melhor saída para os artistas de Itararé seja a Estação Rodoviária da cidade, capital artístico-cultural do sudoeste paulista, metade do caminho entre Curitiba e Sampa. Marina Solda foi o maior nome de Itararé nesse sentido. Que Itararé lhe reconheça o mérito, e lhe dê o nome de uma rua ou mesmo de uma Escola de Artes, porque Curitiba, que sempre abrigou muito bem os “andorinhas sem breque de Itararé (quem nasce em Itararé é “Andorinha”), certamente saberá testemunhar oficialmente a importância de Marina Solda, para lhe dar um nome de Rua. Já pensou, Rua Artista Marina Solda?. Afinal, quem é bom já nasce luz, e, tirando de letra, Marina Solda literalmente pintou e bordou. Essa foi a sua marca, a sua lavra, a sua passagem brilhante por este Planeta Vida.

Silas Correa Leite

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Rachel Uchitel. © TaxiDriver

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Carnaval de 1981

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Meu crachá. Quaxquáx!

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Playboy – Anos 70

197908_Dorothy_Stratten_25-dois1979|Dorothy Stratten. Playboy Centerfold

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