Sexta-feira é dia da Maldade

Hoje é dia de lembrar que:

 1) O Coiso é o novo Pinochet da América Latina, diz a Economist
2) O Tucano renega o Tico-Tico, mas não consegue calar o Tony Papagaio
3) Família Richa procura marceneiro. Precisa consertar armário com cofre camuflado
4) Richa superou Osmar Dias na escolha de Vices: Cida o expulsou e Arns pegou-lhe os votos
5) Beto por Beto, as crianças do Paraná já escolheram: preferem o Carrero
6) Com tantas prisões, na próxima eleição vai ter “Cota Cadeiante”
7) A pergunta se repete: quando Ratinho Jr começa a campanha conjunta com Alvaro Dias?
8) Deonilson Roldo tinha 20 dias para explicar o caso Odebrecht para Beto Richa. E para a PF?
9) O Paraná tem mais intenção do que voto, segundo a pesquisa da Realtime/BigData/Record TV
10) E o senador Álvaro Dias convida para a “Caminhada da Virada” em Curitiba. Será a Virada para baixo de vez.

Publicado em Ruth Bolognese - Contraponto | Com a tag , , | Deixar um comentário
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Olha quem fala – Era só o que faltava, FHC dando conselhos como os brasileiros devem votar. Logo ele, que mudou a Constituição para se reeleger e adiou a desvalorização do real para não comprometer a reeleição.

Estilo líbio – O capitão-candidato enquadra o general-vice que fala pelos cotovelos. A futura ditadura militar será estilo africano, daquelas em que o capitão ferra o general.

É coisa do Roldo – O Grupo Massa, do qual é sócio Ratinho Júnior, teria recebido R$ 50 milhões em verbas de propaganda oficial quando o candidato era secretário de Estado. Pontos a ponderar:

1 – o pagamento foi à pessoa jurídica; 2 – ainda que a pessoa física do candidato seja sócia e portanto beneficiária dos rendimentos da empresa, isso acontece em todo o Brasil desde que o rádio, o jornal e a república foram aqui instalados;

3 – pagar a imprensa via publicidade – como se o Estado devesse anunciar o que faz – é normal; 4 – e por último, mas não insignificante, isso foi coisa de Deonilson Roldo, o para-raio de todas as tempestades da regência duna Beto Richa.

Vende-se – O candidato Ratinho Jr propõe vender a Ilha das Cobras. Devia mais é vender o Palácio Iguaçu, aquela ilha dos ratos.

Os fingidores – O melhor argumento para não escolher nenhum dos candidatos a presidente foi apresentado no debate de ontem, sem palavras: eles se ofendem na propaganda e nos debates. Mas antes dos debates são todo sorrisos e abraços. Quem finge desse jeito só pode enganar o povo.

Publicado em Rogério Distéfano - O Insulto Diário | Com a tag , , , , , , | Deixar um comentário
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Desbunde!

Stelle. © IShotMyself

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Disco furado – Parece disco furado. Em toda eleição os candidatos que não estão bem na foto criticam as pesquisas. Elas só são confiáveis se eles estiverem no topo dos escolhidos.

Na jugular – Em debate na TV Aparecida, Alvaro Dias foi na jugular de Fernando Haddad: “Você vem para essa campanha como porta-voz da tragédia, representando o caos. O PT se transformou na filosofia do fracasso, na crença da ignorância e se especializou em distribuir a pobreza para todos e a riqueza para alguns de seus líderes”.

Publicado em Roberto José da Silva - Blog do Zé Beto | Com a tag , , | Deixar um comentário
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Quaxquáx!

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Decoração

© Roberto José da Silva

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O superimposto

Plano da equipe de Bolsonaro para a criação de um tributo semelhante à CPMF subestima riscos e obstáculos

De maneira discreta, o encarregado do programa econômico do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) formula —ou formulava— uma revolução no sistema de impostos do Brasil. Paulo Guedes, apresentado pelo candidato como seu mentor, vinha compartilhando tais ideias com empresários e executivos, em reuniões reservadas.

Não havia alarde até que seus planos fossem revelados por esta Folha —o que surpreendeu, pelo visto, o próprio Bolsonaro.

Este, ainda hospitalizado em razão do ataque a faca sofrido em 6 de setembro, tratou de negar que pretenda recriar a CPMF, a contribuição social sobre movimentação financeira cobrada até 2007.

A negativa não dá conta das ambições externadas por Guedes.

Embora haja detalhes a serem esclarecidos, sabe-se que o projeto é substituir vários tributos, incluindo a contribuição previdenciária patronal, por apenas um, incidente sobre os débitos em conta corrente (como a CPMF) —ou por dois da mesma natureza, mas com diferentes destinações da receita.

Haveria ainda o intento, mais obscuro, de introduzir uma alíquota única para o Imposto de Renda. Por si só, tal mecanismo tornaria o IR mais iníquo, ao reduzir a diferenciação por faixas de ganhos.

Já o superimposto do cheque em estudo precisaria de alíquota muito superior à de 0,38% vigente no passado, dado o objetivo de responder por uma parcela substantiva da receita da União.

A mera proposta de recriação da CPMF já seria controversa o bastante, dado o exotismo do tributo e os efeitos colaterais que provocaria na atividade econômica. Fazê-lo em escala tão ampla implica riscos ainda mais graves.

Qualquer reforma tributária afeta, de modo não inteiramente previsível, o comportamento de empresas e consumidores, os preços, a rentabilidade dos negócios. São comuns ainda episódios de subestimação ou superestimação de receitas, para nem falar de obstáculos políticos e jurídicos.

A taxação das transações financeiras se mostrou fácil e eficiente do ponto de vista da arrecadação, embora tornasse o sistema de impostos menos progressivo e mais hostil à atividade produtiva. Não há precedente internacional, porém, de uma cobrança nas dimensões imaginadas por Paulo Guedes.

O episódio reforça, ademais, os sinais de desorganização na candidatura de Bolsonaro, que não parece ter um centro de autoridade estável e coerente —o que não inspira confiança em um postulante ao mais alto posto executivo do país.

Se o candidato não sabia de proposta tão polêmica, cabe duvidar da consistência de sua plataforma; se sabia, não a expôs ao eleitorado. Em qualquer hipótese, demonstram-se improviso, despreparo e deficiência na prestação de contas.

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Moro recomenda: todo mundo preso

Sergio Moro não está mais na condução das ações da Operação Piloto, aquela que investiga possibilidade de propina pela Odebrechet ao grupo político ligado a Beto Richa. No despacho, Moro escreveu: “Cumpra-se, sem outra alternativa, a decisão do Superior Tribunal de Justiça, redistribuindo a presente ação penal a um dos outros ilustres Juízes Federais das Varas Criminais da Justiça Federal de Curitiba”.

E mais, citou o caso investigado pelo Gaeco, que envolveu diretamente Beto Richa, e recomendou que todos os investigados continuem presos: “Quanto às prisões preventivas, destaco, por oportuno, que o esquema criminoso descoberto na Justiça Estadual reforça a constatação, em cognição sumária, da prática serial de crimes de corrupção e de lavagem pelos acusados presos, a recomendar a manutenção da cautelar”.

Publicado em Fábio Campana - Política|cultura e o poder por trás dos panos | Com a tag , , , | Deixar um comentário
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Tempo

Télia Negrão, Jacques Brandt, Ronald Simon e Margarida G. de Oliveira, em algum lugar do passado. © Régis Fernandes

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Mural da História

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Mural da História

Em algum lugar do passado, O Ex-tado doParaná.

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Portfólio

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Vale a pena ver de novo

Jade Jagger. © TaxiDriver

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Hamilton Mourão

© Myskiciewicz

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Horoscópula

O signo mais pesado do Zodíaco. Libra é na verdade, um anão de circo. A Declaração dos Direitos dos Anões, publicada recentemente pela Organização Mundial dos Pintores de Rodapé, abriu um amplo horizonte para todas as pessoas baixas deste mundo. Na inauguração da sua nova sede, no subsolo de um prédio numa localidade qualquer dos Países Baixos, a Organização ofereceu um banquete comemorativo, ao qual compareceram mais de cinco mil anões de todo o mundo. Na ocasião, um importante documento, que oferecia amplas possibilidades de integração do anão na sociedade, deixou de ser assinado porque o presidente dos Pintores de Rodapé teve um ligeiro atrito com Golias de Gath, que lhe desferiu pontapés no traseiro, proferindo palavras de baixo calão. O documento não pode ser assinado em virtude da briga e porque o Secretário não alcançou a caneta.

Prof. Thimpor, de mala e cuia.

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Brasil Limpeza

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Álbum

© François Beneveniste

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Faça propaganda e não reclame

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Fraga

Carteira de habilitação – Documento oficial sem o qual ninguém está autorizado a atropelar pedestres, chocar-se com outros veículos e receber multas por uma infinidade de infrações.

Check-up – Uma série de exames rigorosos que a gente faz, para saber como vai o nosso plano de saúde.

Contrapartida – É o novo e eufemístico uniforme do jogo de interesses no campo dos negócios.

Degradação – A baixa qualidade das serralherias quanto à produção de gradis domésticos sem ISO 9000.

Impacto ambiental – Qualquer coisa que qualquer um faça a qualquer hora em qualquer lugar.

Impunidade – Isso que condena a todos por causa de muitos que não são nem serão condenados.

Percepção extra-sensorial – Algo que você acha que viu com os ouvidos, sentiu com os olhos, ouviu com o nariz ou notou com a boca.

Periclitante – É um lugar, condição ou situação onde até os perigos estão a perigo.

Pontualidade – Está em todos os relógios mas daí não passa.

Vigilante sanitário – O mais salutar de todos os empregos insalubres.

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Tchans!

© Nicole Tran Ba Vang

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