Moro anuncia integrantes da Lava Jato na transição de governo

Futuro ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro (PSL), o juiz Sergio Moro, exonerado nesta segunda (19), anunciou que levou para o gabinete de transição em Brasília integrantes da Polícia Federal que participaram da Operação Lava Jato, em que o magistrado atuou em Curitiba (PR).

Alguns dos nomes são Rosalvo Franco Ferreira, ex-superintendente regional da Polícia Federal no Paraná, e Erika Mialik Marena, uma das primeiras delegadas a comandar a Lava Jato, tendo inclusive nomeado a operação.

Dessa forma, Moro começa a confirmar os primeiros nomes da sua equipe. Ele já havia dito que contaria com integrantes da Lava Jato, com quem trabalhou e em quem diz confiar, e que pretende criar no Ministério da Justiça o mesmo modelo da operação, com forças-tarefa para assuntos prioritários.

Moro almoçou com Franco e Marena nesta segunda, em restaurante anexo ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição do governo Bolsonaro. Também estavam à mesa Flávia Blanco, que será sua chefe de gabinete no ministério, e Marcos Koren, ex-chefe de comunicação da superintendência da PF no Paraná.

Dessa forma, Moro começa a confirmar os primeiros nomes da sua equipe. Ele já havia dito que contaria com integrantes da Lava Jato, com quem trabalhou e em quem diz confiar, e que pretende criar no Ministério da Justiça o mesmo modelo da operação, com forças-tarefa para assuntos prioritários.

Moro almoçou com Franco e Marena nesta segunda, em restaurante anexo ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição do governo Bolsonaro. Também estavam à mesa Flávia Blanco, que será sua chefe de gabinete no ministério, e Marcos Koren, ex-chefe de comunicação da superintendência da PF no Paraná.

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Mural da História

Novembro – 2007

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Marielle Francisco da Silva – Marielle Franco (1979|2018), socióloga, feminista, política brasileira e militante dos direitos humanos. © Marcia Foletto|Agência Globo

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Calamity show – Ernesto Araújo, o chanceler de Bolsonaro, declara que vai buscar “possíveis falcatruas” de Celso Amorim, chanceler de Lula, no Itamaraty. Será o chanceler-tira, apropriando atribuições da PF, da CGU, da AGU e da PGR. Bem a cara do novo governo – que no tema se parece com a primeira presidência do PT: levantar sujeiras do PSDB.

O certo não seria descobrir as falcatruas lá dentro, em silêncio, e depois revelar? O novo governo continua em campanha, com bravatas, bazófias e besteiras. Com o ‘B’ de Bolsonaro teremos outro BBB, agora calamity show. E a tarefa – séria – de governar, como fica? A história repetitiva na qual o chanceler-tira também poderá ter seu dia de amorim.

Moro no sonho – Deltan Dallanhol seria o candidato dos sonhos de Sérgio Moro para substituir Raquel Dodge na PGR. Sonhar é direito de todos, humanos, desumanos e inumanos – minha cachorrinha sonha toda noite, embora nada me conte no dia seguinte. Esse sonho de Moro tem cara de fake news.

Simples: Dallanhol tem que entrar na lista votada pelos procuradores. E ser o mais votado; não é condição sine qua, pois o capitão-presidente pode peitar a classe e nomear Dallanhol. O novo PGR que se vire para trabalhar bronqueado com os colegas. Tem tanto ‘se’ na ideia que voltamos à fake.

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Playboy – Anos 70

1970|Chris Koren. Playboy Centerfold

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Bolsonaro, o valentão que arruma mais encrencas do que pode enfrentar

Esta confusão internacional com o desligamento da participação de Cuba do programa Mais Médicos, do Governo Federal, revela incompetência grave em dois lados da política brasileira, numa esquerda que esteve no poder por mais de uma década — com a criação ou o agravamento de todas as graves questões que travam a vida nacional — e numa direita que entra agora no poder.

A raiz do problema vem do governo do PT, que conforme é revelado agora aos brasileiros, da pior forma, estabeleceu um programa de assistência de saúde aos mais pobres com a dependência externa seriamente comprometida, em percentual altíssimo, ao interesse de um governo estrangeiro. A subordinação ao controle e às idas e vindas políticas de estrangeiros seria grave de qualquer forma, mas é bem mais irresponsável e típico da cumplicidade histórica entre a esquerda que esta perda de autonomia tenha relação com Cuba, que independente de qualquer juízo de valor sobre a ideologia de seu regime político, não conta hoje em dia com a possibilidade de garantir estabilidade em qualquer tipo de relação.

Outra incompetência, que desenvolve o problema em vez de contê-lo, é a do presidente eleito Jair Bolsonaro, expoente eleitoral de uma direita que antes mesmo da posse oficial continua a dar vazão a um comportamento de uma ousadia sem fundamento ou valor prático a não ser o da sedução fácil do eleitorado, porém sem a possibilidade prática de atender às altas expectativas criadas na apelação politiqueira. Para usar uma imagem própria dessa tigrada, Bolsonaro se comporta como aqueles lutadores de MMA que se exibem em vídeos na internet de um modo idiota e subestimando o adversário. Todo mundo sabe como o vídeo termina. Pobre deste país vitimado por uma esquerda ladra e incompetente, que criou inclusive as condições do surgimento de uma direita  que tem uma segurança idiota no próprio gogó.

O caráter bravateiro dessa direita pode impor ao Brasil um comportamento de valentão, na desinteligência de lidar com os problemas de forma espetacular sem atuar diretamente na organização de soluções sustentáveis, ainda gerando confusões maiores antes de garantir uma estratégia de controle do problema. Vem daí este caso da encrencada condição do Programa Mais Médicos, com a saída repentina dos profissionais cubanos. Desse mesmo jeitão chucro outras complicações já foram desenvolvidas nesses poucos dias anteriores à posse em janeiro, antecipando até mesmo a necessidade do país se ocupar de problemas que eram inexistentes antes do governo Bolsonaro vir a público boquejar sobre sua valentia para encarar tudo o que está aí e mais um pouco.

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Mural da História

22 de dezembro, 2012

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Tchans!

Kimberley Gamer. © TaxiDriver

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Faça propaganda e não reclame

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Pepe Richa na Boca da Feirinha

Da Boca da Feirinha: Na Boca da Praça 29 de Março, a mais frequentada por políticos aos domingos o comentário mais quente era sobre o paradeiro de Pepe Richa. Alguns sempre bem informados afirmaram que Pepe, com medo de voltar a ser preso, teria fugido para o Líbano onde se juntaria ao primo Luis Abi,que teve a prisão decretada e não se apresentou à justiça como prometera ao juiz da Operação Radio-Patrulha. Não há confirmação do destino de Pepe, mas a justiça não conseguiu intimá-lo para os atos de processo ao contrário dos outros réus. A informação é que o paradeiro é ignorado.

Segundo um experiente advogado do grupo do cafezinho, o Brasil não mantém tratado de extradição com o Líbano e, no terreno das alternativas, se Pepe Richa obtiver a cidadania libanesa como o primo Abi, já que seus avós teriam nascido naquele país, a extradição seria muito dificultada.

Quem examina pedidos de extradição em razão de processos judiciais é o STF que tem sistematicamente negado pedidos das autoridades libanesas em função da ausência de reciprocidade nos pedidos feitos pelo governo brasileiro.
Também os bancos situados no Líbano têm sido um refúgio mais seguro para o destino de fortunas obtidas mediante propinas e negociatas como aquelas denunciadas pela Lava- Jato.

Agora é esperar para ver se Pepe aparece e se reapresenta para a justiça, correndo o risco de ser preso, ou segue os passos do primo chamado de parente distante.

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Tchans!

Chica de ayer. © Furnaius Rufus

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Raymond Queneau – Vale a pena ler de novo

Se eu fosse para uma ilha deserta (engraçado como todo escritor é ameaçado com isto, e é obrigado a escolher o livro que vai levar!) levaria “Obras Completas de Raymond Queneau”.  Por muitas razões; a mais pragmática delas é que a obra de Queneau é imensa e variada.  Num só volume eu teria romance, conto, poesia; romances fantásticos como “As flores azuis”, romances humorísticos como “Zazie no Metrô”; poesia cósmica; jogos de palavras; exercícios de estilo; recenseamento dos escritores e cientistas fora-de-esquadro.

Queneau era um trocadilhista, um fazedor de frases, um rei do texto de duplo sentido, ou melhor, do texto que parece infinitamente capaz de novos sentidos.  Era um matemático diletante e estabelecia às vezes regras matemáticas que orientavam a composição de um livro, como o número de linhas de cada capítulo (Osman Lins fazia algo parecido em “Avalovara”).  Sua obra tinha um impulso lúdico, irreverente, capaz de desviar o assunto no meio de uma argumentação seríssima para fazer um trocadilho bobo e depois prosseguir em alto nível retórico.  Seus livros são intrincados e brincalhões.

Sua experiência mais ousada foram os “Cem Mil Bilhões de Poemas”, de 1961, um texto combinatório em que as 14 linhas que fazem o soneto podem ser recombinadas em 10 matrizes diferentes, dando o total possível previsto no título.  Queneau chegou a editar um livro com as linhas dos sonetos separadas em faixas horizontais, numa edição que bibliófilos já chamaram “uma das mais belas aventuras tipográficas e criativas do século”.  Uma experiência que agora se realiza plenamente com a Internet.  Neste saite (http://bit.ly/vuDr65) é possível recombinar não apenas os versos originais em francês como a tradução de cada um para o inglês.

Queneau teve a precaução, é claro, de fazer com que cada linha específica do soneto tivesse a mesma rima em todas as versões, para permitir o rodízio entre elas. Além disso, as ligações sintáticas entre os versos, embora tênues, continuam permitindo, após a troca das linhas, uma leitura corrida, fazendo encadeamento com os novos sentidos.  É uma façanha técnica impressionante.

O resultado, como ele comentou, é uma quantidade de poemas que nem toda a humanidade poderia ler.  Alguém dirá: Isso é poesia?  A resposta é: Nem toda poesia pode ser assim; isto é apenas um vislumbre do quanto a poesia é capaz. Assim como as exibições de uma ginasta olímpica nas barras assimétricas servem para nos lembrar do que o corpo humano é capaz, mas ninguém espera que todos os corpos se comportem daquela maneira no dia-a-dia. 

Queneau escreveu O Maior Poema do Mundo; isto não é tudo, mas também não é pouco.

Braulio Tavares

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Futura arte perdida

Ninguém mais escreve à mão na rua e cada vez menos em casa

Reza a lenda que, quando Albert Einstein, com sua fórmula E = mc2 ainda fresca para a humanidade, esteve no Rio em 1924, teve a companhia, em suas andanças pela cidade, do jovem jornalista Austregesilo de Athayde. O qual foi impecável, exceto por algo que intrigava o cientista. Com certa frequência, Austregesilo tirava um caderninho do bolso, lambia a ponta do lápis e tomava nota de alguma coisa. Einstein não se conteve: “O que o senhor tanto escreve, dr. Athayde?”. E Austregesilo: “Sempre que tenho uma ideia, eu a anoto, dr. Einstein”. E este, resignado: “Ainda bem que até hoje só tive uma ideia”. Bem, eu disse que era uma lenda.

Com uma assiduidade mais para Austregesilo do que para Einstein, também anoto coisas em caderninhos que sempre levo comigo quando saio à rua. Podem ser ideias de assunto para esta coluna ou observações para algum livro em que eu esteja trabalhando. Faço isto com uma caneta Bic preta, objeto que me acompanha há décadas e ao qual devo boa parte da minha produção —muitos textos nascem dela e é com ela que os reescrevo depois de perpetrados no computador e impressos. Até aí, tudo bem. O problema é ser visto anotando coisas em caderninhos numa via pública.

Até há pouco, não havia nada de mais em ser visto escrevendo à mão na rua. Mas agora há.

Tenho reparado que, ao me verem encostado num poste ou sentado num hidrante, e garatujando num bloco ou caderneta com aquele estranho objeto cilíndrico, as pessoas me olham diferente. Devem pensar que sou um pesquisador do Ibope, um leitor do relógio de eletricidade dos prédios ou mesmo um apontador de jogo do bicho.

Ninguém mais escreve à mão na rua e cada vez menos em casa. Pode se tornar uma arte perdida. Mas, se um dia deixarem de existir canetas e cadernetinhas nas papelarias, já me precavi —estou estocado para os próximos anos.

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Elas

© 2018 Hendrik Kerstens

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Lava Jato: todos no Poder?

Dois nomes surgiram na imprensa no final de semana como favoritos do superministro da Justiça, Sérgio Moro, para seguir para a capital federal. O primeiro é o investigador-chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, que ficaria no lugar da procuradora-chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge. O segundo é um dos nomes mais importantes da Operação, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, aposentado e morando em São Paulo, que iria para a equipe de Moro.

Se ambos aceitarem os novos cargos, nunca uma operação contra a corrupção teria catapultado tanta gente para altos cargos federais como a Lava Jato. E, mais surpreendente ainda, é a transferência direta das pesquisas e investigações que sustentaram a Lava Jato para cargos da maior relevância no serviço público.

Sucesso da Operação e de seus integrantes?

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Piracicaba

Desenho de Alcy, Salão de Humor de Piracicaba, 1975.

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Um que eu tenho

CD Hemisphere, Reggae Africa, 1993, EMI Records. Compilation produced by Gerald Seligman. Ova-se!

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Desbunde!

Mazzi. © IShotMyself

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Tempo

© Orlando Pedroso

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Fãzine

Tamanho não é documento, Editora Gambá do Ano Passado. Editores: Retta & Solda. Curitiba, dezembro, 1990. Edição limitadíssima, xerocada, poemas. Quem procurar, acha.

coisa singular|dois olhos|um só olhar
retta
estremece no varal|a tarde|lenta e gradual
solda
eu no retrato|não sou um|sou 3 x 4
retta
por um instante|o maestro|foi desconcertante
solda
quanto mais eu rezo|mais assombração|me pareço
retta

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Sasha Krasnova. © Photo Sight Russian Awards

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O Consumidor e o extravio das bagagens e perda de malas

As companhias aéreas ou empresas de ônibus e trens podem extraviar as bagagens ou perder as malas do consumidor. Quais os cuidados que o Consumidor deve ter?

Primeiro, recomendo que o consumidor fotografe com o seu aparelho celular todas as peças e objetos que ficarão guardados em suas malas. Peça por peça, não custa nada tomar esta precaução importante, tanto na viagem de ida quanto na volta, para se ter absoluta certeza sobre tudo o que está sendo transportado.

Para os mais precavidos, pode-se fazer um seguro para estas situações de extravio ou perda integral das malas.

Apesar dos valores de indenizações, normalmente, serem tabelados por convenção internacional, as indenizações podem se alterar.

Segundo, ao perceber o extravio, utilizar e sempre ter em mãos o comprovante do despacho de bagagem, ele é muito importante. Mesmo depois de pegar as malas guarde-o para o caso de perda parcial do conteúdo das malas, pois você não vai abrir as malas e conferir se tudo está lá dentro na hora do desembarque.

Terceiro, há golpistas que rondam passageiros distraídos em estações e aeroportos, por isso o consumidor de ter muita atenção com as suas bagagens. Quando as malas são despachadas daí a responsabilidade é das empresas de transporte.

Se o extravio ocorrer em viagem aérea, o consumidor deve preencher junto à companhia aérea um Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB) e registrar uma queixa na Agência Nacional de Aviação Civil no aeroporto onde ocorreu a perda.

Os danos morais são pelos aborrecimentos causados em função do ocorrido e os danos materiais são pelos bens extraviados propriamente ditos.

Se ocorrer em estação rodoviária ou ferroviária, os procedimentos são semelhantes, a reclamação junto à empresa transportadora e junto a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Os juizados especiais em aeroportos e rodoviárias são raríssimos, de forma que se não for resolvido a contento o extravio junto à empresa transportadora, o Consumidor pode ajuizar uma ação de reparação por danos, ou até de forma simultânea ao pedido administrativo feito na empresa.

Há valores tabelados de perda de bagagens, mas isto pode ser contestado na Justiça. Em média, dependendo do caso, os valores podem variar de quatro mil e quinhentos a doze mil reais, em caso de viagem aérea, mas tudo dependerá do incômodo que o consumidor sofrer em razão do extravio.

Consumidor(a), sempre exija seus direitos e, em caso de dúvida, consulte um(a) advogado(a) de sua confiança.

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