Que país é este?

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© Myskiciewicz

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Tuitando, em 1980.

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A História do Cinema

este-cinemaA História do Cinema: Uma Odisseia é um documentário sobre a história do cinema feito para televisão com 15 capítulos e mais de 900 minutos. Foi dirigido e narrado por Mark Cousins, um crítico de cinema da Irlanda do Norte, e baseia-se em seu livro A História do Cinema, de 2004.

A série foi transmitida primeiro em 2011 pelo More4, uma ramificação da inglesa Channel 4. Foi exibido também no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2011, no Museu de Arte Moderna de Nova York em fevereiro de 2012 e transmitido nos EUA em 2013 pelo canal Turner Classic Movies.

O jornal The Telegraph classificou a transmissão inicial de 2011 como o ‘evento cinematográfico do ano’, descrevendo-o como ‘visualmente hipnotizante e intelectualmente flexível’, sendo ao mesmo tempo uma carta de amor ao cinema e uma recontagem imperdível de sua história. Um colunista do Irish Times colocou-o na categoria de ‘monumento’, embora estranhamente sub promovido.

Cousins utiliza-se de filmes, entrevistas com cineastas e profissionais do meio, além de locações ao redor do mundo para conduzir os espectadores pela história de fazer filmes, desde o século 19 até os dias de hoje, com ênfase no cinema global. PS: Nenhuma menção ao cinema brasileiro, lamentável falha do autor.

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Desachoros

Tenho uma compulsão pelo recolhimento, e pelo afastamento da pústula humana. Se todas as mulheres geniais que morreram queimadas nos santos ofícios da inquisição, se reencarnassem Papas, a igreja seria muito mais humana, mais ética e menos Sodoma e Gomorra. Macacos treinados para serem ladrões em eventos públicos, depois que morrem voltam presidentes de países  de grande poder bélico.

Silas Correa Leite|Silas e suas “siladas”

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thegoodstuff-101Thegoodstuff _101. © IShotMyself

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© Marcelo Camargo|Agência Brasil

DIZEM QUE ninguém é completamente bom, nem completamente mau. Ou seja, a maldade e a bondade têm suas pausas de descanso. Ainda não tenho motivos para acreditar, pelo menos em parte. Na parte do completamente mau. Acredito que quem é mau é mau o tempo todo, o tal escoteiro do mal, o sujeito com a necessidade vital de prejudicar alguém todos os dias.

JÁ O COMPLETAMENTE bom, também acredito, mas só em parte, na parte do completamente: o bom tem seus vacilos eventuais, em que fica meio bom, bonzinho, sem transitar para a fronteira do mau (ou do mal, se você, como todos os ‘normaus’, confunde adjetivo com advérbio). Jair Bolsonaro quase abalou minha convicção. Sempre o tive e ainda o tenho como completamente mau.

RESSALVO no presidente o lado bom com os filhos maus. Normal; em matéria de filhos ninguém é de ferro; filhos nos deixam cegos, surdos, mudos e imbecis. Dizia: nesta semana Bolsonaro quase me abalou quando colheu amostras do rosto para investigar câncer de pele. Abri exceção e olhei – como diria Mário Montanha Teixeira – detidamente para o rosto do presidente.

UM CHOQUE, meu rosto tem mais sinais de alerta para o câncer que o de Jair Bolsonaro. Também devo baixar dermatologista. Outro choque: o rosto de Bolsonaro está completamente bom e o meu completamente mal. Sim, ‘mal’ mesmo, coisas da flor do Lácio. Um detalhe: o presidente é bom de rosto e mau de alma. O pintado aqui é bom de alma e está mal de rosto. Ainda bem que câncer de pele tem cura.

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Pudim

‘Vem, pancinha, vem’, ele sussurra no meu ouvido

Encaro a fatia de pudim lambuzada de caramelo e, arrepiada de desejo como não fico desde os 19 anos, me pergunto por que mesmo deveria me negar a esse júbilo. 

Quero caber nos vestidos de outrora e andar saltitante pelas ruas! Mentira. Eu nunca gostei de vestidos e jamais andei pelas ruas feito uma coelha louca e, caso eu quisesse sair agora dando pulinhos bestas pelo bairro, jamais deixaria de fazê-lo por motivos de adiposidade descontrolada.

Quero meter uma miniblusa atrevida e irritar os transeuntes com a cintura PP de outrora! Mentira. Nos tempos da cintura PP, eu não conseguia comer por causa da ansiedade e morria de inveja de quem mandava sete pedaços de pizza em um primeiro encontro.

Agora que todos os meus dias são IGUAIS e a palavra “emoção” foi violentamente substituída por “família” (e isso me deixa mais feliz, apesar de a felicidade ser um saco), ficou bem difícil qualquer situação fazer meu coração bater mais forte do que faz esse pudim.

Ah, pudim, por que mesmo ainda não te devorei? Para realizar uma entrada triunfal na piscina do clube e mostrar para as pessoas que… O quê? Que pessoas? A verdade é que não estou nem aí para as pessoas do clube nem para “as pessoas” de modo geral.

O pudim pisca para mim, o pudim lambe os beiços, o pudim me diz que aquele será como o primeiro abraço quente após o trauma do nascimento. Não posso, preciso emagrecer. Mas para que mesmo?

Para realizar uma entrada triunfal no quarto, em uma lingerie de renda branca, e provar para meu marido que… O quê? Que renda branca? Eu só tenho calcinha preta GG sem costura. Que marido? Esse capotado no sofá dormindo de boca aberta? Oito da noite eu tomo pregabalina para dor crônica e, quando dá nove horas, o meu maior orgasmo é enfiar um travesseiro no meio das pernas e dormir pensando que não gostaria de morrer, mas gostaria de descansar eternamente.

O pudim faz a dança do acasalamento para mim. Move-se muito delicadamente para a direita e para a esquerda. “Vem, pancinha, vem”, ele sussurra no meu ouvido. Mas não posso. Preciso perder peso porque estou insatisfeita com este corpo.

Espera! Antes, quando eu não tinha esse bucho indolente, eu já estava insatisfeita com este corpo. Talvez o corpo não tenha nada a ver com isso.

Quero emagrecer para ganhar parabéns do nutricionista. Ele pinçou a pele dependurada do meu braço e fez uma cara de nojo. Eu preciso que ele me veja e… O quê? Eu caguei para o nutricionista.

Ele que use os dedos para pinçar o próprio pênis e que na hora passe um vento e ele fique para sempre com a mesma cara de horror.

Ah, Tati, mas e os problemas de saúde? Sabia que flutuar numa piscina de pudim deitada numa boia de gordura é uma das maiores causas de morte por parada cardíaca? Oi? Cinco quilos acima do peso não são 50.

É uma merda ter ido das calças modelo “por que eu entro em um lugar e todo mundo me olha com intensidade?” tamanho 36 para as calças estilo “mamãe descolada só usa coisa largona e tem uma fome bizarra por carboidratos, mas todo mundo me adora” tamanho 42 em tão pouco tempo (dez anos é pouco tempo?)? Sim.

Porém o mundo está cheio de problemas piores, confere? Aff! No dia em que uma concentração escrota de banha for considerada grave no contexto “Brasil de 2019”, você me avisa que eu paro a vida para fazer dieta. Mas… hmmmm… antes disso… hmm… o danado ainda tem leite condensado!

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Meninos, eu vi!

© Roberto José da Silva

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Mural da História

Em 1983, Chico Marcolino mostra calango, único “alimento” que ele e sua família teriam naquele dia.  © Delfim Vieira/CPDoc JB

A fome foi, durante séculos, considerada parte da paisagem do país. Fenômeno natural e inevitável. Algo escondido pelos governos mas sentido na carne por milhões de brasileiros. Foi assim no Brasil Colônia, foi assim durante séculos. Em 2003, a extrema pobreza e a insegurança alimentar faziam parte do cotidiano de 44 milhões de brasileiros. Mas, a partir daí, a história começou a mudar.

Com políticas públicas eficientes direcionadas à população mais pobre, o país tornou-se referência mundial no combate à fome. Até que, em 2014, pela primeira vez em toda a sua história, o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU.

Memorial da Democracia

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Portrait

© Hendrick Kernstens

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Bolsonaro, o demolidor de regras e leis

Já vão aparecendo os maus resultados da irresponsabilidade do presidente Jair Bolsonaro com seu discurso continuado contra regras de controle e leis que punem infratores. Já ficou claro o estímulo negativo das falas de Bolsonaro, com os problemas criados pela falta de atenção e controle do governo sobre o desmatamento e queimadas de florestas, além de outros problemas dramáticos ligados ao meio ambiente, que nos últimos meses causou um sério estrago na imagem internacional do nosso país.

Um prejuízo grave vem sendo criado pelo governo Bolsonaro no desmonte dos mecanismos de fiscalização e controle do governo em vários setores da vida nacional, anulando inclusive leis importantes que afetam a segurança e integridade física da população. Bolsonaro vem criando problemas terríveis para a vida das pessoas, alguns deles com a capacidade de acumular danos que já começam a pesar em algumas áreas.

Esta pode ser sua herança maldita, já que o desmonte afetará a vida dos brasileiros durante muito tempo. Uma insensatez que já traz os primeiros números negativos é a determinação recente do presidente do afrouxamento da fiscalização feita pela Polícia Rodoviária Federal. Ele chegou a ordenar o cancelamento de contratos para a instalação de radares nas rodovias federais.

Com isso, Bolsonaro como de costume libera o que há de pior nesse pessoal plenamente irresponsável que não aceita regras de respeito à convivência. Felizmente governos estaduais não foram atrás do péssimo exemplo dado pelo presidente, pois a interferência desse sujeito sem noção já pode ser sentida no número de acidentes de trânsito. Reportagem publicada pelo jornal O Globo mostra que houve uma redução de 54% nas infrações por excesso de velocidade em setembro.

O cara é tão estúpido que em meio a esta penúria econômica fez o seu próprio governo perder dinheiro. Numa comparação com o ano passado, em setembro foram aplicadas 200 mil multas a menos por excesso de velocidade em rodovias federais. Cerca de R$ 30 milhões deixaram de ser arrecadados, em verbas que seriam aplicadas no próprio setor. Enquanto as multas caíram, os acidentes cresceram, um efeito que já havia sido alertado logo que Bolsonaro começou a falar do assunto, acenando para o desmonte da fiscalização e aplicação de leis.

Segundo O Globo, o empenho de Bolsonaro em favorecer maus motoristas fez aumentar o número de acidentes graves 5,6% em setembro e 8,4% em outubro. E a tendência é que haja um agravamento do problema, conforme for se disseminando a percepção de que ninguém vem sendo multado ao colocar em risco a vida do próximo, além de sua própria segurança.

Bolsonaro é uma piada que vem acrescentar um absurdo a mais na gozação do cantor Tim Maia, que dizia que o Brasil é um país em que prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita. Pois temos aí um militar contrário a regras e leis. Tim Maia iria gostar de mais esta discrepância, embora os custos de tamanha cretinice sejam muito altos, em dinheiro, perdas de vidas e sofrimento dos brasileiros.

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Vale a pena ver de novo

Bibi em sua Lua de Mel – © Jean Jacques Lartigue

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Hoje!

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Mural da História

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Quem sabe faz na hora

Lina-Faria-Romulo-Miranda© Romulo Miranda

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Imperdível!

Livro “Solda”, do cartunista que vos digita. R$30,00, só na Loja Plural. E também livros de Benett, Marco Jacobsen e Pryscila Vieira, sempre livres, leves e laicos. Imperdível!

“(…) ele (Solda) é um cartunista de letras. Nuvens de letras pairam sobre os calungas que desenha, jorram da telinha de TV, se derramam dos chapéus, das gavetas, dos livros entreabertos, de todas as fendas, buracos e orifícios. Seus textos são cáusticos e certeiros, como o de outro cartunista que escrevia primorosamente bem, o Fortuna. São ao mesmo tempo absurdos e lógicos. E vice-versa. E não me pergunte por que, leia o Solda e você vai  saber do que estou falando”. (Jaguar)

Loja Plural

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Que país é este?

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Playboy – 1980

1980|Sandy Cagle. Playboy Centerfold

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Flagrantes da vida real

uma-estante-maestroUma estante, maestro! Rodrigo Barros del Rey. © Maringas Maciel

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