O nariz de sempre

eu-autografandoNa casa de Helena Arcoverde, autografando livros. Ao meu lado, Lavinia Andrade, fiel companheira de Francisco Correia, que fez a foto. Sou loco por Teresina!

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Vai lá!

laranjahttp://laranjapsicodelicafilmes.blogspot.com.br/

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Elas, por ele

saudekFoto de Jan Saudek

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Tempo

Soruda e Luiz Roberto Bruel, final da década de 70, levantam os alicerces da mansarda que até hoje não ficou pronta, nos Campos Gerais, Tamanduá. Foto de Nautílio Portela

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Academia Onírica

Lais Romero (é mãe do Luís e professora de Literatura).
Foto de Misquici, o popular Vanuzei

Eu
fantoche do absurdo
cabeça vazia e peito cheio
sempre
em desacordo com o tempo
quase
ao alcance das constelações

No caminho não procuro
tabacaria alguma
tampouco finjo o que não pretendo

Palavras ecoam
e a melhor expressão
é a do silêncio
que mesmo verbo
não versa em nada

Não há flores neste asfalto
e a poesia em mim se cala.

Revista AO|Academia Onírica|Teresina|nº2|dezembro 2011

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Tchans!

GleisiDetalheLMarA ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), 1º de julho de 2011. Foto de Lula Marques

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Veja-se!

parada

Halt Auf Freier Streck (Parada em Pleno Curso), da seleção do Festival do Rio deste ano, não é um filme para qualquer um. Sem demérito para o espectador ou para a obra, que ganhou o prêmio da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado. O fato é que um longa que acompanha com riqueza de detalhes a degradação física e mental de um homem que se descobre acometido por um câncer pode não ser bem digerido por todo mundo.

O diretor Andreas Dresden adota a postura de um médico diante do assunto: parece se afastar do objeto para assumir uma posição de neutralidade diante dele. Durante quase todo o filme, ele evita a manipulação emocional, que, ao mesmo tempo, enche histórias deste tipo de maneirismos dramáticos que geralmente simplificam o material à condição de acertos de contas ao mesmo tempo que ganham a função de dar conforto ao espectador, com “lições de vida” e demonstrações de carinho.

Aqui, acontece o inverso. Dresden parece quere ser fiel à gravidade da situação, sem abrir espaço para qualquer alento. O tom adotado é o de ultrarrealismo: o filme é um retrato minucioso da transformação nas vidas do personagem principal e de sua família depois da notícia. O quê documental do filme não poupa o espectador de cenas envolvendo procedimentos de enfermagem e de momentos dolorosos que reconstituem a perda das funções de um doente terminal.

O clima de racionalização incomoda bastante, mas é o diferencial do filme. A proposta fechada do diretor sofre um abalo quando ele recorre a um artifício fantástico talvez para fugir da secura do tema. É aí que um filme cruel, sobre a degradação de um ser humano, revela que existe um homem por trás das câmeras. Alguém que precisa recorrer a uma pequena epifania para dar conta de seu trabalho.

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Utopia

Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) é um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção,  jornalismo, análise política e História.

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Aviso aos navegantes

Photographia de Furnaius Rufus

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Tina Modotti

Autorretrato, 1931

Tina Modotti, irmã, você não dorme, não, não dorme
talvez o seu coração ouça crescer a rosa
de ontem, a última rosa de ontem, a nova rosa.
Descanse docemente, irmã.

A nova rosa é sua, a nova terra é sua:
você vestiu um vestido novo, de semente profunda
e seu silencio suave se enche de raízes. Você não dormirá em vão.

Seu doce nome é puro, pura é sua vida frágil: de abelha, sombra, fogo, neve, silencio, espuma,
de aço, linha, pólen, construiu-se sua férrea,
sua delicada estrutura.

O chacal, diante dessa joia que é seu corpo adormecido,
ainda levanta a pena, sangrenta ao par de sua alma,
como se você, irmã, pudesse levantar-se,
sorrindo, acima do lamaçal.

Vou levar você à minha pátria para que não a toquem,
à minha pátria de neve, para que sua pureza
não seja alcançada pelo assassino, pelo chacal,  pelo vendido:
lá você estará tranquila.

Você ouve um passo, um passo cheio de passos, algo
de grande, desde as estepes, desde o Don, desde o frio?
Você ouve um passo lime, de soldado na neve?
Irmã, são seus passos.

Algum dia eles passarão por seu túmulo pequeno,
antes de as rosas de ontem murcharem;
passarão para ver os de um tempo, amanhã,
lá onde arde seu silêncio.

Um mundo marchou ao lugar onde você ia, irmã.
As canções de sua boca avançam a cada dia,
na boca do povo glorioso que você amava.
Seu coração era valente.

Nas velhas cozinhas de sua pátria, nas estradas
poeirentas, algo se diz, algo passa,
algo volta à chama de seu povo dourado,
algo desperta-se e canta.

É sua gente, irmã: nós que hoje pronunciamos seu nome
nós que de toda a parte, da água e da terra,
com seu nome, outros nomes silenciamos e pronunciamos.
Porque o fogo não morre.

Pablo Neruda

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Pedalando

pedalandoAmada Miranda, foto de Daniel Aratangy, revista TRIP nº 201.

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Tempo

beto-DSC01098Gigante, Laurentino (dono do Bar Akdov) e Beto Bruel, Superagui,  janeiro de 2012. Foto de Misquici

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Vampiro de Curitiba

IV

Ai, tossinha fodida. Sou é viciada mesmo. Fumo adoidada o que tiver. Tudo de uma vez, um montão de pedra. Quando tenho, também dou. Pode que um dia precise. Aí fumo e apago.

Compro lá na boca. Pra ter dinheiro eu roubo. Hoje foi uma tia, ela se assustou, quis gritar. Só falei: “Sai que eu te corto”. Valeu.

Tem dia que tô muito louca. Fumo e fico pirada. Aí não posso olhar pra pessoa. Acho que tão querendo me bater, matar. Saio de perto pra não dar confusão.

Dalton Trevisan, do livro 99 Corruíras nanicas.

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De Olho!

Foto de Kai Pfaffenbach|Reuters

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Piauí

Na TV Meio Norte, Teresina, Solda, Jô Oliveira e Ana von Rebeur falam sobre o Salão Internacional de Humor do Piauí, 2004. Foto de Vera Solda.

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Faça propaganda e não reclame

cueca-cuelaFoto de Joe Trujeito

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Solda

O Ex-tado do Paraná – 4 de fevereiro, 2011

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Olhar

Foto de Ricardo Silva

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Tchans!

Mayra Suarez. TaxiDriver

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Todo dia é dia

Reynaldo Jardim (1926|2011). Foto sem crédito

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Todo dia é dia

Andreia-Beltrãonada de novo
debaixo d’água
quero ver
a profundidade
da tua mágoa

solda

Andréa Beltrão|Foto de Gal Oppido

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