Albert Piauhy

© Francisco M. Souza Junior

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Fraga

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Playboy – Anos 50

1958|Clayre Peters. Playboy Centerfold

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Patriarca dos Batistas abatia gado em campo aberto nos anos 1950

José Batista Sobrinho, fundador da JBS, que volta ao comando após prisão do filho Wesley

José Batista Sobrinho, 84, começou a comprar e vender gado nos anos 1950, em Anápolis (GO), onde ganhou o apelido de Zé Mineiro. Ele iniciou as operações de abate de bois no município, em 1953: um animal por dia. Pouco tempo depois, Zé Mineiro passou a ser o fornecedor de carne para toda Anápolis, que à época consumia de 25 a 30 bois diariamente. Os abates passaram a ocorrer no abatedouro municipal.

Em 1957, o movimento de construção de Brasília atraiu o jovem empresário que, sem condições de montar um abatedouro, matava os animais em campo aberto mesmo.

Zé Mineiro aproveitou o incentivo de Juscelino Kubitschek, que dava quatro anos de isenção fiscal a fornecedores, para ampliar sua atividade na nova capital.

Passou a fornecer às empresas que atuavam na construção da cidade, mantendo o fornecimento até 1966.

A partir daí, as coisas mudaram, inclusive com a chegada de carne de fora da região de Brasília e a exigência de frigorífico com SIF (Serviço de Inspeção Federal). Zé Mineiro comprou o seu primeiro frigorífico com SIF em 1969, em Formosa (GO).

“Daí para a frente, a coisa foi acontecendo e a meninada cresceu e foi tomando conta, disse o empresário em entrevista à Folha em 2012.

José Batista Júnior, filho mais velho, assumiu o frigorífico de Formosa, enquanto Wesley Batista, então com 15 anos, assumia outro em Luziânia (GO), que abatia 260 cabeças por dia.

O passo seguinte foi um frigorífico em Anápolis: 1.200 bois por dia. Depois vieram Barra do Garças (MT), Goiânia (GO) e muitos outros.

No início dos anos 2000, a empresa abatia cerca de 6.000 animais diariamente, capacidade ampliada poucos anos depois com a ajuda do BNDES, de onde saiu o suporte financeiro para a compra de vários frigoríficos.

Em 2005, a empresa passou a se chamar JBS (iniciais do nome de Zé Mineiro) e iniciou a internacionalização, com a compra da Swift Argentina. Em 2006, com 21 unidades no Brasil e 6 no exterior, a JBS tinha capacidade para abater 22 mil animais por dia.

Em 2007, abriu capital e continuou as aquisições internas e externas. Comprou a Swift & Company nos Estados EUA e na Austrália e entrou no segmento de carne suína.

Em 2009, a empresa surpreendeu o país com dois negócios: a incorporação do Bertin Ltda., o segundo maior frigorífico do país, e a entrada no segmento de lácteos. Ao mesmo tempo, comprou a americana Pilgrim’s Pride, que permitiu sua entrada no segmento de frangos no mercado dos EUA.

Nos últimos anos, Zé Mineiro estava distante do processamento de carnes, voltado mais para a pecuária -um serviço mais calmo, apesar de ainda cumprir expediente na empresa diariamente. Folha de São Paulo

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Mural da História

O-EX-TADO-DO-PARANÁ-2

fichas-sujas

19 de setembro, 2009

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O outro general

Teatro, puro teatro, a entrevista do general Eduardo Villas Boas, comandante do Exército, na ‘Conversa com Bial’, da rede Globo. Claro que não veio do nada, foi resposta às declarações de Antônio Hamilton Mourão, outro general, que falou da possibilidade do golpe militar. O mais importante: o general Mourão não será punido, “a questão foi resolvida internamente” na corporação.

Se o general Mourão não é punido, questão não foi resolvida internamente no Exército. Havia razão objetiva, a quebra da disciplina, vital a qualquer força armada. O general fez pronunciamento político (1) na ativa e (2) sem o conhecimento de superiores. Vamos ler os sinais (1) o governo não tem autoridade moral para punir; (2) o general Mourão tem apoio na tropa.

Imaginem o general Mourão punido por dizer que há corrupção, seja no governo a que serve, seja nos anteriores a quem serviu. E que os políticos que ferem de morte os dois valores fundamentais dos militares – a moral pública e a nação – continuam impunes, soltos e até discursando na ONU. Ao não ser punido, general Mourão mostra mais força na tropa que seu chefe, general Villas Boas.

Ir à ‘Conversa com Bial’ pode ser jornalismo, dada a atualidade do assunto. Mas a rede Globo sempre foi palco de interesses mais dela e de quem representa do que dos brasileiros. Neste caso a estabilidade econômica, queridinha do empresariado, vocalizada nas reformas do governo Temer. Apenas leiamos os sinais: comandante do Exército em uniforme de campanha dá outra mensagem.

O general Mourão faz lembrar Nelson Jobim, quando ministro da Defesa, na pantomima de seu uniforme de campanha, exercendo atividade civil; se o general exerce função militar, naquele momento que viesse no traje de serviço interno da força. Não veio à televisão para comandar operação, real ou de treinamento. O traje de campanha fez o efeito contrário.

O general comandante em uniforme de campanha no horário nobre de programa de auditório revela uma disputa na tropa. O que Villas Boas refuta tem força ainda não testada, a moralidade primal da classe média brasileira. A que o general Mourão comanda se sustenta não na força de Michel Temer, o comandante-em-chefe, que é a do exército de Ali Baba, que ele frouxamente comanda.

O que mantém o Exército ainda silencioso é o valor essencial de qualquer corporação armada: a disciplina, que assegura a coesão e a cadeia de comando. Diga o general Mourão o que disser, a questão está longe de ser resolvida internamente quando substituiu a punição, regra da lei, pelo teatro midiático, regra do espetáculo. Na rede das novelas requentadas, essa já passou na rede Brasil.

Rogério Distéfano

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Benett

Revista Piauí

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Cristiane Souza participa do projeto “Aventuras Literárias” nesta quinta-feira

A Biblioteca Pública do Paraná realiza nesta quinta-feira (21) mais uma edição do projeto “Aventuras Literárias”. A convidada é a escritora Cristiane Souza, que conversa com o público infantojuvenil sobre suas experiências de leitura e escrita. O evento acontece na Seção Infantil em dois horários, às 10h e às 14h30, com entrada franca. 

Durante o bate-papo, que acontece no Dia da Árvore, a autora fala sobre seu livro Pitangueiras, que relata o passeio de uma menina com sua avó pela natureza, onde acontecem descobertas e experiências afetuosas. A obra será comercializada por um preço promocional (R$ 15), e no final do evento as crianças recebem mudas de árvores.

Cristiane Souza é jornalista, escritora de livros infantis e ministra oficinas literárias para crianças e adultos. É autora dos livros Pinguinhos de chuva e Qual é a cor de Saturno?. Sua obra é voltada para crianças em processo de alfabetização ou recém-alfabetizadas.

O projeto

Coordenado pela Seção Infantil da BPP, o projeto “Aventuras Literárias” promove encontros com autores infantojuvenis para discutir e valorizar a leitura e a literatura. Desde 2011, mais de 60 escritores já participaram do evento.

Serviço: Aventuras Literárias”, com Cristiane Souza. 21 de setembro, às 10h e às 14h30, na Seção Infantil da BPP. Cândido Lopes, 133, Centro — Curitiba/PR. Entrada franca. Venda do livro Pitangueiras — R$ 15,00. Mais informações: (41) 3221-4980

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Mural da História

O EX-TADO DO PARANÁ 2

Em algum lugar do passado

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Lula vira réu por ‘venda’ de MP a montadoras de veículos

O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, aceitou nesta terça-feira denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e colocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela sétima vez no banco dos réus. O petista vai responder pelo crime de corrupção passiva por, supostamente, ter participado da “venda” da Medida Provisória (MP) 471, de 2009, que prorrogou os incentivos fiscais para montadoras instalavas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O caso é investigado na Operação Zelotes.

A denúncia recebida por Vallisney é assinada pelos procuradores Frederico Paiva e Hebert Mesquita e, além de Lula, acusa o ex-ministro Gilberto Carvalho, os lobistas Mauro Marcondes e Alexandre Paes dos Santos, o APS, o ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva e os executivos Carlos Alberto de Oliveira Andrade e Paulo Arantes Ferraz em suposta corrupção na aprovação da medida provisória, editada no segundo mandato do ex-presidente e transformada em lei em 2010

Segundo o MPF, a empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos, de Mauro Marcondes, representava os interesses da CAOA (Hyundai) e da MMC Automotores (Mitsubishi do Brasil) e teria oferecido 6 milhões de reais a Lula e Carvalho. O dinheiro seria destinado ao financiamento de campanhas do PT. Como prova dos repasses indevidos, o MPF elencou uma série de troca de mensagens e anotações apreendidas com os alvos da Operação Zelotes.

Na decisão em que abriu a ação penal contra os acusados, o magistrado argumenta que “há plausibilidade” nas alegações dos procuradores do MPF e explica que a denúncia atende aos requisitos do Código do Processo Penal, descrevendo “de modo claro e objetivo” os fatos imputados aos denunciados. Ele ressaltou que não há, neste momento, “qualquer elemento probatório cabal” que enfraqueça a acusação dos investigadores. O juiz federal fixou prazo de dez dias para as defesas apresentarem questões preliminares e alegarem o que for de seu interesse, além de arrolarem testemunhas.

Lula é réu em outro processo da Operação Zelotes pelo crime de tráfico de influência por, supostamente, ter oferecido seu prestígio a empresas, com a promessa de viabilizar a compra de caças suecos pelo governo de Dilma Rousseff e a edição de outra MP, a 627, de 2013, que também beneficiou montadoras de veículos. O “serviço” teria sido pago com um repasse de 2,5 milhões de reais do escritório Marcondes e Mautoni a uma empresa de Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do ex-presidente.

Lula é réu e ainda não foi julgado em outros quatro processos: três da Operação Lava Jato e um decorrente da Operação Janus. Em um sétimo processo, no caso do triplex do Guarujá, o petista já foi condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato em Curitiba. Há ainda duas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR)que têm o petista entre os acusados, ainda sem decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a abertura de processos.

Defesa

Por meio de nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o petista, afirma que “a inocência do ex-presidente Lula deverá ser reconhecida também neste processo porque ele não praticou qualquer ilícito. A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal não tem materialidade e deve ser compreendida no contexto de lawfare que vem sendo praticado contra Lula, usando de processos e procedimentos jurídicos para fins de perseguição política”.

Revista Veja

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Tchans!

amigos do peitopeito3© Myskiciewicz

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Sessão da meia-noite no Bacacheri

DeWisselwatcher

O Homem da Linha|de Wisselwachter. Uma jovem francesa desce de um trem certa de ter chegado ao seu destino. Mas se depara com uma pequena estação de cercanias inóspitas, onde vive apenas um agulheiro, responsável pela manutenção dos trilhos. Os trens param ali raríssimas vezes, assim ela é obrigada a conviver com aquele estranho que nunca teve contato íntimo com uma mulher. Joss Stelling dá um clima de tensão e claustrofobia a partir da obsessão de um homem solitário por uma mulher. A presença dela destrói o equilíbrio pessoal que ele havia construído durante anos, formando um trampolim para vários acontecimentos humorísticos e dramáticos. Holanda, 1986, direção de Jos Stelling (O Ilusionista), 96 minutos. 

ohomemdalinhaImperdível!

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Tempo

Demi Moore na capa de Vanity Fair, agosto, 1991.  © Annie Leibovitz

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Visage

© Roberto José da Silva

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Nicolielo

Jornal de Bauru

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Caetano Veloso janta Deltan Dallagnol

Caetano Veloso publicou em O Globo o relato de seu jantar com Deltan Dallagnol. Mais do que um jantar, foi uma cilada contra o procurador da Lava Jato, em defesa de Lula. Leia um trecho:

“Não gostei quando o juiz Moro soltou a gravação do telefonema de Dilma pra Lula, depois do prazo estipulado, o que teve papel importante na resposta da opinião pública e deu força ao movimento pró-impeachment. E detestei a cena do power point. Dallagnol falou disso no encontro como tendo sido algo que não deu certo, embora desmentisse que tivesse dito não ter provas mas ter convicção (…).

Me lembro de ter falado com ênfase, no encontro com Deltan, sobre a importância histórica da figura de Lula e o significado de sua força política. Ao sair, ele se ofereceu para me responder a qualquer pergunta que futuramente me ocorresse.

É saudável que nós brasileiros fiquemos de orelha em pé para que movimentações importantes não venham a servir à manutenção das nossas desigualdades. Porque não somos campeões em corrupção mas somos campeões em desigualdade. É com tudo isso em mente que apoio, em meu íntimo, a Lava Jato.”

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