Aviso aos navegantes

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Suave é a noite

© Roberto José da Silva

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Playboy – Anos 80

1980|Jeana Tomasino. Playboy Centerold

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Rui Werneck de Capistrano

ensimanentos-ensinamentos

Tentei chegar à iluminação, mas faltou luz na rua. Fiquei debaixo do poste esperando a enchente passar. Enquanto isso, abri o Livro das Glosas Internacionais. Minha sorte estava lançada — às moscas! Então, nada melhor do que tirar alguns preceitos motivacionais para usar como bote salva-vidas, enquanto a Defesa Civil atacava pontos de alagamento. Deixei de lado os últimos desacontecimentos políticos, esportivos e econômicos. Me ative apenas aos aspectos peculiares da criação de galinhas carijós com mantra e incenso. Foi com alívio que extraí ensinamentos pra toda a vida de um protozoário ciliado. Vou usar e recomendo. Nunca lavar a cabeça com xampu no dia que faltar água.

1. Não tentar cobrir uma rã-pimenta com edredom sem explícito consentimento dela.
2. Não comer nada com estômago vazio.
3. Jamais gesticular em voz alta com as mãos abanando.
4. Nunca trocar de roupa na frente de um ursinho de pelúcia.
5. Não falar sozinho quando desligar o celular.
6. Não comer peixe cru enquanto ele estiver dentro da água, mesmo que ele insista.
7. Não tentar se aproximar de um elefante quando ele estiver rezando com a tromba voltada pro sol nascente.
8. Jamais chamar o porteiro do edifício se o caso for de uma cabeça de alface trancada no banheiro e chorando.
9. Não piscar durante uma semana cheia de conflitos no ambiente de trabalho.
10. Não atravessar a rua se o semáforo estiver com alguma cor suspeita e de óculos escuros.
11. Nunca dizer pra um cego qual é seu signo no momento em que ele espirrar.
12. Jamais ler um livro se o autor tiver morrido de uma doença rara que nem sequer foi autorizada pelo Ministério da Saúde.
13. Não deixar passar nem um minuto a dívida, caso o relógio esteja devendo uma hora pra você. Não passe adiante, sob pena de multa. Os retardatários serão chicoteados e amarrados com cadarços de alto-coturno. E vice-versa.

RUI-19Rui Werneck de Capistrano é autor de Nem bobo nem nada, romancélere, 150 páginas, 2009.

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Tchans!

© Vartan Russeaux|1978

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Janelas  –  Janela de transferência no futebol é o prazo para o jogador mudar de time. Janela de transferência na política é o prazo para o político mudar de quadrilha, perdão, de partido.

Álvaro, inédito, sempre publicado  –  Se ele não puder, falta de tempo, agenda entupida, um dos dezenas de assessores podia recolher as metáforas caipiras do senador Álvaro Dias. Como a da semana sobre os aliados de Geraldo Alckmin: “chupins da república”. Há mais de trinta anos ouvi no comício de sua primeira campanha para o Senado: “O MDB apanha mais que cachorro de índio”.

Uma antologia das frases de Álvaro não faria dele presidente ainda no século XXI – que o Dorian Gray pé-vermelho seguramente fechará no Senado. Mas entraria na literatura na companhia de Cornélio Pires, nosso clássico narrador de ‘causos’. Álvaro faz falta na bancada de Rolando Boldrin. Com a vantagem de falar por dois, ele mais o ventríloquo.

Poliamor, politraição  –  Se o Brasil brilhou na Copa com o cai-cai de Neymar, na eleição para presidente vai brilhar com o adultério, os partidos traindo seus candidatos – menos Lula e PT, casados sob cláusula pétrea. O mais traído será o candidato do poliamor, do casamento poliafetivo: Geraldo Alckmin.

Versos multiuso  –  Surgiu o mote “Ciro guerreiro do povo brasileiro”. Apropriação indébita. O mote é de Lula, não pela veracidade, mas pela originariedade – surgiu com Lula e é usado por seus devotos. Tanta coisa pode ser criada, tipo “Ciro Gomes, não dorme com homens”, para aproveitar sua informação, em outra campanha, sobre a função da primeira-dama Patrícia Pillar.

Não me arvoro em marqueteiro, mas o desnível militar entre Ciro e Bolsonaro ajuda: “Entre a patente do capitão e a do coronel, a de Ciro é mais quente”. Esta ganharia o eleitorado gaúcho, que nutre saudades de Dilma. Tudo, menos o mote de Lula, ainda que seja agrado para ganhar apoio do Messias de Garanhuns lá no fim do segundo turno.

Critico, mas não pratico. Desde a sexta-série uso os versos de um querido colega do ginásio adventista, o hoje pastor Oséas Wichert, para conquistar as mulheres: “Por ela eu suportaria/O cansaço, a sede, a fome/Até milagre faria/… é seu nome”. Versos multiuso, ali onde estão os pontinhos a gente preenche com a paixão da ocasião. (Saverio Marrone)

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comigo contigo consigo

Quando morre um cartunista
pra onde será que ele vai?
Existe um céu-dentista
que repõe o dente no sorriso que cai?

E quando o abatem a tiros
como a tigres, leões e elefantes?
Seriam troféus os motivos,
a pele, a juba, as presas elegantes?

Quando o coração fica suspenso
entre o medo e a impunidade,
perguntas e dúvidas perdidas no tempo
silenciam toda a humanidade.

Marta morta viverá do passado?
Geraldão é um caso encerrado?
O mundo virou casa de mãe joana
ou é só uma piada de gente insana?

Eu gostaria de rir e não posso;
respirar aliviado e não consigo.
No ar, há uma sarna e nem coçar eu coço.
Glauco levou todas as respostas consigo.

Antonio Thadeu Wojciechowski

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O menino de Jaguapitã

© Alberto Melo Viana

“Entre os loucos e os bem-sujos, de repente, cara, você é mais um. Não adianta lembrar que você é íntimo da delicada poesia de Florbela Espanca e que, mais de uma vez, o prodígio de suas noites foi construído a partir de madrugadas sombrias, a fumo, bombons e Jorge Luis Borges.” Wilson Bueno – 1949/2010

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Bolsonaro ensina criança a imitar arma

© Dida Sampaio|Estadão

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Todo dia é dia

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Fraga

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Desbunde!

© Tomas Rucker

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Cartazes de teatro

© Foca Cruz

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Grandes esportistas do Século 20

Juvenildo – Jogador de futebol, Brasil, 1926 – “Cotovelo de Ouro” era o apelido de Juvenildo Constâncio, criador do gol de cotovelada. Sua habilidade não se restringia ao braço esperto: era hábil e poderosotambém nas cabeçadas e na dança do ventre. Apareceu no futebol quando foi escalado pelo técnico Artacherches Fonseca como centro-avante do Frontêra Bagual, no Rio Grande do Sul, em 1943, numa memorável partida em que o time gaúcho goleou o CTFC (Centro de Tradição do Futebol Catarinense) por 6×0, fazendo três gols de cotovelada e um com a barriga milagrosa que espantava a torcida.

Nunca chegou à Seleção Brasileira, pois era adepto do “copo de cerveja fatal” que o afastava dos coletivos por intoxicação alimentar.Também era mulherengo e viciado em naftalina. Na derrota do Brasil para o Uruguai, em 1950, chorou copiosamente e morreu afogado nas próprias lágrimas, ao descobrir que a empregada havia limpado as gavetas e jogado fora todas as suas bolinhas de naftalina. Era ainda nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga.

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Em cartaz

Czeski mistrz fotografii Jan Saudek

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Porque hoje é sábado

Natalie Austin. © Zishy

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Afasia

O Ex-tado do Paraná, em algum lugar do passado.

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Mural da História

espada14 de julho, 2014

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Lula lá, sempre…

O Partido dos Trabalhadores deu com os burros n’água (todos os integrantes do PT et caterva) nesta montagem ridícula. Moro também pode ser do verbo “morar”. Animus jocandi, trata-se do elogio da loucura. Quaxquáx!

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