Dia Mundial da Fotografia

Martine’s legs, 1967 – Henri Cartier-Bresson—Magnum Photos

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Playboy – Anos 50

Jayne Mansfield. Playmate of The Month

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Um varal e coisa e tal

© Roberto José da Silva

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Zé Celso diz que Silvio Santos ofereceu ‘propina’ para desistir de terreno

Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

O dramaturgo Zé Celso, do Teatro Oficina, afirmou nesta sexta (18) que recebeu e recusou uma oferta de R$ 5 milhões do apresentador Silvio Santos para que desistisse de uma disputa em torno de um terreno ao lado do teatro. Zé Celso diz que entendeu a proposta como “uma espécie de propina” e afirma que não está “à venda”.

“Ele me ligou e disse: ‘Andei pensando uma coisa. Se eu te desse R$ 5 milhões, você desistiria?’ Eu falei ‘Claro que não’! Aí ele desligou e cada um foi para um lado”, diz Zé Celso. Ele afirma que percebeu a oferta como “uma agressão”, mas que continuará negociando.

A assessoria de Silvio Santos diz que “desconhece qualquer tipo de conversa entre os dois a não ser de quinta (17) [com Eduardo Suplicy e João Doria]” e que o apresentador “não se pronuncia, não dá entrevistas e não dá depoimentos”.

A área, que pertence ao dono do SBT, é objeto de uma disputa há 37 anos. O apresentador quer construir um empreendimento no local. Zé Celso diz que a obra “encaixotaria” o edifício do Oficina, projetado por Lina Bo Bardi e tombado desde 2010. O terreno chegou a ser utilizado pelo grupo de teatro em seus espetáculos, com a autorização do empresário.

Na quinta (17), os dois se reuniram com o vereador Eduardo Suplicy (PT) e o prefeito João Doria (PSDB) para discutir a questão. Ficou decidido que seria formado um grupo de trabalho para resolver o imbróglio.

Segundo Zé Celso, o empresário não prestou atenção na apresentação, pelas arquitetas do Oficina, de um projeto que prevê a instalação de um “teatro de estádio” no local, com estruturas como tendas e contêineres.

“Ele não ouviu nada da reunião. O pessoal da equipe dele só ria, debochava da gente”, declara. Segundo Zé Celso, Silvio dizia: “Deixa de ser artista, deixa de ser sonhador.”

O dramaturgo afirma que é “muito grato” a Silvio porque “se não tivesse essa luta com o principal agente do capitalismo vídeo-financeiro, teria uma certa ideia de mundo. Agora, minha ideia de mundo chegou na real”.

Zé Celso diz ainda que Silvio chegou a sugerir que ele usasse o montante para divulgar a peça “O Rei da Vela”, obra histórica do Oficina que será remontada. Em vez disso, afirma, incluirá na peça uma referência à oferta de Silvio.

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Kim Jong-un

© Ttong

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ESTA SEMANA foi dos advogados. E dos juízes, uns não vivem sem os outros. Os advogados apanharam mais que “cachorro de índio” – ouvi do candidato a senador Álvaro Dias quando no seu primeiro partido, aquele que perde o ‘p’ para continuar nos fazendo tomar no ‘c’. Começo pelos advogados de Lula, que perderam mais um round no adiamento-presenciamento das audiências do messias do ABC. 

A palma vai para os juízes, e nem falo daquele juiz de Mato Grosso que expôs a classe. Vai passar, sempre passa, dá-se um jeito no contracheque e continua la même chose. O homem da hora é o juiz do mal – ou do bem, questão de gosto -, Gilmar Mendes, que quando o colega Sérgio Moro diz ‘a’ sem mostrar os dentes, ele berra ‘b’, com cara de azedo, mostrando os dentes.

Gilmar bateu nos juízes-marajás, categoria a que ele não pertence, ao que parece, pois não “substituiu na entrância”, como os de Mato Grosso. Bateu ainda no juiz do Rio que mandou prender duas vezes o empresário que Gilmar soltou duas vezes. O novo código de processo penal, em discussão no Congresso, terá que criar o recurso-Gilmar: ressoltar e reprender.

Que dizer do juiz trabalhista de Brasília que passou o sabão na advogada – sentido figurado, não o de Roberto Carlos – que falava na tribuna. Disse que ela estava ali vestida de camiseta, ferindo o decoro. Um vexame para ele, deve ter perdido a concentração com o exemplar moreno-índio ali presente. Ela usava vestido com alças, justo no busto, mais para festa de São João que para tribunal.

(Cara sem noção esse juiz. Tenho esses amigos, ele desembargador, ela advogada, namorados e fetichistas de Têmis, a deusa da Justiça. Os dois adoram fazer amor vestidos a caráter, ele de toga, ela de beca, a mesma coisa com nomes diferentes. Debaixo de toga e beca, Adão e Eva mais a serpente. Nada de balança e espada, que atrapalham. Mas não dispensam a venda nos olhos.)

Não vou elogiar juiz, porque juiz é como a criança que quando os pais pedem uma gracinha, apronta na frente das visitas. Mas beijo as mãos da juíza de Brasília que mandou o advogado do Banco do Brasil reduzir para trinta a petição de cem laudas. Matéria batida, disse ela. Advogado escreve demais, isto aqui é prova. Devia mandar reduzir para cinco laudas. E eu para dois parágrafos.

Rogério Distéfano

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Flagrantes da vida real

Pinissilina, várias vezes ao dia, dá saúde e alegria.  © Maringas Maciel

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Fraga

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Tchans!

Lily Allen. © TaxiDriver

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Sessão da meia-noite no Bacacheri

adeusAdeus|Goodbye|Bé omid E didar| Irã, 2010.

Adeus, de Mohammad Rasoulof (2010) é mais um filme iraniano que mostra o tipo de democracia que vive o país. Lançado em 2011 na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio de direção, o filme foi proibido de circular no Irã, apesar de ter tido aval do governo para ser realizado.

Também pudera: num país cheio de restrições às liberdades civis, ele conta a história da advogada Leyla, que conseguiu licença para exercer a profissão dela em Teerã, a capital do Irã, enquanto o marido está exilado — ele, um jornalista militante anti-governo. Então, ela fica grávida e tenta deixar o país, mas, obviamente, vai enfrentar uma série de dificuldades burocráticas para realizar o objetivo. Como se imagina, o tema é político, mas também esbarra nas questões comportamentais e religiosas, caso do papel da atuação da mulher em uma sociedade tão fechada quanto à iraniana.

O filme foi realizado logo após a prisão do cineasta em 2010, junto com outro diretor, Jafar Panahi, também opositor do governo. 

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Mural da História

período-eleitoral14 de novembro, 2010 

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Cacau Rhoden

Todo mundo lá!

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Rui Werneck de Capistrano

Zapetrape, zapetrape, zapetrape, zapetrape… Lá vem o Hidrópota Esclarecido no seu passinho miúdo, direto para o mais aconchegante sofá deste mundo. O copo companheiro ele deposita bem ali na mesa de centro, que não está assim tão centralizada. Lúcido, conciso, coordenado, o Hidrópota Esclarecido mede tudo com água fria e transparente: a guerra no Iraque, o muro da Cisjordânia, a moral do vizinho, o preço do pão. Vaso de flor é um copo, sinceridade feminina são dois goles, alegria é um litro.

Remédio infalível para a tristeza, elixir curativo para filosofias orientais mal digeridas, elemento catalisador para pugnas matrimoniais… Bem ali, ao alcance da mão, o copo d’água espera. E o Hidrópota Esclarecido reina sobre todas as discórdias que, qual aliens perdidos em Nova York, se refugiam nos pubs, nos bares chiques, nos mais sujos botecos. E embebedam-se de uísque, cerveja e, tardiamente, de rum e gim.

Enquanto ele se refestela no sofá e dita regras, baixa éditos, explica o caos primeiro do Universo como tempestade em copo d’água. Ah, sabia que Vênus, a bela mulher que nasceu numa tela de Boticelli, era a deusa do Amor? Ah, e a deusa do casamento, sabe quem é? É Juno, uma víbora. E o copo no ar – um brinde aos fantasmas da mitologia.

Mulher deixa o marido para seguir o amante, marido foge da mulher para ficar sozinho, casais separam-se voluntariamente, mulher odeia, mas suporta marido por trinta anos, casais vivem Guerra dos Cem Anos sob o mesmo teto, mulher e marido vivem juntos como se o outro não existisse, marido dorme na sala, homem tem amante, mas vive bem com a mulher, mulher casa por interesse pecuniário, homem promete para a amante que vai se separar da mulher, mulher espera no escuro, com revólver, o marido que chega bêbado… Ah, uma pausa refrescante… Ahgua! Zapetrape, zapetrape, zapetrape… o périplo do Hidrópota Esclarecido do sofá à torneira, da torneira ao sofá. A volta ao mundo em torno da torneira.

Ah! Um homem publicou anúncio em busca de uma esposa. Recebeu 1.788 cartas de homens… que ofereciam as suas.

Rui Werneck de Capistrano só bebe cerveja.

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Clic!

Duque de Caxias, na Avenida… Duque de Caxias!  © Orlando Pedroso

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Federico Garcia Lorca.  © Reuters

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Mural da História

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Em algum lugar do passado

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Terror|

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