Todo dia é dia

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Fio de Ariadne

© Iara Teixeira

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Lina Faria.  © Rômulo Miranda

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Quaxquáx!

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Paris

Cleopatra. The life of 1930’s parisian prostitutes. © Corona

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Vai lá!

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Fraga

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Na agenda

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Prof. Thimpor

© Bat Masterson

Cine Hare Rama – Não Judia Dela, Patrão! (komm doch, komm zu mir)

Billy The Kid atravessa um deserto infestado de répteis para levar uma importante mensagem ao Cavaleiro Negro, moribundo e esquálido, porque o Dr. Robledo lhe aplicou uma injeção de naftalina debaixo do braço. No início da projeção ouve-se claramente a voz de Gary Cooper em “Tambores Distantes” tentando convencer um índio a lhe mostrar o caminho para as índias. Esse é o filme mais importante de Estravos Demóstenes, fanho, vesgo e arrimo de família, realizado logo após o cineasta ter saído de uma clínica psiquiátrica, onde foi tratado como sendo Sam Peckinpah.

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Livros

© Mark Del Mar

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Tempo

millôr-Ricardo-Moraes-Folhapress© Ricardo Moraes|FolhaPress

Venho sendo cercado por telefonemas, recados eletrônicos e fáquicis, tentando me cooptar pra apoio à manifestação pró CINEMA, dia 28, na Cinelândia. Apenas pela posição física deste quadrado (não tenho ilusão), há sempre tentativas de transformá-lo na “Voz do Povo Aflito e Desamparado”, e no “Último Hálito da Liberdade”, na “Tribuna Sem Medo e Sem Vergonha”, e por aí. Mas se entro nessa, adeus! Millôr vira um chato comum, deixa de ser um chato personalizado. Pô, já não basta o tempo do meu deinde philosophare desperdiçado com a inacreditável mediocridade e mutretariedade da administração carioca?

Mas, afinal, abro exceção pra panfletagem do cinema com o poema gráfico do curitibano Solda e do não menos curitibano, cineasta Sylvio Back(*). O grafismo é homenagem a 60 diretores de cinema mortos nos últimos 12 anos e augura que o cinema propriamente dito não entre na mesma fria.

Quero apenas repetir que minha relação com a arte é diferente. Pra mim, artista tem que sofrer. Ser anão, como Lautrec, cortar orelha como Van Gogh, contrabandear armas como Rimbaud, morrer na miséria como Grosz. Cara que, como eu, ganha dinheiro com o que faz pode ser, e é, chamado de tudo, menos de artista.

*Madrugador inveterado, todo dia abro minha janela pra ver o sol surgindo no horizonte e, um pouco mais abaixo, mas não menos brilhante, correndo pela praia, Sylvio Back, o atleta que veio do frio”.

(Millôr Fernandes, Jornal do Brasil, 23/4/92)

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A moda tem dois lados

Clarah-Celso-TavaresClarah Averbuck – © Celso Tavares

A moda tem dois lados. Não, acho que dois é pouco. Deve ter mais, bem mais, mas eu não conheço o assunto profundamente e acho que foi uma boa maneira de começar. Vamos de novo, então.

A moda tem dois lados: a arte e a escravidão. A arte quando vemos todas aquelas belas criações, explosões de cores e criatividade e uma inspiraçãozinha roubada da rua, que ninguém inventa do nada, umas boas idéias e todos aqueles tecidos e aqueles saltos, uma perna atrás da outra, um, dois, flashes, todos aqueles paetês – porque eu gosto de paetês, não sei se nesta estação existem paetês, mas dane-se, porque eu uso paetês quando quero, não quando mandam.

Quando mandam é a escravidão, a parte ruim. Pode, não pode. In, out. Peso, cabelo, maquiagem.

Não, obrigada, eu sei me vestir, ninguém precisa me dizer o que fazer. Estilo e moda, na minha cabecinha de roqueira retrógrada, são duas coisas bem diferentes. Às vezes andam juntas, e é quando funciona. Afinal, os criadores se chamam estilistas, certo? Não modistas. Estilistas. Estilo não sai de moda. Eu acho. Eu acho também que chamaram a pessoa errada para escrever sobre o assunto, mas agora é tarde.

É que eu tenho uma concepção sobre estilo que não combina muito bem com esse negócio de moda por estação. Estilo é algo que engloba a sua cultura, sua personalidade e o seu modo de vida refletidos na maneira como você se veste, e sua cultura e sua personalidade não mudam de seis em seis meses, certo? Isso se você tem uma. Como, vá lá, os hippies, que são péssimos, mas vamos admitir que tinham estilo. Isso lá na época deles, porque hippie fora de época não dá. Não me entenda mal, não quero dizer que uma vez hippie, hippie para sempre. Claro que as coisas passam, mas não tão rápido quanto ditam: elas passam quando passam. Vamos mudar de exemplo, isso tudo está muito confuso. Veja os punks; quando o estilo segue um movimento, um acontecimento cultural e histórico, as coisas fazem sentido.

Mas quando alguém decide, assim, out of the blue, que é hora de usar as polainas dos anos 80, aí eu já não entendo nada. Como não entendo chegar em uma loja e escutar “olha, essa aqui está saindo muito”. Moça, se está saindo muito eu não quero! Por que eu vou querer algo que todo mundo tem? Não, obrigada.

No mundo onde peças exclusivas custam uma grana absurda, prefiro inventar minhas roupas aqui em casa, que é mais barato e menos perigoso, além de muito mais divertido. Porque aqui em casa, a moda só tem um lado: o meu. E é assim que vai ser até o fim dos meus dias, amém.

*Clarah Averbuck, escritora, gosta de estampa de oncinha, tachinhas e olheiras (Somewhere over the rainbow).

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Caroline Wozniacki. © TaxiDriver

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© Lina Faria

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Musas

meu-tipo-inesquecível-lena-endreLena Endre, atriz do filme Infiel (Trölosa), de Liv Ullmann, 2000. © Grosby Group

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Playboy – Anos 50

1954_03_Dolores_Del_Monte_Playboy_Centerfold_LivePix1954|Dolores Del Monte. Playmate of the Month

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Vale a pena ver de novo

elma-francis-55Elma & Francis, descabelando o palhaço. © Lauro Borges

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Vai lá!

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Mural da História

tirar-o-bode-da-sala-201620 de setembro, 2008 – O Estado do Paraná

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Que país é este?

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