Na estrada…

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Miss Brasil

Roberto José da Silva – Blog do Zé Beto

Nem tudo está perdido. No próximo sábado, no Rio de Janeiro, acontece o concurso de Miss Brasil 2018.

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Que sufoco!

© Roberto José da Silva

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Um câncer chamado Nicolás Maduro!

Dirceu Pio

Não houve quem segurasse! Com a ajuda infame dos nossos partidos de esquerda, nosso vizinho rico, a Venezuela, transformou-se num tumor  sem tempo para supurar. Que me desculpem os pacifistas, mas acho que a crise que o bolivarianismo produziu na Venezuela só poderá ser abreviada por uma intervenção nos moldes desta última, para combater o uso de armas químicas pelo regime sírio…

O que o bolivarianista Nicolás Maduro faz hoje com a população de 32 milhões de habitantes do país chega a ser tão perverso quanto as bombas químicas que o infame Bashar al-Assad insiste em lançar sobre comunidades inteiras.

Bashar al-Assad não se importa nenhum pouco que suas armas químicas desabem sobre crianças e mulheres, assim como Maduro não se importa que milhares de crianças ou pessoas atacadas por doenças degenerativas morram também por falta de comida, de tratamento e de remédios….

Se existe um Deus, ele certamente se esqueceu da Venezuela!

OPOSIÇÃO FORTE E DESTEMIDA

Não é falta de oposição; ao contrário, opositores venezuelanos têm combatido o bom combate….La Tumba, o presídio subterrâneo na malha urbana de Caracas, está há vários anos lotado de presos políticos, muitos dos quais são meninos de 18 a 21 anos cujo crime foi sair às ruas para protestar contra o regime!

Pode-se dizer hoje, com segurança, que a imensa maioria da população está contra o regime, fora todas aquelas pessoas que bateram em retirada para formar um dos maiores êxodos mundiais (há informações de que mais de um milhao de pessoas deixaram o país nos últimos três anos).

Antes de ser um narcotraficante, Nicolás Maduro é também um grande manipulador: ainda na semana passada, quis vender ao mundo a ideia de que ganhou mais uma “eleição legítima”.

A farsa é das coisas mais flagrantes e insustentáveis do mundo: existem 20,5 milhões de eleitores inscritos para votar mas esse pleito do dia 20-05 teve a participação de apenas 32,3 %; do minúsculo número de votantes, num pleito que foi boicotado por todos partidos de oposição, que em nenhum momento se acharam representados pelo candidato Henri Falcón, Nicolás Maduro recebeu 68% dos votos. Henri Falcón obteve 21% dos votos.

Além disso, há também a fraude proporcionada pelo mesmo instrumento que o país vendeu ao Brasil: as urnas eletrônicas que o nosso TSE comprou da venezuelana Startmatic.

PIOR QUE UMA DITADURA

Profunda conhecedora dos problemas de seu país, a venezuelana Manola de Rubeis, advogada, exilada e dirigente da Ong Speak Out, em Londres, declarou em recente entrevista ao jornalista Enio Mainardi, que o governo de Nicolás Maduro está transformado hoje em algo pior que uma ditadura: “A ditadura pressupõe alguma ordem…aquilo lá é uma anarquia, uma desordem”.

A anarquia, eu digo, tem um fio condutor com alguma inteligência agregada. Não vai ser fácil apeá-lo do poder.

Ele enfrenta com argúcia as sanções de Donald Trump. Já atenuou sua dependência ao dólar: criou o Petro, uma criptomoeda lastreada em petróleo.

Neste momento, os  Estados Unidos caminham com uma certa cautela em relação à Venezuela: se parar de comprar, como ameaça, o petróleo venezuelano, será substituído, automaticamente, pela China; ou pela Rússia…não será por acaso que os dois países foram os primeiros, entre as grandes potências, a reconhecer, por mais seis anos, o governo “legítimo” de Maduro…

Os EUA sempre tiveram boas vantagens na compra do petróleo venezuelano. Serão capazes de repassar essas vantagens a terceiros poderosos?

DINHEIRO DO NARCOTRÁFICO

Para se manter no poder, Maduro conta ainda com o dinheiro do narcotráfico. Simon Bolívar deve tremer na cova ao enxergar sua terra natal, inclusive as forças armadas, envolvida no narcotráfico até os dentes…

Não, não é contra-informação disparada pelo Imperialismo Ianque. As denúncias têm se repetido exaustivamente nos últimos quatro anos desde que um oficial da  Marinha Venezuelana, ex-guarda-costas de Hugo Chavez, Leamsy Salazar Villafanã, fugiu para os Estados Unidos e passou a colaborar com a DEA, a agência de combate às drogas americana.

Villafanã iluminou boa parte das sombrias operações  dos governos bolivarianos latinos; mostrou a aproximação de Hugo Chavez, Maduro e o boliviano Evo Morales com as Farc colombianas, escrachando o envolvimento de todos com o narcotráfico.

Salazar Villafanã denunciou também o envolvimento de membros da administração  das Forças Armadas venezuelanas com o cartel do narcotráfico  Los Soles. Formado por militares que apoiam o governo de Maduro, o cartel Los Soles garante o transporte da droga pelo Atlântico, até o desembarque nos EUA.

A delação de Salazar Villafanã permitiu também ao FBI incluir em sua lista de “mais procurados” o diplomata Ghazi Nasr al-Din, libanês de nascimento e naturalizado venezuelano. Ele é acusado de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro para financiar o Hezbollah, grupo considerado terrorista pelas autoridades americanas. Ghazi vive hoje tranquilamente na província venezuelana de Aragua sob proteção das autoridades locais.

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Em Brasília…

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Calma, porque o santo é anão!

© Roberto José da Silva

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Território livre

Luiz Fernando Verissimo

Imagine que você é o Galileu e está sendo processado pela Santa Inquisição por defender a ideia herética de que é a Terra que gira em torno do Sol, e não o contrário. Ao mesmo tempo, você está tendo problemas de família, filhos ilegítimos que infernizam a sua vida e dívidas que acabam levando você a outro tribunal, ao qual você comparece até com uma certa alegria. No tribunal civil, será você contra credores ou filhos ingratos, não você contra a Igreja e seus dogmas pétreos.

Você receberá uma multa ou uma reprimenda, ou talvez, com um bom advogado, até consiga derrotar seus acusadores, o que é impensável quando quem acusa é a Igreja.

Se tiver que ser preso, será por pouco tempo, e a ameaça de ir para a fogueira nem será cogitada. No tribunal laico, pelo menos por um tempo, você estará livre do poder da Igreja. É com esta sensação de alívio, de estar num espaço neutro onde sua defesa será ouvida, e talvez até prevaleça, que você entra no tribunal. E então você vê um enorme crucifixo na parede atrás do juiz. Não adianta, suspiraria você, desanimado, se fosse Galileu.

O poder dela está por toda parte. Por onde você andar, estará no território da Igreja. Por onde seu pensamento andar, estará sob escrutínio da Igreja. Não há espaços neutros. Um crucifixo na parede não é um objeto de decoração, é uma declaração. Na parede de espaços públicos de um país em que a separação de igreja e estado está explícita na Constituição, é uma desobediência, mitigada pelo hábito. Na parede dos espaços jurídicos deste País, onde a neutralidade, mesmo que não exista, deve ao menos ser presumida, é um contrassenso – como seria qualquer outro símbolo religioso pendurado. É inimaginável que um Galileu moderno se sinta acuado pela simples visão do símbolo cristão na parede atrás do juiz, mesmo porque a Igreja demorou, mas aceitou a teoria heliocêntrica de Copérnico e ninguém mais é queimado por heresia. Mas a questão não é esta, a questão é o nosso hipotético e escaldado Galileu poder encontrar, de preferência no Poder Judiciário, um território livre de qualquer religião, ou lembrança de religião.

Fala-se que a discussão sobre crucifixos em lugares públicos ameaça a liberdade de religião. É o contrário, o que no fundo se discute é como ser religioso sem impor sua religião aos outros, ou como preservar a liberdade de quem não acredita da prepotência religiosa. Com o crescimento político das igrejas neopentecostais, esta preocupação com a capacidade de discordar de valores atrasados impostos pelos religiosos a toda a sociedade, como nas questões do aborto e dos preservativos, tornou-se primordial. A retirada dos crucifixos das paredes também é uma declaração, no caso, de liberdade.

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Vale a pena ver de novo

João Maria tenta desesperadamente escrever uma peça de teatro para participar de um concurso. Folheia livros, consulta anotações. A campainha toca, ele vai atender. É Fausto, acompanhado do Diabo. João Maria esperava Godot, mas não diz nada. Fausto, que firmara um pacto com o Diabo, quer que João Maria o ajude a procurar Margarida, expressão de pureza e virtude. João Maria se recusa. Tem que lavar toda a louça e levar as crianças no colégio. Mefistófeles, escondido atrás da cortina, ouve toda a conversa. Misteriosamente, o telefone toca. É Goethe. Começa o bate-boca. A mulher de João Maria reclama do barulho. João Maria vende a alma a Goethe, que lhe promete a juventude eterna, a satisfação dos desejos e dois ingressos para o show da Rita Lee. A empregada, encarnando o conflito humano entre a matéria e o espírito, ignorando a situação, pede aumento. Surge Godot, não se sabe de onde, representando as obras de cunho universal. Alguém tenta servir o cafezinho. As luzes se apagam. Mefistófeles passa a mão na empregada. Tumulto. O inspetor Poirot invade o apartamento. Fica no ar aquele cheiro de carta rasgada.

Bentinho e Capitu estão almoçando. Em outra mesa do restaurante, Tom Jones, o andarilho generoso e irreverente, interrompe o licor e observa a salada dos Irmãos Karamazov. É sábado. Um baiano reclama da feijoada.

Um rei é assassinado. No velório, os presentes refletem sobre as paixões humanas, a harmonia social e a moral da sociedade. Três feiticeiras horrendas mandam um pombo-correio para Riobaldo, General do Exército Real, avisando que ele será o futuro soberano do Nordeste. Sem saber de nada, Riobaldo come o pombo. Chove em todo o sertão. Riobaldo, com disenteria, mata o Rei Duncan, tornando o clima sombrio. Intriga. Medo. Violência. Todos vão ao McDonald’s mais próximo. João é noivo de Maria. Trocam carícias no velho sofá desbotado. O retrato do pai os observa. Dona Rosinha prepara o jantar. Dalton Trevisan passa pela sala na ponta dos pés, tropeça num lugar comum e cai nos braços do vampiro de Curitiba. Mistério. Tchekov e Maupassant zombam dos leitores. Trevisan, observador atento dos pormenores da realidade, se afoga. Um moço em Curitiba só tem um remédio: afogar-se. Para a música, fecham-se as cortinas e ninguém mais toca no assunto.

O Grande Vazio da Alma Humana está na sala vendo televisão. A Fantasia Exótica Magistral volta da feira e encontra os Traços Primitivos fazendo algazarra no banheiro. O Grande Vazio pergunta pelo salsão. Não havia salsão na feira.

A Fantasia Exótica Magistral chama todo mundo e faz uma descrição do mundo tal como ele realmente é. Tolstoi, apavorado, foge de casa. O Compêndio de Gramática explica que o artigo é a parte da palavra que serve para exprimir a extensão em que o substantivo será tomado. Pânico no palco. A omissão do Artigo Definido acaba incriminando a Formulação do Plural, que foge do país. O Grande Vazio da Alma Humana continua vendo televisão.

Solda

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Veja-se!

Alton Nehemiah Ellis  (Setembro|1938 – Outubro|2008. Pra ver e ouvir de bermuda e chinelão.

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Pentelhos

pentelhostudo-pelos-pelosPittie. © Voyeurism|Russian

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Odebrecht, quem sabe

Rogério Distéfano – O Insulto Diário

Dilma P., 37 anos, paulista, entrou na Justiça para mudar seu nome. Quer se chamar Manuela, homenagem ao pai. Não aguenta o assédio que sofre desde o impiche da outra Dilma. A família Lula da Silva assumiu o Lula até a terceira geração, por baixo uns vinte Lulas. Que nome adotariam para substituir o Lula diante do assédio?

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O truque da bola gelada

Ruy Castro – Folha de São Paulo

Uma maneira esperta de se chegar à final ideal numa Copa

O francês Michel Platini, ex-craque e cartola acusado de ter levado 2 milhões de francos suíços em serviços escusos para a Fifa e a Uefa, declarou no fim de semana que ajudou a manipular o sorteio dos grupos na Copa do Mundo de 1998, realizada em seu país. A ideia era a de que França e Brasil não se cruzassem em nenhum momento do torneio que não fosse a final. O que aconteceu, com a vitória da França por 3×0. 

Platini deve saber o que diz. Era presidente do Comitê Organizador daquela Copa. O segredo estava em manipular a escolha das chaves, a qual se deu por sorteio numa cerimônia em Marselha. O responsável pelo sorteio era o então secretário-geral da Fifa, o suíço Joseph Blatter, logo depois presidente da entidade e atualmente banido do futebol por acusações de corrupção —uma delas a de, em 2011, ter indevidamente destinado 2 milhões de francos suíços a… Michel Platini.

O sorteio para a escolha das chaves foi feito pelo velho processo de bolas dentro de potes, recolhidas manualmente por uma pessoa que, ao enfiar a mão no pote, não tinha como saber qual bola estava tirando. Mas há como saber. Pouco antes do sorteio, basta botar na geladeira a bola que se quer tirar. Não sei quem inventou isso, mas o truque foi muito usado pela antiga CBD, hoje CBF, nos sorteios que, nos anos 50, regulavam o antigo campeonato brasileiro de seleções estaduais. Um dos cartolas da CBD era então João Havelange —o mesmo que presidia a Fifa durante o sorteio para a Copa de 1998.

O fato é que, com a França como cabeça de chave num grupo e o Brasil em outro, a bola gelada pode tê-los levado em segurança até a decisão da Copa. Na qual, como se sabe, Ronaldo Fenômeno teve um treco antes do jogo. Aliás, onde estaria Platini naquele momento? 

Nos sorteios de hoje, parece, não se usam mais bolas, e sim algoritmos. Mas quem garante que não há também algoritmos gelados?

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Observatório da Imprensa

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José Pires

Jota é jornalista, jornalista, cartunista e artista gráfico. Como cartunista, foi premiado nos Salão de Piracicaba e no Salão de Humor do Piauí, tendo participado também de vários salões internacionais. Em 1980 foi premiado no Salão de Humor do Canadá. Jota já publicou na Folha de S. Paulo, onde fez parte do Folhetim e da Folha Ilustrada, suplementos modernizadores do jornalismo cultural brasileiro. Publicou também em O Estado de S. Paulo, onde durante cerca de dois anos publicou uma coluna de humor no suplemento diário Caderno 2. Já publicou também na antiga Última Hora, de São Paulo, Correio Popular, de Campinas, Folha de Londrina, Gazeta de Pinheiros, no semanário Primeira Mão, nas revistas Visão, Repórter Três e Tênis Esporte. Entre as décadas de 70 e 80, participou ativamente da imprensa alternativa brasileira, de oposição à ditadura militar. Foi da equipe do jornal Movimento, um dos mais importantes órgãos de imprensa durante o regime, de seu primeiro número, em 1975, até seu fechamento em 1981. Publicou também em O Pasquim.

Brasil Limpeza

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Ditaduro

República dos Bananas

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Mural da História

Terça-feira, 11 de maio de 2010 – © Jean Galvão

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Passarinho

esta-Passarinho© Ricardo Silva

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Dezenas de policiais à procura de Azeredo

© José Cruz|Agência Brasil

Dezenas de policiais — caracterizados e à paisana — estão à procura do ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, publica o Estado de Minas. “Estamos fazendo diligências comuns para tentar localizá-lo, até porque a polícia tem que trabalhar com as duas hipóteses (ele se entregar ou não). Se ele não se entregar, temos que saber onde está para cumprirmos o mandado”, disse o delegado Carlos Capistrano.

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