Mãe só tem uma

República dos Bananas

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Mostra Delírio de Teatro

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Fraga

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STJ concede prisão domiciliar a Adriana Ancelmo

Decisão tem caráter provisório até que o julgamento de habeas corpus seja concluído. © Myskiciewicz

Rio – A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu, nesta sexta-feira, liminar autorizando a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral. A decisão tem caráter provisório até que o julgamento de habeas corpus, pedido pela defesa na quinta-feira, seja concluído.

Adriana está presa desde dezembro no Complexo de Gericinó. A liminar restabelece o que havia sido decidido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal.

A decisão de Bretas havia sido derrubada, três dias depois, pelo desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), a pedido do Ministério Público Federal (MPF). A defesa da ex-primeira dama do estado então recorreu ao STJ.  O Dia

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O “elogio” de Lula ao procurador Dallagnol

Lula da Silva abriu a boca para se revelar mais. Perguntou o “operário” que chegou ao poder, e fez o que fez, sobre o procurador da República Delton Dallagnol, chefe da Força Tarefa da Operação Lava Jato: “O que entende de política aquele moleque?” Se entendesse da política praticada no país, e da qual o ex-presidente conhece como ninguém, daí ter alguns companheiros presos por corrupção, como seu guru e mentor José Dirceu, por exemplo, O moleque Dallagnol não estaria do outro lado da trincheira. Com mais acertos do que erros, no mínimo o representante do Ministério Público Federal e seus parceiros escracharam uma verdade absoluta: ao chegar onde sempre quis, o ex-líder sindical e seu partido fizeram pior do que aqueles a quem combatiam como ninguém antes.  

Com a desculpa esfarrapada de se manter no andar de cima, o Partido dos Trabalhadores mancomunou-se, se lambuzou na lama e na facilidade para obter vantagens, enganou aqueles que acreditavam que este país estropiado teria um caminho mais ou menos tranquilo e iluminado sob a liderança de alguém que, agora, só ludibria os abduzidos.

Lula é aquele que nunca viu o que se passava na sua frente quando encastelado no Palácio do Planalto – e até hoje dá uma de joão sem braço sobre o Mensalão e as ações da Lava Jato que o tornaram réu da Justiça em cinco processos. O ex-sindicalista fez de Dilma Rousseff uma sucessora que abriu as porteiras do inferno para os próprios companheiros. Como num filme de horror, mostrando que também peca na política podre, municiou o PMDB mais fisiologista, aquele a quem a “esquerda” se abraçou e ficou em companhia de Michel Temer, esse aí, que viu no caminho aberto pela topeira do elogio à mandioca e ao ensacamento de vento a oportunidade de virar o cocho, se abraçar com o pior do que o senhor que nasceu em Garanhuns, mas não honra seus conterrâneos, chama de zelite. Continue lendo

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Tchans!

Didot.  © FunPop

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Jean Genet

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A bíblia não tem nada a ver com seus problemas, Lula

 Luiz Inácio Lula da Silva. © Myskiciewicz

Durante o discurso em que tentou denegrir a Lava Jato ontem à tarde, Lula foi infeliz ao se referir ao procurador Deltan Dallagnol.

Além de dizer que Dallagnol é um “moleque”, também afirmou que o procurador “acha que sentar em cima da bíblia dá solução para tudo”.

Com esse discurso, Lula corre o risco de ser taxado de preconceituoso. Aliás, de preconceito duplo, ao tentar descredenciar Dallagnol por ser jovem (tem 37 anos) e por ser protestante (é membro de uma igreja Batista).

Lula não deve saber, mas Martin Luther King também era Batista.

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Tempo

Setembro, 2010. Cartaz sobre foto de Lina Faria

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Sem palavras

Caneta de retroprojetor sobre papel A|3

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Playboy – Anos 50

Jayne Mansfield. Playmate of The Month

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Ela

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Ugh!

felipe-by-Gui-Mohallem-2

Felipe Hirsch. © Gui Mohallem

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Maringá, Maringá!

Eu, na 1ª Parada Gay em Maringá – 20 de maio, 2012 (Marta Bellini). © Myskiciewicz

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Rui Werneck de Capistrano

brunovsky

© Brunovsky

Pegue um destes pensamentos feitos de livros cheios de frases e maneje com cuidado até sair sangue. Torture cada palavra, cada letra, cada entreletra. E ria nas entrelinhas. Tipo assim: ‘Nenhuma lei é boa se não for baseada nas leis da natureza.’ Do famosíssimo sei-lá-quem-é Bernardin de Saint-Pierre. Quais são as leis da natureza? Tudo o que sobe, cai? É uma. Faça-se uma lei baseada nessa premissa que Newton tirou do ostracismo e colocou na mó moda. Quem é a natureza pra ir fazendo leis assim como se fosse um todo-poderoso presidente do Brasil? Que, se não faz lei, faz Emenda Constitucional ou Ato Institucional ou um troço qualquer tipo Medida Provisória (que fica pra sempre).

Revoguem-se as disposições em contrário e teremos a natureza querendo ‘se achar’. Diria que tudo o que sobe, cai… se subir até uma certa altura. Se passar da força de atração da Terra, a poderosa força gravitacional, não volta. Vai cair lá no raio que os parta. Aliás, o que é cair? Cair é coisa de quem pensa pequeno. O espaço sideral, na verdade, não tem fundo, alto, lado. É tudo uma coisa muito estranha, cheia de sem fundo, sem alto, nem baixo ou lado. E o que a natureza faz ali? Passeia com seu poodle? Carrega saquinho pra catar o cocozinho? A natureza está mais perdida que garimpeiro em reserva indígena. Daí vem Schiller, um alemão tão antigo quanto garrucha de dois canos, e escreve: ‘Os votos deveriam ser pesados, não contados.’ Certo, certíssimo. Tem político que ia fazer cédula de isopor com chumbo escondido dentro. Claro, não ia fazer direto de chumbo. Afinal, político tem que manter a aparência de honestidade, dignidade, pureza de intenções. O peso maior, acredito, seria o da consciência. Que tiraria voto de muitos candidatos: cadê a consciência dos eleitores? Sou pessimista demais quanto ao passado. Acho que ele não vai mudar nunca. Não tem nenhuma chance de adquirir novos conhecimentos, oxigenar o cérebro, ver filhotinho de corruíra, criar hábitos mais contemporâneos. Pra mim, o passado não tem solução. Tá mortinho. É um alienado de primeiro, segundo e terceiro graus. Pense bem: digamos que o mundo começou com o Big Bang. Um punhado de matéria menor do que um punho de bebê, de repente, desagregou e saiu pra todo lado, igual gente de passeata quando a polícia desce o cassetete. Bem, tudo muito lindo! Mas, onde é que estava esse punhado de matéria? Já existia um lugar (espaço) pra ele estar. Podia ser um shopping center, um posto de gasolina 24 Horas. Mas tinha que ter um lugar pra matéria estar. É ou Noé? Isso intriga tanto quanto pensar que as televisões reprisam vinte vezes um filme, sempre dizendo que é inédito.

Aí, pra finalizar, vem Napoleão falando que ‘a arte de ser alternadamente audacioso e prudente, é a arte de ter êxito.’ Tipo fez-que-foi-e-não-foi-e-acabou-fondo. Bem nessa hora chegou o doutor Pinel, se fazendo de audacioso e prudente, alternadamente, e levou Napoleão pra tomar um choquinho elétrico – corrente alternada: prudente e audaciosa. E eu, aqui, disputando queda de braço com o toca-disco.

RUI-19Rui Werneck de Capistrano não é bobo nem nada

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Todo dia é dia

paulo-vítola-dico-lremer

© Dico Kremer

Fecho os olhos e suas pernas azuis
cobrem-se de flores brancas
que as minhas mãos continuam colhendo,
colhendo, colhendo
e, enquanto os mísseis lançam sua fúria
sobre o Talibã
e o marceneiro brande seu martelo
contra as inocentes tábuas do armário,
os dedos da tarde apenas estendem sobre nós
um longo e silencioso lençol de luz.

Paulo Vitola

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Chope Duplo

Paulo Vítola & César Marchesini

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Tchans!

weave_074

weave_74. © IShotMyself

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Garfada

© Roberto José da Silva

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A volta da empada letal

Ruy Castro – Folha de São Paulo

Em matéria de piriris —a autêntica fast food brasileira—, cada região tem suas especialidades. Os baianos se orgulham de seus acarajés, os mineiros, de seus torresmos, e por aí vai. Os cariocas, sempre firmes na defesa dos botequins sórdidos, também têm a sua baixa gastronomia: o pastel de vento, o ovo colorido e a sacanagem (um espetinho de salsicha, azeitona e queijo, pornograficamente grudados uns nos outros). Mas, no Rio, tudo cala diante da empada que matou o guarda.

Nenhum outro petisco consta de tantas crônicas e teve gente tão ilustre —Nelson Rodrigues e Carlos Heitor Cony, entre outros– a narrar sua façanha. Façanha esta que, segundo os anais, só aconteceu uma vez, mas fez com que, desde então, no Rio, até a empada mais pura de qualquer pé-sujo seja chamada de empada-que-matou-o-guarda. E isto porque, num dia dos anos 60 —reza a tradição oral—, um guarda municipal, a serviço no Catete, entrou num botequim e pediu uma empada que viu no balcão.

Bastou-lhe uma mordida. Em instantes, enxergou tudo preto, girou sobre si mesmo e caiu duro, ali, na calçada. A história não registrou o nome do guarda, nem do português que lhe serviu a empada e nem mesmo o conteúdo desta –palmito ou camarão? Só se sabe (e sei disso por Cony) que o botequim ficava perto do velho cinema Politheama, no Largo do Machado.

Com as desastradas denúncias da Policia Federal sobre a honestidade dos nossos frigoríficos, o Brasil está se sentindo aos olhos do mundo como o fabricante da empada que matou o guarda. Talvez o empadário do infeliz portuga fosse impecável e aquela, a única empada letal. Não importa. Ela estava à venda e alguém morreu ao comê-la.

Que se saiba, nossas empadas ainda não mataram ninguém lá fora. Mas, por muito tempo, o mundo vai querer distância delas.

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