Occam!

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Coisas do Ramadã

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Traços curitibanos – hoje!

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MuMa – Museu Municipal de Arte, Avenida República Argentina, 3430. Terminal do Portão. Abertura às 19:30. Todo mundo lá!

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Todo dia é dia

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Cruelritiba

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Tarsila

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Foto de Roberto José da Silva

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Mural da História

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Carnaval de 2005 – O Ex-tado do Paraná

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Uebas!

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Mural da História

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30 de dezembro – 2005. O Ex-tado do Paraná

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Rettamozo – Julho|2015

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Síndrome de Messias

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Pancada Evangélica

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Foto do diácono amigo

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Revista Ideias

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Travessa dos Editores|Ideias 156

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1974

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Foto do cartunista que vos digita

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Mural da História

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7 de janeiro – 2006 – O Ex-tado do Paraná

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Todo dia é dia

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Teatro Novelas Curitibanas

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De quinta a domingo, até 27 de julho, sempre às 20h.

Publicado em Beto Bruel, Chiris Gomes, Claudete Pereira Jorge, De quinta a domingo até 27 de julho sempre às 20h., glerm soares, Helena Portela, Leminskíada barrocodélica, Octavio Camargo, Sem categoria, Teatro Novelas Curitibanas | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixar um comentário
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Por falar nisso…

merda-dois
A palavra mais rica da língua portuguesa
é a palavra Merda.
Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa
da língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:
1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?
2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!
3) Como indicação geográfica 3:
17:00h – vou embora dessa MERDA.
4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!
5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho
MERDA nenhuma!
6) Como indicador de especialização
profissional:Ele só faz MERDA.
7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.
8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!
9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?
10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!
11) Como elemento de indicação
do caminho a ser percorrido:
Por que você não vai a MERDA?
12) Como especulação de conhecimento
e surpresa: Que MERDA é essa?
13) Como constatação da situação
financeira de um indivíduo:
Ele está na MERDA…
14) Como indicador de ressentimento
natalino: Não ganhei MERDA
nenhuma de presente!
15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!
16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!
17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?
18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.
19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!
20) Como constatação científica dos
resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!
21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.
22) Como indicador de performance
esportiva: O SANTA CRUZ e o NAÚTICO
não estão jogando
MERDA nenhuma!!!
23) Como constatação negativa:
Que MERDA!
24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!
25) Como qualificação de governo:
O governo Lula só faz MERDA!
26) Como situação de ‘orgulho/metidez’ :
Ela se acha e não tem ‘MERDA
NENHUMA!’
27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que
não está
fazendo MERDA nenhuma!

PS: Esta é uma adaptação tosca, cópia de um texto de Roberto Fontanarrosa,
humorista e cartunista argentino – Solda

Publicado em Merda, por falar nisso, Roberto Fontanarrosa- el Negro | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixar um comentário
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Trinta e quatro anos após sua morte, Bob Marley é ainda encarnação máxima do reggae

bob-site

Foto TheGang

Poucos estilos de música têm a figura de um único artista como seu maior representante como acontece com Bob Marley e o reggae. Depois de 25 anos de sua morte, no dia 11 de maio de 1981, o legado de Marley continua vivo e ativo. Seus discos continuam a ser vendidos, compilações são lançadas e dezenas de suas músicas, como “One Love”, “Get Up Stand Up”, “No Woman No Cry”, “Jammin’”, “Could You Be Love”, são sucesso em todo o mundo.

Robert Nesta Marley nasceu no dia 6 de fevereiro de 1945, em Rhoden Hall, situado ao norte da Jamaica. Fruto do casamento entre Cedella Booker, uma garota negra de 18 anos, e de Norval Marley, oficial da Marinha Inglesa, de 50 anos, Bob marley cresceu na área rural de St. Ann, também na região norte da ilha. Devido à pressão por parte de sua família branca, o capitão Norval deixou a mulher e o filho e voltou a viver na Inglaterra.

Mesmo com o auxílio financeiro enviado por seu pai, Bob e sua mãe mudaram-se para a capital da Jamaica, Kingston, no final da década de 50, à procura de melhores oportunidades. Assim que chegaram foram morar na favela de Trench Town, onde o então adolescente Bob Marley teve contato com os artistas que ele e seu amigo Bunny Livingston ouviam em estações de rádio norte-americanas que podiam ser sintonizadas na Jamaica. Fascinado com a soul music americana, Bob e Bunny passavam o tempo juntos tentando aperfeiçoar suas vozes com a ajuda de Joe Higgs, um conhecido cantor de Kingston. Através de Joe, os dois garotos conheceram outro jovem que também gostava de música, Peter McIntosh.

A primeira experiência de Bob Marley em um estúdio aconteceu em 1962. Um produtor local chamado Leslie Kong, gravou com o cantor seu primeiro single, “Judge Not”, que foi lançado pelo selo Beverley’s. Decidido a ser cantor, no ano seguinte Marley formou o grupo The Wailing Wailers com seus amigos Bunny e Peter, ao lado de Junior Braithwaite, Beverly Kelso e Cherry Smith.

Adotados pelo percursionista rastafari Alvin Patterson, o grupo conseguiu uma audição com o produtor musical Clement Dodd, que no final de 1963 lançou pelo seu selo o primeiro single dos Wailing Wailers, “Simmer Down”. O single de estréia permaneceu por três meses na primeira posição da parada jamaicana e o grupo passou a lançar novos singles pelo selo de Dodd, tornando-se cada vez mais conhecido.

Em 1966, pouco antes de embarcar para os Estados Unidos, onde sua mãe estava vivendo com seu novo marido, Bob casou-se com Rita Anderson. Depois de oito meses nos Estados Unidos o cantor voltou para a Jamaica, que depois da visita do imperador Haile Selassie, no início de 66, via o movimento rastafari ganhar cada vez mais adeptos. Cada vez mais mergulhado no pensamento rastafari, Bob passou a trasmitir seu novo pensamento para as suas canções, que passaram a enfocar os temas pelos quais sua música seria conhecida mundialmente: problemas sociais e espiritualidade.

Reformulado em 1967, o Wailing Wailers passou a se chamar apenas Wailers e deixou de contar com Junior, Beverly e Cherry. Devido às idéias rastafari, totalmente impregnadas na banda, os integrantes se separaram do produtor Clement Dodd, para fundar seu próprio selo, o Wail’N’ Soul, que iria a falência pouco tempo depois.

No final dos anos 60 os Wailers começaram uma parceria com o produtor Lee Perry, que com sua excelente técnica de gravação e produção formou, ao lado do grupo, as bases do que viria a ser o reggae moderno. Apesar de serem muito conhecidos na Jamaica e Caribe, os Wailers ainda eram desconhecidos na Europa e nos Estados Unidos. Com a inclusão dos irmãos Aston “Family Man” Barrett e Carlton na banda, os Wailers criaram um novo selo, “Tuff Gong”, pelo qual lançaram uma série de singles. Em 1972, os Wailers assinaram um contrato com o selo inglês Island, fundado por Chris Blackwell e ums dos maiores responsáveis pela difusão da música jamaicana na Inglaterra. Sabendo da oportunidade que tinha nas mãos, Blackwell ofereceu aos Wailers um tratamento dado, até então, apenas a grupos de rock.

“Catch A Fire”, lançado em 1973, foi o primeiro degrau para a popularização do reggae. Mesmo não sendo um grande sucesso comercial, o disco foi bem recebido e permitiu ao grupo uma turnê inédita pela Europa e pelos Estados Unidos. No mesmo ano o grupo lançou seu segundo álbum, “Burnin”, que trazia a faixa “I Shot The Sheriff”, gravada anos depois por Eric Clapton.

Em fevereiro de 1975, “Natty Dread” foi lançado. A essa altura o grupo já não contava mais com Bunny e Peter, que foram substituídos pelas I-Threes, trio que tinha entre suas integrantes a mulher de Bob, Rita Marley. O Bob Marley and The Wailers, eram cada vez mais conhecidos, graças ao sucesso de “No Woman No Cry”, que atingiu o primeiro lugar na parada inglesa. Com lançamento do próximo disco, “Rastaman Vibration”, em 1976, o cantor começou a ser conhecido nos Estados Unidos. Por outro lado, na Jamaica sua fama já era quase mística e graças a ele, o pensamento rastafari estava se difundindo entre os jovens jamanicanos. Em dezembro de 76, Marley decidiu fazer um show gratuito em Kingston, em nome da paz. Dois dias antes do show, porém o cantor sofreu um atentado em sua casa e levou dois tiros. No dia 5 de Dezembro, Bob Marley subiu ao palco e se apresentou, desafiando aqueles que tentaram matá-lo. Logo após o show o cantor mudou-se para Londres, onde gravou seu disco “Exodus”. A partir de então o sucesso do grupo só aumentou e cada disco lançado figurava nas primeiras posições das paradas inglesas e americanas.

Em 1978 o cantor recebeu a medalha da paz, oferecida pela ONU, em Nova York. No mesmo ano foi, pela primeira vez, à África, onde visitou o Quênia e a Etiópia, país considerado o lar espiritual do rastafarismo. Depois de uma nova turnê pela Europa e EUA, o grupo lançou o disco ao vivo “Babylon By Bus”, e tocou na Austrália, Japão e Nova Zelândia.

Com seu nono álbum, “Survival”, de 79, Marley já havia tornado o reggae um estilo internacional, conhecido no mundo todo. A África era o único continente em que o grupo ainda não havia se apresentado, mas em 1980 Bob Marley foi convidado para se apresentar com os Wailers na cerimônia de independencia do Zimbabwe, uma grande honra para o grupo, que sempre teve extrema importância para o terceiro mundo, já que Bob foi o primeiro artista a levar a músicas desses países para o resto do mundo.

Ainda em 80 foi lançado “Uprising”, que tinha entre suas faixas o mega-hit “Redemption Song”. Após uma série de shows pelo continente europeu, o grupo foi para os Estados Unidos. Depois de dois shows na América, o cantor ficou seriamente doente. Exames mostraram que Bob Marley estava com câncer. Com o cérebro, pulmões e fígado já atacados pela doença, o cantor não conseguiu resistir por muito tempo. Bob Marley morreu em 11 de maio de 1981, aos 36 anos, em um hospital na cidade de Miami.

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Absolut Artchewski

absolut-astchewskifotos-de-Erica-Takahashi

Guta Stresser, a polaquinha, e Chiris Gomes em Catatau, ao lado de Artchewsky.  Fotos de Erica Takahashi

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