Bola preta!

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Olhar

clique zé do fole 300olhar-ricoFoto de Ricardo Silva

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Elas

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Vi ontem. Welcome to me|Shira Pive|2015|88m| – Alice Klieg (Kristen Wiig) ganha uma fortuna na loteria. Ela imediatamente compra um horário em um canal de TV, vai para um cassino e cria um talk show, que tem como principal tema sua própria vida. Mas Alice não é uma pessoa muito fácil, ela tem transtornos de personalidade e desde que foi premiada parou de tomar medicamentos e ir à terapia. Comédia, humor negro. 

Kristen Wiig Carroll – 22 de agosto de 1973 – atriz americana, comediante, escritora e produtora, conhecida por seu trabalho na NBC, Saturday Night Live (2005-12) e filmes como Knocked Up (2007), Walk Hard: A História de Dewey Cox (2007), Paul e Bridesmaids (ambos de 2011), Menina Most Likely (2013), A Vida Secreta de Walter Mitty (2013), e a animação Despicable Me (2014).

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Leia-se!

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O poeta e o personagem. Em vida, o personagem Mario Quintana (1906-1994) era tão conhecido quanto o poeta Mario Quintana; e Porto Alegre, a cidade de adoção deste alegretense, aprendeu a gostar do personagem tanto quanto dos seus versos. Este livro, com 130 historinhas protagonizadas por Quintana e registradas e adaptadas pelo jornalista Juarez Fonseca  que entrevistou amigos, familiares e conhecidos -, eterniza o personagem e presta uma homenagem ao poeta.

Mais do que o humor e a irreverência de Quintana, estas anedotas (pequenos poemas do dia-a-dia, segundo alguns) expõem claramente uma personalidade rica, forte e marcante. Muitas delas deliciam pelo seu lirismo, algumas assustam pela quase crueldade, mas todas encantam pela sua originalidade e pelo tanto de humanidade que revelam. No correr das páginas, o que vai se desenhando é um painel biográfico e sentimental daquele que é um dos maiores poetas brasileiros. L&PM Pocket – edição revista e aumentada, 2004. Quem procurar, acha. 

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Eram os deuses astronautas?

cliques-zé-beto-esteromaFoto de Roberto José da Silva

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Trio Esperança

três-trêsBenett (Ponta Grossa, PR), Tiago Recchia (patobranquense, por adoçao) e Ademir Paixão (de Japira, PR), em algum lugar do passado. Foto de Vera Solda

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Laércio

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Mar de lama

bola-futebol-lama-barro José Maria Marin, ex-presidente e atual vice da CBF, atrás das grades, por corrupção. Foto de Misquici

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Todo dia é dia

Doris-Giesse_Abertura-Novela-Brega-e-ChiqueFoto O Globo

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Tábula rasa

Depois de uma longa caminhada, me embrenhei num livro chamado Tábula Rasa, de Steven Pinker — no qual o autor discute a existência da natureza humana. Uma coisa puxa outra e, lá pelas tantas, Pinker cita o filósofo Hobbes e seu livro Leviatã. Veja que legal: “De modo que na natureza humana encontramos três causas principais de contenda (rixa). Primeira, competição; segunda, difidência (desconfiança); terceira, glória (honra).

A primeira leva os homens a invadir pelo ganho; a segunda, pela segurança; a terceira, pela reputação. Os primeiros usam violência para se assenhorear da pessoa, da esposa, dos filhos e do gado de outros homens; os segundos, para defender a conquista; os terceiros, por bagatelas, como uma palavra, um sorriso, uma opinião diferente e qualquer outro sinal de menosprezo, seja direto em suas pessoas ou, por reflexo, em seus parentes, amigos, nação, profissão ou nome.” Qualquer semelhança com o que acontece na vida de qualquer um, não seria mera coincidência.

Sempre tem os que chegam antes — no trabalho, no amor, na turma. Chegaram antes (invadiram) e querem defender o território a todo custo. Os outros — que chegaram depois — querem apenas defender a honra por conta de um simples ato contrário a seus pensamentos e suas ações. Ninguém escapa.

Rui Werneck de Capistrano Não é Bobo Nem nada

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Poeminha última vontade

millôr-fernandes-desenho-de-loredano

Desenho de Cássio Loredano

Enterrem meu corpo em qualquer lugar.
Que não seja, porém, um cemitério.
De preferência, mata;
Na Gávea, na Tijuca, em Jacarepaguá.
Na tumba, em letras fundas,
Que o tempo não destrua,
Meu nome gravado claramente.
De modo que, um dia,
Um casal desgarrado
Em busca de sossego
Ou de saciedade solitária,
Me descubra entre folhas,
Detritos vegetais,
Cheiros de bichos mortos.
(Como eu).
E, como uma longa árvore desgalhada
Levantou um pouco a lage do meu túmulo
Com a raiz poderosa,
Haja a vaga impressão
De que não estou na morada.

Não sairei, prometo.
Estarei fenecendo normalmente
Em meu canteiro final.
E o casal repetirá meu nome,
Sem saber quem eu fui,
E se irá embora,
Preso à angústia infinita
Do ser e do não ser.
Ficarei entre ratos, lagartos,
Sol e chuva ocasionais,
Este sim, imortais.
Até que, um dia, de mim caia a semente
De onde há de brotar a flor
Que eu peço que se chame
Papáverum Millôr.
1/6/1962

(Do livro Papáverum Millôr, Círculo do Livro, 1974)

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Desbunde!

Luciana e a lei da gravidade. Foto de Gal Oppido

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Playboy – Anos 70

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Leiautes

CINEMA2Eu estava no bico do urubu, até ser retirado do ostracismo por Robert Amorim, Gilson Camargo e Alê. Solda

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Flagrantes da vida real

flagrantesEu, tu, ele, nós, vós, Elis Regina. Foto de Maringas Maciel

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Ova-se!

radiocaos-sem-textoRádioCaos

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O romance anagrama

romance-anagramaA literatura experimental exige uma faísca apenas de imaginação – e uma paciência infinita. Certas experiências literárias radicais do nosso tempo se parecem com auto-punições, com castigos que ninguém teria coragem de impor a outras pessoas mas que, um belo dia, um cara resolve impor a si mesmo. Vejam só o caso de Kabe Wilson, artista multimídia britânico. Quatro anos atrás ele estava pensando na arte do anagrama (misturar as letras de uma palavra para obter uma palavra diferente). Wilson pensou: “E se alguém usasse essa técnica com as palavras de um livro? E se alguém pegasse todas as palavras de um livro, inclusive as repetições, e as misturasse para dar origem a outro livro?”.

O resultado está aí: é o romance experimental Of One Woman Or So, cujo texto tem as 37.971 palavras do livro-ensaio de Virginia Woolf A Room of One’s Own (1929), arrumadas noutra ordem e produzindo um livro diferente. Para combinar, o título do livro é um anagrama do título original, as mesmas letras combinadas para formar novas palavras. (Ver aqui: http://tinyurl.com/lv7jux2).

Wilson usou computadores, processadores de texto, tesoura, cola, papel, para se certificar de que não estaria usando a mais, ou a menos, palavras comuns como “the” ou “be”.  Ele usou palavras do original para aludir a autores nossos contemporâneos, como Edward Said, e para inserir no novo livro menções a Harry Potter ou ao time de futebol Manchester United. “O mais difícil de tudo,” diz ele, “é que eu não sabia se ia ser possível ou não, e só poderia descobrir quando chegasse no fim. O meu medo era de compor o livro inteiro e ficar no final com 300 utilizações de uma mesma palavra, sem nenhum lugar para encaixá-las”.

Isso é literatura? Para mim é, apesar de ser uma versão mais complicada da criação literária, que já tem dificuldades de sobra. Mas Kabe Wilson diz: “Eu me vejo mais como um artista plástico do que como um escritor. Era importante ter, no final do processo, alguma coisa que eu pudesse colocar numa exposição”. O livro está exposto em 145 pranchas tamanho grande, com todas as palavras recortadas e coladas em suas novas posições

Nesta coluna, escrevi dias atrás sobre “Livros interferidos”. Os textos literários (e os livros impressos que lhes dão suporte) estão se tornando uma nova matéria-prima, um novo material bruto. Visto geralmente como o fim de um processo literário, o livro impresso é agora o ponto de partida para um novo processo de criação. Reflexo de uma época de abundância de informação, tecnologias de manipulação do texto a custo zero, atitude de ambígua veneração para com as obras canônicas.

Bráuio Tavares – Mundo Fantasmo

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Clique!

Fotos-curiosas

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Svengali de si próprio

lulilmaFoto de Joe Trujeitto

Certa vez, Nelson Rodrigues definiu a pessoa absolutamente só como um “Robinson Crusoé sem radinho de pilha”. Mas Dilma Rousseff está pior do que Robinson –abandonada até por aqueles que, no dia seguinte à sua reeleição, ainda lhe faziam rapapés. Não será surpresa se, em breve, não tiver sequer um contínuo para lhe levar cafezinho.

O eleitorado a abandonou porque descobriu que ela mentiu –o país que ela descreveu não existia. Os sem-terra, sem-teto e sem-ética também a abandonaram porque acham que ela os traiu. O PT, idem, porque as duras medidas econômicas que ela precisa tomar para tapar os buracos que seu governo abriu atingem a massa trabalhadora, o que deixa mal o discurso do partido. E o próprio Svengali que a inventou, o ex-presidente Lula, já está lhe mostrando a língua, embora, por enquanto, delegue a função de atacá-la ao seu pajem, o senador Lindbergh Farias.

O que me pergunto é se Dilma foi a única autora do programa de seu primeiro governo, que quase quebrou o país, dos pronunciamentos triunfalistas que fez à nação naqueles quatro anos e das promessas eleitoreiras que conduziram à sua segunda vitória. Não consigo visualizá-la sentando-se a um computador, hesitando por alguns segundos diante da tela em branco e finalmente pondo-se a escrever os projetos de lei, medidas econômicas e material de propaganda.

Quero crer que as decisões estratégicas de Dilma 1, os textos de suas mensagens delirantes e as mentiras de campanha tenham sido pensados, escritos, revistos e aprovados por seus auxiliares diretos no governo –companheiros de partido–, os quais nunca tomariam iniciativas que discordassem das orientações do líder maior, que é Lula.

Donde, se Dilma fracassou, quem é o responsável? Hoje parece claro que Lula só deu certo como o Svengali de si próprio.

Ruy Castro – Folha de São Paulo

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Lei da Telefonia

HUMOR DA INTERNETLei da Telefonia: quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados. Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.

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Semana Francesa 2015

15.06-Journee-du-luxe

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Cadê você?

GEANDRÉArte sobre foto de Jair Malavazi.

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