Tempo

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Ova-se!

Entra por um ouvido e não sai pelo outro

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Faça propaganda e não reclame

cartão-bamerindus

By Eugênio Thomé e Solda. Direção de Criação de Alice Ruiz, Umuarama Propaganda, década de 90.  © Bob Wolferson

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Tchans!

amigos do peitobabushka_030Babushka_030. © IShotMyself

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Não fumei e viajei em Amsterdã

© Roberto José da Silva

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Faça propaganda e não reclame

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O Que É Isso Companheiro?

 Fernando Gabeira. © Myskiciewicz

Nois dois vivia intocado e clandestino
Nosso destino era fundo de quintar
Desconfiavam que nois era comunista
Ou terrorista, de manchete de jornar
Nois aluguemo casa na periferia
No mesmo dia, se mudemo para lá.
Levando uma big de uma metralhadora
Que a genitora se benzia ao oiá.

Nois pranejemo de primeiro um assarto
Com mãos ao arto, todo mundo pro banheiro
Nois ria de pensar na cara do gerente.
Oiando a gente, conferindo o dinheiro.
Mas o tal banco acabô saindo ileso
E fumo preso, jurando ser inocente.
Nois não sabia que furtar de madrugada.
Era mancada pois não tem expediente.

Despois de um ano apertado numa cela.
O sentinela veio e anunciou:
“O delegado pergunto se ocês topa
Ir prás oropa, a troco de um embaixador”.
Na mesma hora arrumemo passaporte
Pois com a sorte não se brinca duas vez.
E os passaporte que demos no aeroporto,
Era de um morto e de um lord finlandês.

E quando veio aquela tar de anistia
Nem mais um dia fiquemo no exterior
E hoje já fazendo parte da história
Vendendo memória, hoje nois é escritor.

LP Língua de Trapo|Lira Paulistana|1982

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Ministro da Justiça?

Alexandre de Moraes Kojak. © Myskiciewicz

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Mural da História

11 de março, 2010 

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The Devil Wears Orange

Meryl Streep e Donald Trumpstão. Vanity Fair|Getty Images

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O dia em que Jesus Cristo escreveu uma carta para Silas Malafaia

Querido pastor,

Aqui quem fala é Jesus. Não costumo falar assim, diretamente – mas é que você não tem entendido minhas indiretas. Imagino que já tenha ouvido falar em mim -já que se intitula cristão. Durante um tempo achei que falasse de outro Jesus – talvez do DJ que namorava a Madonna- ou de outro Cristo -aquele que embrulha prédios pra presente – já que nunca recebi um centavo do dinheiro que você coleta em meu nome (nem quero receber, muito obrigado). Às vezes parece que você não me conhece.

Caso queira me conhecer mais, saiu uma biografia bem bacana a meu respeito. Chama-se Bíblia. Já está à venda nas melhores casas do ramo. Sei que você não gosta muito de ler, então pode pular todo o Velho Testamento. Só apareço na segunda temporada.

Se você ler direitinho vai perceber, pastor, que eu sou de esquerda. Tem uma hora do livro em que isso fica bastante claro (atenção: SPOILER), quando um jovem rico quer ser meu amigo. Digo que, para se juntar a mim, ele tem que doar tudo para os pobres. “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.

Analisando a sua conta bancária, percebo que o senhor talvez não esteja familiarizado com um camelo ou com o buraco de uma agulha. Vou esclarecer a metáfora. Um camelo é 3.000 vezes maior do que o buraco de uma agulha. Sou mais socialista que Marx, Engels e Bakunin -esse bando de esquerda-caviar. Sou da esquerda-roots, esquerda-pé-no-chão, esquerda-mujica. Distribuo pão e multiplico peixe – só depois é que ensino a pescar.

Se não quiser ler o livro, não tem problema. Basta olhar as imagens. Passei a vida descalço, pastor. Nunca fiz a barba. Eu abraçava leproso. E na época não existia álcool gel.

Fui crucificado com ladrões e disse, com todas as letras (Mateus, Lucas, todos estão de prova), que elestambém iriam para o paraíso. Você acha mesmo que eu seria a favor da redução da maioridade penal?

Soube que vocês estão me esperando voltar à terra. Más notícias, pastor. Já voltei algumas vezes. Vocês é que não perceberam. Na Idade Média, voltei prostituta e cristãos me queimaram. Depois voltei negro e fui escravizado – os mesmos cristãos afirmavam que eu não tinha alma. Recentemente voltei transexual e morri espancado. Peço, por favor, que preste mais atenção à sua volta. Uma dica: olha para baixo. Agora mesmo, devo estar apanhando -de gente que segue o senhor.

Gregório Duvivier|Pragmatismo Político

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Todo dia é dia

amy-advertência

Amy Winehouse, Adegão. GrosbyGroup

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Poluicéia Desvairada!

Enfeite seu para-choques. Em algum cruzamento do centro velho. © Lee Swain

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César Marchesini

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Ministro vitalício

© Myskiciewicz

Depois que José Eduardo Cardozo, Tarso Genro e Eugênio Aragão pediram a renúncia de Alexandre de Moraes, ele nunca mais sairá do cargo. Aécio Neves disse à coluna do Estadão: “Se ele precisava de algum apoio para ficar, esse pedido dos petistas o garantiu de vez no posto”.

o antagonista

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Tchans!

Taylor Momsen. © TaxiDriver

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Nos trilhos

 © Orlando Pedroso.

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Célio Heitor Guimarães

© Myskiciewicz

Com certeza este início de ano está sendo o mais insípido das últimas décadas. Insípido nos seus variados significados: sem sabor, sem interesse, sem atrativos, monótono, enfadonho e sem graça. E isso tudo talvez se reduza a uma única carência, sofrida pelo ser humano em geral e pelos brasileiros em particular: a esperança.

2017 nasceu sem grande esperança para o mundo em que se vive. O Brasil derrete no tórrido verão de janeiro, asfixiado pela falta de governo e falta de autoridade, com um Executivo atarantado, composto de meliantes e subserviente a um Legislativo repleto de parlamentares ávidos por poder e com interesses escusos saindo pelo ladrão (a correlação da expressão é proposital). Ao lado, o Judiciário patina na centenária lerdeza, às vezes se apresenta como legislador e invade a esfera de outro poder, enquanto egos afloram e maculam togas e becas.

Já se teve esperança com FHC e com Lula da Silva. Nem tanto com Dilma. Temer assumiu porque tinha de assumir. Infelizmente, porém, não existem mais no horizonte homens como Ulysses Guimarães, que recusou o poder para consolidar a democracia, como bem disse a trovadora Fafá de Belém.

O resto do mundo, por seu turno, prende a respiração na expectativa de um desmiolado “mauricião”, falastrão e irresponsável, surpreendentemente eleito, assumir o controle do arsenal bélico do império norte-americano.

Não há a expectativa de utopias no curso de 2017. A civilização dificilmente galgará patamares mais elevados. Ao contrário, tem tudo para exibir uma lamentável regressão política, cultural, social e econômica. A tecnologia se expande, mas o ser humano perde humanidade. Às vezes, surge aqui e ali um lampejo de fraternidade, solidariedade e – vá lá! – esperança. Mas nada que não possa ser logo sufocado por um terrorista enlouquecido, um ensandecido “justiceiro” com uma pistola na mão ou um abarrotado depósito de presos desprezado pelo poder público e sob o controle de facções criminosas que, com espantosa desenvoltura, dominam o sistema prisional brasileiro.

Vieira, o padre, dizia que a esperança é o derradeiro remédio deixado pela natureza para todos os males. Já Shakespeare, o escritor, achava que a esperança é o único remédio para os desesperados. Prefiro a lucidez do meu saudoso Rubem Alves, segundo o qual “perder a esperança é ter a coragem para reconhecer que o que está morto realmente morreu”.

Com este sintético texto e o beneplácito do comandante Zé Beto, peço licença ao Grupo dos 13, que hoje constitui o universo de leitores desta coluna, para retirar-me de cena por duas ou três semanas. Vou aproveitar o tempo para submeter-me a um necessário tratamento de ânimo. Se o resultado for positivo e, depois disso, o inepto Temer, os lulistas infiltrados nas universidades, nos sindicatos e nos presídios e a assombração Trump não tiverem acabado com o Brasil e com o mundo, é possível que eu volte. Até. Aqui!

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Planos antiquados ou que empacam e gafes marcam governo de trapalhões

Janio de Freitas – Folha de São Paulo

O governo Temer lançou o Plano Nacional de Segurança Pública. Foi recepcionado, por merecimento, como um engodo antiquado.

O governo Temer elaborou um plano de socorro aos Estados em crise financeira. Tão autoritário e violento que nem os governistas mais serviçais deram-lhe voto na Câmara.

O governo Temer apresenta um plano de recuperação do Estado do Rio que, ou não passa na Assembleia, ou cai na Justiça, caso saia de onde está.

Três casos emergenciais. Não são os únicos. São os escolhidos pelo governo para mostrar-se vivo. Embora em coma.

O elemento gerador da segurança pública, no plano que entusiasmou Temer, é a construção de numerosos presídios. Uma ideia velha, que a realidade demográfica derrubou sem precisar dos argumentos técnicos e científicos. A se manterem as condições sociais e educacionais, a cada encarceramento de marginal haverá dezenas ou centenas de jovens criados –pelo meio e pelo Estado– para substituí-lo, com a habilitação conveniente. Não há quantidade de presídios capaz de responder à realidade criminal brasileira (crescente, ainda por cima).

O alegado deficit de 250 mil vagas é outro chute no escuro. Não há conhecimento do número de presos provisórios em excesso de prazo, dos que já cumpriram a pena, nem mesmo da quantidade real de presos e da capacidade comprovável do sistema carcerário. E muito menos de quantos, pela concepção vigente, deveriam estar presos e vivem soltos. É admissível a necessidade de mais presídios invulneráveis, destes sim, mas não de decidi-los e aos seus altos custos com base em plano sem base.

Nada disso significa que Alexandre de Moraes esteja deslocado no governo Temer. Ao contrário. Ministro que só brilha quando a luz incide sobre ele, contribui muito com os acidentes e cruzeiros de Temer, e com o cai-cai de ministros e outros, para o retorno dos Trapalhões. E o faz até com certa originalidade: nega documentos que tem em mãos, solta informação sigilosa e até, depois de antecipar a operação que prendeu Antonio Palocci, deu uma entrevista coletiva em que os repórteres receberam o pedido de nada perguntar a respeito. Pedido ministerial de censura. Não menos ilustrativo, foi atendido.

Diz-se que o ministro Henrique Meirelles está com ares de cansaço, mais lento, menos loquaz. Sua entrada, há oito meses, foi quase a de general americano. Esperava que em horas tivesse feito os cortes, amputações, dispensas, reduções, fechamentos, dos quais falava com uma certeza antecipatória inflexível. Precisou de seis meses podando o seu plano do teto de gastos, para amoldá-lo ao aprovável pelos parlamentares. Mais um mês e meio, o plano de impor às administrações estaduais o seu comando e suas concepções restritivas, foi destroçado na Câmara: aquilo, só na ditadura, e talvez nem então.

Ao final de dezembro, Meirelles decretou: “Sem contrapartidas, o Rio não terá programa de recuperação”. O general americano, apesar de cansado. Para obter a admissão do que chama de contrapartida, Meirelles seduz o governador Pezão, que paga pela obra alheia: três anos sem pagamentos da dívida do Estado do Rio. E entre as contrapartidas: demissões em massa e redução de salários e pensões. Dois carregamentos de pólvora, o segundo até ilegal.

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BPP lança coleção de calendários

A Biblioteca Pública do Paraná acaba de lançar sua primeira coleção de calendários. São três tamanhos e suportes diferentes: o calendário de parede (grande), de mesa (médio) e um calendário-marcador de página (pequeno).

Todos os modelos contam com retratos de célebres escritores brasileiros e estrangeiros, desenhados por 20 ilustradores. Os produtos podem ser adquiridos na BPP e custam R$ 35 (kit com os três calendários). A renda arrecadada será revertida para a realização de ações da Seção Infantil da Biblioteca.

Os desenhos que ilustram os calendários foram publicados originalmente em edições do jornal Cândido, na seção “Retrato de Um Artista”, em que cada ilustrador teve liberdade para fazer uma leitura particular do autor sugerido. Foram retratados autores como Mário de Andrade, José Saramago, J.D. Salinger, Hilda Hilst, Dalton Trevisan, Miguel de Cervantes, Charles Bukowski, Caio Fernando Abreu, Jorge Luis Borges e Francis Scott Fitzgerald.

Os retratos, realizados por alguns dos principais artistas gráficos, cartunistas e ilustradores do país, apresentam uma grande pluralidade de estilos. Os artistas são: Allan Sieber, André Ducci, Benett, DW Ribatski, Fellipe Canalli, Heitor Yida, José Marconi, Klaus Koti, Leo Gibran, Manuel Depetris, Marina Moraes, Orlandeli, Pedro Franz, Renato Faccini, Ricardo Humberto, Rogério Coelho, Rômolo D’Hipolito, Samuel Casal, Theo Szczpanski e Weberson Santiago.

Serviço: Coleção BPP de Calendários 2017. R$ 35 (kit com agendas em 3 formatos). Biblioteca Pública do Paraná. À venda na direção, 3° andar, Cândido Lopes, 133.

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