Mural da História – 2004

Lan e Pryscila Vieira (atrás deles, Orlando Pedroso) em Foz do Iguaçu, Humor at The Falls, novembro.  © Vera Solda

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Mama Áfrika

 

© Cau Gomez – Charge Online

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Katie-West2© Katie West

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Mierda

Fontanarrosa. – 1944|2007 – Que no fue ninguna mierda…

El uso de la palabra Mierda, es una cuestión de educación? Ya que nadie puede negar que la usamos para múltiples circunstancias relacionadas con muchísimas cosas, creo que merece su reivindicación en el diccionario de la vida, por ejemplo:

Ubicación geográfica: Andate a la mierda.
Adjetivo calificativo: Sos una mierda.
Momento de escepticismo: No te creo una mierda.
Deseo de venganza: Lo voy a hacer mierda.
Accidente: Se hizo mierda.
Sensación olfatoria: Huele a mierda.
Deseo al despedirnos: Váyanse a la mierda!
Especulación del conocimiento: Qué mierda es esto?
Momento de sorpresa: A LA MIERDA!
Actitud de resentimiento: No me regaló una mierda.
Sensación gustativa: Esto tiene gusto a mierda.
Acto de impotencia: No se me para esta mierda!
Deseo de ánimo: Apurate con esa mierda!
Situación de desorden: Todo está hecho una mierda.
Rechazo despectivo hacia una persona: Quién se cree que es la mierda esa?
Situación alquimista: Todo lo que toca se vuelve mierda.
Cómo nos arreglaríamos sin esta palabra? Y si este mail te molesta… ya sabés… tiralo a la mierda.

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Mas bah, tchê!

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© Furnaius Rufus

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Para sempre Bibi

Bibi em sua Lua de Mel. © Jean Jacques Lartigue.

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Fernando Gabeira, escritor, jornalista e ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro (1998-2010), nascido em 1941, é mineiro de Juiz de Fora e carioca por opção desde 1963. É pai de duas filhas: Tami e Maya.

Destacou-se como jornalista, logo no início da carreira, na função de redator do Jornal do Brasil, onde trabalhou de 1964 a 1968. Os colegas de redação diziam que o estilo marcante dos textos de Gabeira podia ser reconhecido até em bilhetes. No final dos anos 60, ingressou na luta armada contra a ditadura militar. Foi preso e exilado.

Em dez anos de exílio, esteve em vários países. Testemunhou no Chile, em 1973, o golpe militar que derrubou Salvador Allende. Mais tarde, retrataria a queda e o assassinato de Allende em roteiro para a TV sueca. Na Suécia, país onde viveu mais tempo durante o exílio, exerceu desde o jornalismo, principalmente na Rádio Suécia, até a função de condutor de metrô, em Estocolmo.

Com a anistia, voltou ao Brasil no final de 1979. Nos anos seguintes, Gabeira dedicou-se a uma intensa produção literária, construindo as primeiras análises críticas da luta armada e impulsionando no Brasil temas como as liberdades individuais e a ecologia. Livros como O que é isso Companheiro, O crepúsculo do Macho, Entradas e Bandeiras, Hóspede da Utopia, Nós que Amávamos tanto a Revolução e Vida Alternativa apontaram novos horizontes no campo das mentalidades e colocaram na berlinda uma série de velhos conceitos da vida brasileira.

Em 1986, candidatou-se ao governo do estado pelo Partido Verde e inaugurou uma nova forma de militância política. Os tradicionais comícios e passeatas, sisudos e cinzentos, ganharam uma nova estética. Dois momentos culminantes foram a passeata Fala, Mulher, que coloriu a avenida Rio Branco de rosa e a cobriu de flores, e o Abraço à Lagoa, em que milhares de pessoas deram as mãos em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas, produzindo um dos momentos de maior força simbólica e plástica da cena política brasileira.

Nos anos seguintes, Gabeira continuou jornalista, escritor e tornou-se um dos principais líderes do PV. Em 1987, cobriu em Goiânia o acidente radioativo com o césio 137 e escreveu seu décimo livro, Goiânia, Rua 57 – O nuclear na Terra do Sol. Sua atuação política e jornalística foi marcante em diversos outros fatos importantes da vida nacional, particularmente os ligados à questão ambiental, como a investigação do assassinato de Chico Mendes, a interdição da usina nuclear de Angra I por problemas de segurança e o encontro mundial dos povos indígenas em Altamira (PA). Em 1988, lançou o livro Greenpeace: Verde Guerrilha da Paz, uma reportagem-ensaio que apresentou ao Brasil a filosofia e os bastidores da maior organização ecologista do mundo.

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Aviso aos navegantes

© Orlando Pedroso

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Um ministério resolve

A possibilidade de a oposição voltar a ser maioria na CPI do MST é vista por parlamentares do PT que integram o colegiado apenas como uma ameaça.

Os petistas afirmam que o comando da comissão se aproveita da demora do governo em confirmar as mudanças nos ministérios para surfar na insatisfação do Centrão.

Um deputado governista que está desde o início da CPI disse ao Bastidor, no entanto, que o aval de Arthur Lira (PP-AL) para a volta de bolsonaristas à comissão só vai até Lula anunciar André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) como ministros.

A expectativa é que o Ricardo Salles (PL-SP) apresente o relatório na próxima semana. Nos bastidores, comenta-se que o deputado pode indiciar seu colega de comissão, Valmir Assunção (PT-BA), ligado ao MST.

A base governista aposta que, até lá, a articulação política do Palácio do Planalto já tenha resolvido a reforma ministerial para dificultar a aprovação do relatório de Salles.

Nesta reta final de CPI, Salles apresentou novos requerimentos com pedidos de quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de João Pedro Stédile e de José Rainha, que já compareçam ao colegiado. 

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O irmão do Maracanã

Nelson Falcão Rodrigues (Recife, 23 de agosto de 1912 — Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1980) foi um escritor, jornalista, romancista, teatrólogo, contista e cronista de costumes e de futebol brasileiro.

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Ancião colérico e hacker

Foi estrela de segunda grandeza, orbitando duas galáxias gêmeas, ora extintas, apenas visíveis pelo James Webb, o satélite telescópio que colhe imagens do início do Universo. Nossa estrela foi funcionário graduado, de origem política, operador de dois governadores. Hoje, como os outros personagens desta crônica, é um Quixote, sem cavalo e sem parceiro, sua lança o Facebook, no qual repele ataques que diz receber do “ancião colérico e hacker”. Não sei quem é o ancião colérico, bem que desconfio, mas para não cometer injustiça, imagino três suspeitos. Tento trabalhar pelo método da exclusão. “Ancião colérico” conheço três: aquele da carta de ameaça ao padre Júlio Lancelotti, o ex-senador Roberto Requião e este que vos bloga. Tenho essa ponta de dúvida, como a do iceberg que afundou o Titanic: embora os três, anciães e coléricos, não escondam seus ataques, são boquirrotos que mal conseguem digitar e escrever sem tropeçar nas vírgulas. 

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Flagrantes da vida real

O panelaço de Samuel Ferrari Lago. © Maringas Maciel

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Mural da Historia – 2003

Vera Solda, o cartunista que vos digita e Thadeu Wojciechowski, em Paraty. © Julio Covello

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marcospradoPoemas – O Livro dos Contrários, Marcos Prado. Estilo batatinha quando nasce morre pela boca e esparrama pelo chão. Lagarto Editores. Quem procurar, acha.

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